{"id":1124,"date":"2013-03-03T22:13:24","date_gmt":"2013-03-03T22:13:24","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1124"},"modified":"2026-03-21T15:41:23","modified_gmt":"2026-03-21T15:41:23","slug":"catequeses-quaresmais-2013-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/catequeses-quaresmais-2013-1\/","title":{"rendered":"Catequeses Quaresmais 2013-1"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1075\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Patriarca5.jpg\" alt=\"Patriarca5\" width=\"300\" height=\"162\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Patriarca5.jpg 350w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/01\/Patriarca5-300x162.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/span>1.&ordm; Domingo da Quaresma<\/span><br \/>\n<strong>I. A F&eacute; do Conc&iacute;lio<br \/>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>Neste Ano da F&eacute;, com o qual celebramos o cinquenten&aacute;rio do in&iacute;cio do Conc&iacute;lio Ecum&eacute;nico Vaticano II, nas Catequeses da Quaresma meditaremos na F&eacute; do Conc&iacute;lio, isto &eacute;, a compreens&atilde;o da f&eacute; cat&oacute;lica que brota dos textos conciliares. O Magist&eacute;rio solene da Igreja &eacute; sempre uma express&atilde;o de f&eacute; e est&aacute; ao servi&ccedil;o da f&eacute; de todo o Povo de Deus. Descobrimos a&iacute; a f&eacute; de todos aqueles Bispos reunidos com o Santo Padre, como pastores, conduzindo o Povo de Deus para a compreens&atilde;o da Igreja, enviada ao mundo contempor&acirc;neo para anunciar o Evangelho de Jesus. As Catequeses Quaresmais far&atilde;o, assim, uma unidade com o programa em curso &#8220;Acreditar com o Conc&iacute;lio&#8221;, que nos leva, assim o espero, a ler o Conc&iacute;lio com f&eacute; e a aprofundar a nossa f&eacute; lendo e meditando textos do Conc&iacute;lio.<\/span><\/p>\n<p>Neles encontramos uma vis&atilde;o completa da f&eacute; cat&oacute;lica, na sua simplicidade e na sua densidade envolvendo toda a exist&ecirc;ncia do homem, o sentido do Universo e da Hist&oacute;ria humana. Usando a express&atilde;o de Santo Agostinho, encontramos a&iacute; &#8220;a f&eacute; com que acreditamos&#8221; e &#8220;a f&eacute; que acreditamos&#8221;, isto &eacute;, o abandono ao Senhor que nos dirige a sua Palavra e nos convida &agrave; comunh&atilde;o de amor e as verdades a que essa Palavra amorosa de Deus nos conduz, acerca de Deus, acerca do homem e do seu destino, acerca do mundo que anseia por essa revela&ccedil;&atilde;o do amor de Deus. Meditando os textos do Conc&iacute;lio aprendemos que s&oacute; o ardor da caridade suscitado em n&oacute;s pela escuta da Palavra de Deus, nos leva a acreditar em verdades. A f&eacute; manifesta-nos a uni&atilde;o profunda entre a verdade e a caridade.<\/span><\/p>\n<p><strong>A f&eacute; nasce da escuta da Palavra de Deus<\/span><\/strong><strong><br \/>1.<\/strong> O Conc&iacute;lio, falando do minist&eacute;rio dos sacerdotes como anunciadores da Palavra, afirma: &#8220;O Povo de Deus &eacute; reunido, antes de mais, pela Palavra do Deus vivo (&#8230;). &Eacute; a Palavra de Deus que suscita a f&eacute; no cora&ccedil;&atilde;o dos n&atilde;o crist&atilde;os e a alimenta no cora&ccedil;&atilde;o dos crist&atilde;os; &eacute; ela que faz nascer e crescer a comunidade dos crist&atilde;os, como diz o Ap&oacute;stolo: &laquo;a f&eacute; vem do que ouvimos e o que ouvimos vem da Palavra de Cristo&raquo; (Rom. 10,17)[1].<\/span><\/p>\n<p>A Palavra de Deus, o facto de Deus nos falar, &eacute; o mist&eacute;rio mais denso e mais simples da Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o: tem a simplicidade do amor e a densidade do mist&eacute;rio de Deus e do mist&eacute;rio do homem, profundamente interligados. Deus criou o homem para poder revelar-se-lhe, abrir-lhe o cora&ccedil;&atilde;o, deix&aacute;-lo penetrar no seu mist&eacute;rio. O homem foi criado para a intimidade da rela&ccedil;&atilde;o com Deus. A revela&ccedil;&atilde;o como ela acontece no contexto da hist&oacute;ria humana, mostra que o pecado dos homens n&atilde;o levou Deus a mudar o seu des&iacute;gnio de intimidade com o homem. Jesus Cristo, Deus feito Homem, n&atilde;o &eacute; uma sa&iacute;da de emerg&ecirc;ncia; esteve sempre previsto nesse eterno des&iacute;gnio de intimidade entre Deus e o homem.<\/span><\/p>\n<p>Deus &eacute; puro Esp&iacute;rito. Antes de criar o homem, criou os outros seres espirituais, a que a Sagrada Escritura chama &#8220;Anjos&#8221;, isto &eacute;, &#8220;mensageiros&#8221;. Ao cri&aacute;-los parece que Deus j&aacute; preparava a aventura da sua intimidade com o homem, a quem criou &agrave; sua Imagem e semelhan&ccedil;a, apesar de ser corp&oacute;reo (cf. Gen. 1,27). Essa &eacute; uma novidade na experi&ecirc;ncia divina: chamar &agrave; Sua intimidade de amor um ser corp&oacute;reo, isto &eacute;, um ser que exprime o seu car&aacute;cter espiritual na corporeidade. Nessa cria&ccedil;&atilde;o do homem &agrave; sua Imagem est&aacute; claramente expresso o des&iacute;gnio de Deus ser Homem, de se fazer Homem, tornando perfeita a sua Imagem na Sua criatura. A incarna&ccedil;&atilde;o do Verbo de Deus est&aacute; anunciada na cria&ccedil;&atilde;o do Homem. Contemplando o Homem, plenitude de toda a cria&ccedil;&atilde;o, o salmista reza: &#8220;Quem &eacute; o homem para que Te lembres dele, o filho de Ad&atilde;o para que dele Te ocupes? Fizeste-o pouco inferior a um Deus e coroaste-o de gl&oacute;ria e de honra&#8221; (Sal. 8,5-6). Esta grandeza sublime com que Deus criou o Homem, anuncia o desejo de se fazer homem, para poder falar de igual para igual, poder amar com amor humano. Este des&iacute;gnio mant&eacute;m-se inalterado mesmo na fragilidade da liberdade humana; ent&atilde;o o des&iacute;gnio torna-se redentor.<\/span><\/p>\n<p>Na longa hist&oacute;ria da fragilidade humana a que vulgarmente chamamos pecado, e que come&ccedil;ou logo no in&iacute;cio da humanidade, a manifesta&ccedil;&atilde;o mais grave foi o homem querer substituir-se a Deus, acabando por esquec&ecirc;-l&#8217;O. Esta quest&atilde;o torna-se o principal problema de civiliza&ccedil;&atilde;o: &#8220;O homem tem necessidade de Deus, ou, pelo contr&aacute;rio, as coisas continuam bastante bem sem Ele&#8221;? &Eacute; a quest&atilde;o que Bento XVI p&otilde;e aos nossos contempor&acirc;neos. Se as coisas andassem bem mesmo sem Deus, a decis&atilde;o de acreditar seria, no fundo, irrelevante. E o Santo Padre continua: &#8220;Se o homem se esquece de Deus, perde progressivamente a vida, porque a sede de infinito est&aacute; presente no homem de um modo que ningu&eacute;m o pode extinguir. O homem foi criado para a rela&ccedil;&atilde;o com Deus e precisa d&#8217;Ele&#8221;[2].<\/span><\/p>\n<p><strong>O des&iacute;gnio de Encarna&ccedil;&atilde;o preside &agrave; Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o<\/span><\/strong><strong><br \/>2.<\/strong> Toda a Palavra de Deus surge no dinamismo de incarna&ccedil;&atilde;o, no desejo de Deus ser Homem, poder entrar em comunh&atilde;o de amor com os homens. S&oacute; Deus pode quebrar este abandono de Deus por parte dos homens, respondendo &agrave;quela nostalgia do infinito que permanece sempre no cora&ccedil;&atilde;o de todos os homens. &Eacute; certo que na Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o, Deus, por vezes, envia aos homens os seus &#8220;mensageiros&#8221; celestes, ou lhes fala atrav&eacute;s dos ritmos da natureza. Mas &eacute; atrav&eacute;s da Palavra humana dos Profetas que Deus se revela claramente, de Homem para Homem. Deus fala com linguagem humana at&eacute; ao dia em que fazendo-se Homem, h&aacute; plena identifica&ccedil;&atilde;o entre a palavra humana e a Palavra de Deus. Na pessoa de Jesus tudo &eacute; Palavra, o discurso, o sil&ecirc;ncio orante, os milagres. Na Palavra dos Profetas vai estando presente neste di&aacute;logo de Deus com os homens, a Palavra eterna de Deus feita Homem. &Eacute; um grande mist&eacute;rio. Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; Deus que &eacute; mist&eacute;rio; &eacute; tamb&eacute;m o homem.<\/span><\/p>\n<p>Deus falar aos homens &eacute; um des&iacute;gnio de amor. Diz o Conc&iacute;lio: &#8220;Agradou a Deus, na Sua sabedoria e na Sua bondade revelar-se pessoalmente e dar a conhecer o mist&eacute;rio da Sua vontade gra&ccedil;as ao qual os homens, por Cristo o Verbo feito carne t&ecirc;m, pelo Esp&iacute;rito Santo, acesso ao Pai e s&atilde;o tornados participantes da natureza divina&#8221;[3]. Em cada palavra revelada est&aacute; presente o des&iacute;gnio divino de salva&ccedil;&atilde;o, cuja plenitude se atinge em Jesus Cristo. Cristo, Verbo Incarnado, &eacute; a plenitude da Palavra de Deus. N&atilde;o admira que em toda ela se exprima este mist&eacute;rio da incarna&ccedil;&atilde;o. Deus abre o seu cora&ccedil;&atilde;o e a profundidade do seu mist&eacute;rio atrav&eacute;s de palavras humanas, ou seja, atrav&eacute;s da sua Palavra eterna feita Homem. Em toda a palavra prof&eacute;tica est&aacute; presente a plenitude da revela&ccedil;&atilde;o, Jesus Cristo Palavra Incarnada. Os profetas, possu&iacute;dos por Deus, falam em nome de Deus. A sua palavra &eacute; humana, e os homens podem acolh&ecirc;-la, e &eacute; divina, porque eles dizem o que Deus quer dizer ao Seu Povo. Escut&aacute;-la &eacute; entrar em comunh&atilde;o com Deus e n&atilde;o apenas com o Profeta que a disse. A f&eacute; &eacute; escuta de Deus e n&atilde;o apenas dos profetas. S&oacute; em Jesus Cristo a f&eacute; &eacute; simultaneamente escuta de Deus e do Profeta que a pronunciou.<\/span><\/p>\n<p><strong>A F&eacute; &eacute; a escuta obediente da Palavra de Deus<\/span><\/strong><strong><br \/>3.<\/strong> Quando o homem identifica nessa palavra humana a voz de Deus que se lhe dirige, a sua intelig&ecirc;ncia, o seu cora&ccedil;&atilde;o e a sua liberdade ficam perante Deus, &eacute; um momento de mist&eacute;rio. Ou rejeita escutar o Senhor ou acolhe essa Palavra e aceita confrontar a sua vida com o projeto de Deus. Essa escuta da Palavra &eacute; a f&eacute;. O Conc&iacute;lio diz: &#8220;A Deus que Se revela &eacute; devida a obedi&ecirc;ncia da f&eacute;, pela qual o homem se entrega total e livremente a Deus numa completa homenagem da intelig&ecirc;ncia e da vontade a Deus que se revela e na ades&atilde;o volunt&aacute;ria &agrave; revela&ccedil;&atilde;o que nos faz&#8221;[4]. Esta f&eacute; &eacute;, pois, um momento que toca radicalmente no sentido da nossa exist&ecirc;ncia. Sente-se que a vida &eacute; para ser vivida com Deus, que Ele tem sempre uma Palavra a dizer sobre o desenvolvimento da vida que nos deu.<\/span><\/p>\n<p>Este texto conciliar diz que esta f&eacute; &eacute; obedi&ecirc;ncia, inspirando-se em S&atilde;o Paulo que fala da &#8220;obedi&ecirc;ncia da f&eacute;&#8221; (cf. Rom. 16,26). &Eacute; a aceita&ccedil;&atilde;o sem limites de Deus e da sua vontade que a sua Palavra nos revelou. Esta obedi&ecirc;ncia &eacute; um ato de amor porque s&oacute; o amor a torna poss&iacute;vel.<\/span><\/p>\n<p>Nesta escuta obediente da Palavra de Deus, os crist&atilde;os podem ser ajudados por exemplos e modelos: de pessoas que eles conhecem e que d&atilde;o testemunho dessa obedi&ecirc;ncia confiante, pelos Santos e, sobretudo, contemplando Nossa Senhora. O Conc&iacute;lio diz que na sua obedi&ecirc;ncia de f&eacute; ela &eacute; modelo da Igreja: &#8220;A M&atilde;e de Deus &eacute; o modelo da Igreja na ordem da f&eacute;, da caridade e da perfeita uni&atilde;o a Cristo&#8221;[5]. &#8220;Ela trouxe &agrave; obra do Salvador uma coopera&ccedil;&atilde;o sem igual pela sua obedi&ecirc;ncia, a sua f&eacute;, a sua esperan&ccedil;a, a sua caridade ardente&#8221;[6]. Tudo isso ela exprime na sua resposta ao Anjo: &#8220;Eu sou a Serva do Senhor, fa&ccedil;a-se em mim segundo a Tua Palavra&#8221; (Lc. 1,38). Bento XVI comenta assim esta resposta de Maria: &#8220;&Eacute; o momento da obedi&ecirc;ncia livre, humilde e simultaneamente magn&acirc;nima, na qual se realiza a decis&atilde;o mais sublime da liberdade humana&#8221;. Com esta resposta de Maria o Anjo sente que a sua miss&atilde;o est&aacute; conseguida e afasta-se &#8220;e Maria fica sozinha com a tarefa que verdadeiramente supera toda a capacidade humana. N&atilde;o h&aacute; anjos em seu redor; ela deve prosseguir pelo seu caminho, que passar&aacute; atrav&eacute;s de muitas obscuridades, a come&ccedil;ar pelo espavento de Jos&eacute; perante a sua gravidez at&eacute; ao momento em que se diz de Jesus que est&aacute; &laquo;fora de si&raquo; (Mc. 3,21; cf. Jo. 10,20), at&eacute; &agrave; noite na Cruz. Quantas vezes, em tais situa&ccedil;&otilde;es, Maria ter&aacute; voltado interiormente &agrave; hora em que o anjo de Deus lhe falou, ter&aacute; escutado de novo e meditado a sauda&ccedil;&atilde;o &laquo;alegra-te, cheia de gra&ccedil;a&raquo;, e as palavras de conforto &laquo;N&atilde;o temas&raquo;&#8230; O anjo parte, a miss&atilde;o permanece e, juntamente com ela, matura a proximidade interior de Deus, o &iacute;ntimo ver e tocar a sua proximidade&#8221;[7].<\/span><\/p>\n<p>Tamb&eacute;m nisso Maria &eacute; modelo de todos os crentes. Na sua peregrina&ccedil;&atilde;o da f&eacute; ter&atilde;o de voltar a ouvir muitas vezes a Palavra que lhes mudou a vida e a encontrar nela luz nos momentos de obscuridade, for&ccedil;a nos momentos de fraqueza, a alegria de sentir que na dureza da caminhada a solicitude de Deus nos acompanha.<\/span><\/p>\n<p><strong>A fecundidade da Palavra de Deus<\/span><\/strong><strong><br \/>4.<\/strong> Na peregrina&ccedil;&atilde;o da f&eacute; h&aacute; atitudes que &eacute; preciso cultivar, que exprimem a nossa fidelidade ao projeto que Deus nos revelou. A primeira &eacute; procurar que a Palavra de Deus que escut&aacute;mos d&ecirc; fruto em n&oacute;s. A Sagrada Escritura afirma claramente a efic&aacute;cia da Palavra de Deus que realiza sempre o que anuncia (cf. Num, 23,19; Is. 55,10ss). A Palavra de Deus precede o acontecimento mas tende irremediavelmente a ser acontecimento.<\/span><\/p>\n<p>Na nossa caminhada da f&eacute; esta Palavra de Deus &eacute;, tantas vezes, uma Palavra &agrave; espera, como o foi nas grandes profecias. A express&atilde;o &eacute; de Bento XVI, referindo-se &agrave; Profecia de Isa&iacute;as, anunciando que uma Virgem conceber&aacute; e dar&aacute; &agrave; luz o Emanuel (cf. Is. 7,14-15). Essa &eacute; uma Palavra &agrave; espera at&eacute; Jesus nascer de Maria[8]. A f&eacute; &eacute; um chamamento &agrave; santidade. A Palavra de Deus em n&oacute;s est&aacute; &agrave; espera do acontecimento, de realizar em n&oacute;s o que anuncia. Quantas vezes tamb&eacute;m em n&oacute;s a Palavra de Deus que escut&aacute;mos no in&iacute;cio da nossa f&eacute;, continua a ser &#8220;uma Palavra &agrave; espera&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>Um outro aspeto da nossa fidelidade na caminhada da f&eacute; &eacute; o respeito pela dimens&atilde;o de incarna&ccedil;&atilde;o da Palavra que Deus nos dirige. Ela &eacute; palavra da Escritura, escutada sobretudo quando celebramos e rezamos; &eacute; palavra da Igreja, atrav&eacute;s do minist&eacute;rio apost&oacute;lico. A Palavra de Deus incarna na Palavra da Igreja. Os profetas do Antigo Testamento eram possu&iacute;dos por Deus antes de falarem em nome de Deus. No Novo Testamento aqueles que exercem o minist&eacute;rio da Palavra est&atilde;o unidos a Cristo, s&atilde;o um com Cristo, que continua a ser Palavra na Palavra da Igreja. &Eacute; por isso que quando anunciam a Palavra esta &eacute; para eles e para aqueles que os ouvem, convite de Deus a abra&ccedil;ar o caminho da salva&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><strong>Cristo &eacute; a &uacute;ltima Palavra de Deus<\/span><\/strong><strong><br \/>5.<\/strong> Cristo &eacute; a plenitude da revela&ccedil;&atilde;o, &eacute; a Palavra definitiva que Deus dirige aos homens. A f&eacute; crist&atilde; &eacute; sempre f&eacute; em Jesus Cristo, mesmo quando &eacute; resposta &agrave; Palavra de Deus do Antigo Testamento ou do ensinamento dos Ap&oacute;stolos. O Conc&iacute;lio ensina: &#8220;Com efeito Deus enviou o Seu Filho, o Verbo eterno que ilumina todos os homens, para permanecer no meio deles e faz&ecirc;-los conhecer os segredos de Deus. Portanto Jesus Cristo, o Verbo feito carne, Homem enviado aos homens, pronuncia as palavras de Deus e completa a obra de salva&ccedil;&atilde;o que o Pai Lhe mandou realizar&#8221;[9].<\/span><\/p>\n<p>Esta dimens&atilde;o cristoc&ecirc;ntrica da f&eacute; &eacute; essencial. N&atilde;o se trata de acreditar numa qualquer ideia de Deus, veiculada pela cultura. Acreditar &eacute; escutar o Senhor, unir-se &agrave; Pessoa de Jesus, que &eacute; Palavra de Deus na totalidade da sua exist&ecirc;ncia e do seu mist&eacute;rio. &Eacute; Ele que nos levar&aacute; ao Pai e nos far&aacute; mergulhar na insond&aacute;vel comunh&atilde;o de vida e de amor com as Pessoas divinas. &Eacute; Ele que nos comunica o Esp&iacute;rito Santo. &Eacute; por isso que a esses crentes se chama crist&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p>Esta ades&atilde;o a Cristo Palavra &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o de amor. A f&eacute; desabrocha espontaneamente na caridade e na esperan&ccedil;a. Enquanto escuta da Palavra incarnada, a f&eacute; faz sentir ao crist&atilde;o que a primeira express&atilde;o da caridade &eacute; o amor a Jesus Cristo e, por Ele, &agrave; Sant&iacute;ssima Trindade. O amor dos irm&atilde;os decorre desse amor a Jesus Cristo, segundo o seu pr&oacute;prio desejo: &#8220;O que fizerdes ao mais pequenino dos meus irm&atilde;os, a Mim o fazeis&#8221; (Mt. 25,40).<\/span><\/p>\n<p>Por outro lado essa f&eacute; como ades&atilde;o amorosa a Cristo suscita a esperan&ccedil;a. S&oacute; nela podemos viver profundamente a f&eacute;. O Conc&iacute;lio afirma: &#8220;Unidos, pois, a Cristo na Igreja e marcados pelo selo do Esp&iacute;rito Santo, &laquo;o qual &eacute; garantia da nossa heran&ccedil;a&raquo; (Ef. 1,14), chamamos e na realidade somos filhos de Deus (cf. 1Jo. 3,1),mas n&atilde;o aparecemos ainda com Cristo na gl&oacute;ria (cf. Col. 3,4), na qual seremos semelhantes a Deus, porque O veremos tal como Ele &eacute; (cf. 1Jo. 3,2). Assim, &laquo;enquanto permanecermos neste corpo, vivemos exilados longe do Senhor&raquo; (2Cor. 5,6) e, apesar de possuirmos as prim&iacute;cias do Esp&iacute;rito, gememos dentro de n&oacute;s (cf. Rom. 8,23) e ansiamos por estar com Cristo (cf. Fil. 1,23)&#8221;[10]. O an&uacute;ncio da f&eacute; &eacute; sempre o an&uacute;ncio da esperan&ccedil;a, com amor.<\/span><\/p>\n<p><strong>6.<\/strong> Depois da morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus, escutar Cristo Palavra acontece quando ouvimos a sua Palavra e celebramos, nos sacramentos, a sua P&aacute;scoa. Os sacramentos, sobretudo a Eucaristia, s&atilde;o o momento da s&iacute;ntese harm&oacute;nica entre a Palavra da Escritura escutada e a P&aacute;scoa celebrada. O Senhor quis deixar-nos, nos sacramentos, essa maneira nova de nos unirmos a Ele escutando-O mais profundamente[11].<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">&dagger; JOS&Eacute;, Cardeal-Patriarca<br \/>S&eacute; Patriarcal, 17 de Fevereiro de 2013<\/p>\n<hr \/>\n<p>[1] Presbyterorum Ordinis (PO), n&ordm; 4<br \/>[2] Bento XVI, citado no livro &#8220;Viver o Ano da F&eacute;&#8221;, pg. 17<br \/>[3] Dei Verbum (DV), n&ordm; 2<br \/>[4] Ibidem, n&ordm; 5<br \/>[5] Lumen Gentium, n&ordm; 63<br \/>[6] Ibidem, n&ordm; 61<br \/>[7] Bento XVI, Jesus de Nazar&eacute;, A Inf&acirc;ncia de Jesus, pp. 36-37<br \/>[8] cf. Ibidem, pg. 46<br \/>[9] DV, n&ordm; 4<br \/>[10] LG. n&ordm; 48<br \/>[11] cf. DV, n&ordm; 21<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1.&ordm; Domingo da Quaresma I. 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