{"id":1515,"date":"2016-10-25T19:49:23","date_gmt":"2016-10-25T19:49:23","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1515"},"modified":"2026-03-21T15:40:56","modified_gmt":"2026-03-21T15:40:56","slug":"sepultura-dos-defuntos-e-conservacao-das-cinzas-da-cremacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/sepultura-dos-defuntos-e-conservacao-das-cinzas-da-cremacao\/","title":{"rendered":"Sepultura dos defuntos e conserva\u00e7\u00e3o das cinzas da crema\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-430\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Ress018.jpg\" alt=\"Ress018\" width=\"300\" height=\"225\" style=\"float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Ress018.jpg 500w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Ress018-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Instru&ccedil;&atilde;o <em>Ad resurgendum cum Christo<\/em> a prop&oacute;sito da sepultura dos defuntos e da conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas da crema&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p><strong>1<\/strong>. Para ressuscitar com Cristo, &eacute; necess&aacute;rio morrer com Cristo, isto &eacute;, &ldquo;exilarmo-nos do corpo para irmos habitar junto do Senhor&rdquo; (2 Cor 5, 8). Com a Instru&ccedil;&atilde;o Piam et constantem, de 5 de Julho de 1963, o ent&atilde;o chamado Santo Of&iacute;cio, estabeleceu que &ldquo;seja fielmente conservado o costume de enterrar os cad&aacute;veres dos fi&eacute;is&rdquo;, acrescentando, ainda, que a crema&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; &ldquo;em si mesma contr&aacute;ria &agrave; religi&atilde;o crist&atilde;&rdquo;. Mais ainda, afirmava que n&atilde;o devem ser negados os sacramentos e as ex&eacute;quias &agrave;queles que pediram para ser cremados, na condi&ccedil;&atilde;o de que tal escolha n&atilde;o seja querida &ldquo;como a nega&ccedil;&atilde;o dos dogmas crist&atilde;os, ou num esp&iacute;rito sect&aacute;rio, ou ainda, por &oacute;dio contra a religi&atilde;o cat&oacute;lica e &agrave; Igreja&rdquo;.[1] Esta mudan&ccedil;a da disciplina eclesi&aacute;stica foi consignada no C&oacute;digo de Direito Can&oacute;nico (1983) e no C&oacute;digo dos C&acirc;nones da Igreja Oriental (1990).<\/p>\n<p>Entretanto, a pr&aacute;tica da crema&ccedil;&atilde;o difundiu-se bastante em muitas Na&ccedil;&otilde;es e, ao mesmo tempo, difundem-se, tamb&eacute;m, novas ideias contrastantes com a f&eacute; da Igreja. Depois de a seu tempo se ter ouvido a Congrega&ccedil;&atilde;o para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, o Pontif&iacute;cio Conselho para os Textos Legislativos e numerosas Confer&ecirc;ncias Episcopais e Sinodais dos bispos das Igrejas Orientais, a Congrega&ccedil;&atilde;o para a Doutrina da F&eacute; considerou oportuno publicar uma nova Instru&ccedil;&atilde;o, a fim de rep&ocirc;r as raz&otilde;es doutrinais e pastorais da prefer&ecirc;ncia a dar &agrave; sepultura dos corpos e, ao mesmo tempo, dar normas sobre o que diz respeito &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas no caso da crema&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>2<\/strong>. A ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus &eacute; a verdade culminante da f&eacute; crist&atilde;, anunciada come parte fundamental do Mist&eacute;rio pascal desde as origens do cristianismo: &ldquo;Transmiti-vos em primeiro lugar o que eu mesmo recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze&rdquo; (1 Cor 15, 3-5).<\/p>\n<p>Pela sua morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o, Cristo libertou-nos do pecado e deu-nos uma vida nova: &ldquo;como Cristo ressuscitou dos mortos pela gl&oacute;ria do Pai, tamb&eacute;m n&oacute;s vivemos uma vida nova&rdquo; (Rom 6, 4). Por outro lado, Cristo ressuscitado &eacute; princ&iacute;pio e fonte da nossa ressurrei&ccedil;&atilde;o futura: &ldquo;Cristo ressuscitou dos mortos, como prim&iacute;cias dos que morreram&hellip;.; do mesmo modo que em Ad&atilde;o todos morreram, assim tamb&eacute;m em Cristo todos ser&atilde;o restitu&iacute;dos &agrave; vida&rdquo; (1 Cor 15, 20-22).<\/p>\n<p>Se &eacute; verdade que Cristo nos ressuscitar&aacute; &ldquo;no &uacute;ltimo dia&rdquo;, &eacute; tamb&eacute;m verdade que, de certa forma j&aacute; ressuscit&aacute;mos com Cristo. De facto, pelo Baptismo, estamos imersos na morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo e sacramentalmente assimilados a Ele: &ldquo;Sepultados com Ele no baptismo, tamb&eacute;m com Ele fostes ressuscitados pela f&eacute; que tivestes no poder de Deus, que O ressuscitou dos mortos&rdquo; (Col 2, 12). Unidos a Cristo pelo Baptismo, participamos j&aacute;, realmente, na vida de Cristo ressuscitado (cf. Ef 2, 6).<\/p>\n<p>Gra&ccedil;as a Cristo, a morte crist&atilde; tem um significado positivo. A liturgia da Igreja reza: &ldquo;Para os que cr&ecirc;em em v&oacute;s, Senhor, a vida n&atilde;o acaba, apenas se transforma; e, desfeita a morada deste ex&iacute;lio terrestre, adquirimos no c&eacute;u uma habita&ccedil;&atilde;o eterna&rdquo;.[2] Na morte, o esp&iacute;rito separa-se do corpo, mas na ressurrei&ccedil;&atilde;o Deus torna a dar vida incorrupt&iacute;vel ao nosso corpo transformado, reunindo-o, de novo, ao nosso esp&iacute;rito. Tamb&eacute;m nos nossos dias a Igreja &eacute; chamada a anunciar a f&eacute; na ressurrei&ccedil;&atilde;o: &ldquo;A ressurrei&ccedil;&atilde;o dos mortos &eacute; a f&eacute; dos crist&atilde;os: acreditando nisso somos o que professamos&rdquo;.[3]<\/p>\n<p><strong>3<\/strong>. Seguindo a antiga tradi&ccedil;&atilde;o crist&atilde;, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemit&eacute;rio ou num lugar sagrado.[4]<\/p>\n<p>Ao lembrar a morte, sepultura e ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor, mist&eacute;rio &agrave; luz do qual se manifesta o sentido crist&atilde;o da morte,[5] a inuma&ccedil;&atilde;o &eacute;, antes de mais, a forma mais id&oacute;nea para exprimir a f&eacute; e a esperan&ccedil;a na ressurrei&ccedil;&atilde;o corporal.[6]<\/p>\n<p>A Igreja, que como M&atilde;e acompanhou o crist&atilde;o durante a sua peregrina&ccedil;&atilde;o terrena, oferece ao Pai, em Cristo, o filho da sua gra&ccedil;a e entrega &agrave; terra os restos mortais na esperan&ccedil;a de que ressuscitar&aacute; para a gl&oacute;ria.[7]<\/p>\n<p>Enterrando os corpos dos fi&eacute;is defuntos, a Igreja confirma a f&eacute; na ressurrei&ccedil;&atilde;o da carne,[8] e deseja colocar em relevo a grande dignidade do corpo humano como parte integrante da pessoa da qual o corpo condivide a hist&oacute;ria.[9] N&atilde;o pode, por isso, permitir comportamentos e ritos que envolvam concep&ccedil;&otilde;es err&oacute;neas sobre a morte: seja o aniquilamento definitivo da pessoa; seja o momento da sua fus&atilde;o com a M&atilde;e natureza ou com o universo; seja como uma etapa no processo da reincarna&ccedil;&atilde;o; seja ainda, como a liberta&ccedil;&atilde;o definitiva da &ldquo;pris&atilde;o&rdquo; do corpo.<\/p>\n<p>Por outro lado, a sepultura nos cemit&eacute;rios ou noutros lugares sagrados responde adequadamente &agrave; piedade e ao respeito devido aos corpos dos fi&eacute;is defuntos, que, mediante o Baptismo, se tornaram templo do Esp&iacute;rito Santo e dos quais, &ldquo;como instrumentos e vasos, se serviu santamente o Esp&iacute;rito Santo para realizar tantas boas obras&rdquo;.[10]<\/p>\n<p>O justo Tobias &eacute; elogiado pelos m&eacute;ritos alcan&ccedil;ados junto de Deus por ter enterrado os mortos,[11] e a Igreja considera a sepultura dos mortos como uma obra de miseric&oacute;rdia corporal.[12]<\/p>\n<p>Ainda mais, a sepultura dos corpos dos fi&eacute;is defuntos nos cemit&eacute;rios ou noutros lugares sagrados favorece a mem&oacute;ria e a ora&ccedil;&atilde;o pelos defuntos da parte dos seus familiares e de toda a comunidade crist&atilde;, assim como a venera&ccedil;&atilde;o dos m&aacute;rtires e dos santos.<\/p>\n<p>Mediante a sepultura dos corpos nos cemit&eacute;rios, nas igrejas ou em lugares espec&iacute;ficos para tal, a tradi&ccedil;&atilde;o crist&atilde; conservou a comunh&atilde;o entre os vivos e os mortos e op&otilde;e-se &agrave; tend&ecirc;ncia a esconder ou privatizar o acontecimento da morte e o significado que ela tem para os crist&atilde;os.<\/p>\n<p><strong>4<\/strong>. Onde por raz&otilde;es de tipo higi&eacute;nico, econ&oacute;mico ou social se escolhe a crema&ccedil;&atilde;o; escolha que n&atilde;o deve ser contr&aacute;ria &agrave; vontade expl&iacute;cita ou razoavelmente presum&iacute;vel do fiel defunto, a Igreja n&atilde;o v&ecirc; raz&otilde;es doutrinais para impedir tal pr&aacute;xis; uma vez que a crema&ccedil;&atilde;o do cad&aacute;ver n&atilde;o toca o esp&iacute;rito e n&atilde;o impede &agrave; omnipot&ecirc;ncia divina de ressuscitar o corpo. Por isso, tal facto, n&atilde;o implica uma raz&atilde;o objectiva que negue a doutrina crist&atilde; sobre a imortalidade da alma e da ressurrei&ccedil;&atilde;o dos corpos.[13]<\/p>\n<p>A Igreja continua a preferir a sepultura dos corpos uma vez que assim se evidencia uma estima maior pelos defuntos; todavia, a crema&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; proibida, &ldquo;a n&atilde;o ser que tenha sido preferida por raz&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; doutrina crist&atilde;&rdquo;.[14]<\/p>\n<p>Na aus&ecirc;ncia de motiva&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; doutrina crist&atilde;, a Igreja, depois da celebra&ccedil;&atilde;o das ex&eacute;quias, acompanha a escolha da crema&ccedil;&atilde;o seguindo as respectivas indica&ccedil;&otilde;es lit&uacute;rgicas e pastorais, evitando qualquer tipo de esc&acirc;ndalo ou de indiferentismo religioso.<\/p>\n<p><strong>5<\/strong>. Quaisquer que sejam as motiva&ccedil;&otilde;es leg&iacute;timas que levaram &agrave; escolha da crema&ccedil;&atilde;o do cad&aacute;ver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto &eacute;, no cemit&eacute;rio ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesi&aacute;stica.<\/p>\n<p>Desde o in&iacute;cio os crist&atilde;os desejaram que os seus defuntos fossem objecto de ora&ccedil;&otilde;es e de mem&oacute;ria por parte da comunidade crist&atilde;. Os seus t&uacute;mulos tornaram-se lugares de ora&ccedil;&atilde;o, de mem&oacute;ria e de reflex&atilde;o. Os fi&eacute;is defuntos fazem parte da Igreja, que cr&ecirc; na comunh&atilde;o &ldquo;dos que peregrinam na terra, dos defuntos que est&atilde;o levando a cabo a sua purifica&ccedil;&atilde;o e dos bem-aventurados do c&eacute;u: formam todos uma s&oacute; Igreja&rdquo;.[15]<\/p>\n<p>A conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas num lugar sagrado pode contribuir para que n&atilde;o se corra o risco de afastar os defuntos da ora&ccedil;&atilde;o e da recorda&ccedil;&atilde;o dos parentes e da comunidade crist&atilde;. Por outro lado, deste modo, se evita a possibilidade de esquecimento ou falta de respeito que podem acontecer, sobretudo depois de passar a primeira gera&ccedil;&atilde;o, ou ent&atilde;o cair em pr&aacute;ticas inconvenientes ou supersticiosas.<\/p>\n<p><strong>6<\/strong>. Pelos motivos mencionados, a conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas em casa n&atilde;o &eacute; consentida. Em casos de circunst&acirc;ncias gravosas e excepcionais, dependendo das condi&ccedil;&otilde;es culturais de car&aacute;cter local, o Ordin&aacute;rio, de acordo com a Confer&ecirc;ncia Episcopal ou o S&iacute;nodo dos Bispos das Igrejas Orientais, poder&aacute; autorizar a conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas em casa. As cinzas, no entanto, n&atilde;o podem ser dividias entre os v&aacute;rios n&uacute;cleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condi&ccedil;&otilde;es de conserva&ccedil;&atilde;o das mesmas<\/p>\n<p><strong>7<\/strong>. Para evitar qualquer tipo de equ&iacute;voco pante&iacute;sta, naturalista ou niilista, n&atilde;o seja permitida a dispers&atilde;o das cinzas no ar, na terra ou na &aacute;gua ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas cremadas sob a forma de recorda&ccedil;&atilde;o comemorativa em pe&ccedil;as de joalharia ou em outros objectos, tendo presente que para tal modo de proceder n&atilde;o podem ser adoptadas raz&otilde;es de ordem higi&eacute;nica, social ou econ&oacute;mica a motivar a escolha da crema&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>8<\/strong>. No caso do defunto ter claramente manifestado o desejo da crema&ccedil;&atilde;o e a dispers&atilde;o das mesmas na natureza por raz&otilde;es contr&aacute;rias &agrave; f&eacute; crist&atilde;, devem ser negadas as ex&eacute;quias, segundo o direito.[16]<\/p>\n<p>O Sumo Pont&iacute;fice Francisco, na Audi&ecirc;ncia concedida ao abaixo-assinado, Cardeal Prefeito, em 18 de Mar&ccedil;o de 2016, aprovou a presente Instru&ccedil;&atilde;o, decidida na Sess&atilde;o Ordin&aacute;ria desta Congrega&ccedil;&atilde;o em 2 de Mar&ccedil;o de 2016, e ordenou a sua publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Roma, Congrega&ccedil;&atilde;o para a Doutrina da F&eacute;, <br \/>15 de Agosto de 2016, Solenidade da Assun&ccedil;&atilde;o da Virgem Santa Maria.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Gerhard Card. M&uuml;ller, Prefeito<br \/>+Luis F. Ladaria, S.I. Arcebispo titular de Thibica, Secret&aacute;rio<\/p>\n<hr \/>\n<p>[1] AAS 56 (1964), 822-823.<br \/>[2] Missal Romano, Pref&aacute;cio dos Defuntos I.<br \/>[3] Tertuliano, De resurrectione carnis, 1,1: CCL 2, 921.<br \/>[4] Cf. CDC, can. 1176, &sect; 3; can. 1205; CCIO, can. 876, &sect; 3; can. 868.<br \/>[5] Cf. Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica, n. 1681.<br \/>[6] Cf. CDC, can. 1176, &sect; 3; can. 1205; CCIO, can. 876, &sect; 3; can. 868.<br \/>[7] Cf. 1 Cor 15,42-44; Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica, n. 1683.<br \/>[8] Cf. Santo Agostinho, De cura pro mortuis gerenda, 3, 5: CSEL 41, 628.<br \/>[9] Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Constitui&ccedil;&atilde;o pastoral Gaudium et spes, n. 14.<br \/>[10] Cf. Santo Agostinho, De cura pro mortuis gerenda, 3, 5: CSEL 41, 627.<br \/>[11] Cf. Tb 2, 9; 12, 12.<br \/>[12] Cf. Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica, n. 2300.<br \/>[13] Cf. Suprema e Sagrada Congrega&ccedil;&atilde;o do Santo Of&iacute;cio, Instru&ccedil;&atilde;o Piam et constantem, de 5 de Julho de 1963: AAS 56 (1964), 822.<br \/>[14] CDC, can. 1176, &sect;3; cf. CCIO, can. 876, &sect;3.<br \/>[15] Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica, n. 962.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Instru&ccedil;&atilde;o Ad resurgendum cum Christo a prop&oacute;sito da sepultura dos defuntos e da conserva&ccedil;&atilde;o das cinzas da crema&ccedil;&atilde;o 1. 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