{"id":1529,"date":"2017-02-11T14:09:00","date_gmt":"2017-02-11T14:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1529"},"modified":"2026-03-21T15:40:55","modified_gmt":"2026-03-21T15:40:55","slug":"tracos-fundamentais-da-mensagem-de-fatima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/tracos-fundamentais-da-mensagem-de-fatima\/","title":{"rendered":"Tra\u00e7os fundamentais da mensagem de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1528\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/323FAT.jpg\" alt=\"323FAT\" width=\"300\" height=\"135\" style=\"float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/323FAT.jpg 1200w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/323FAT-300x135.jpg 300w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/323FAT-1024x461.jpg 1024w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/323FAT-768x346.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>&laquo;Maria &eacute; nosso modelo na sua vida oculta, na sua vida de sil&ecirc;ncio e de recolhimento, em Nazar&eacute;. Maria dispensa um cuidado sem igual &agrave; vida interior. &Eacute; uma vida de amor, de uni&atilde;o e de imola&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O <em>Ecce ancilla<\/em> (eis a serva) resume a vida de Maria, tal como o <em>Ecce venio<\/em> (eis-me aqui) resume a de Jesus. Pelo seu Ecce ancilla, Maria aceitou ser a M&atilde;e do Redentor. Maria estava predestinada para ser M&atilde;e do seu Deus. Foi dotada e adornada de todas as gra&ccedil;as e dons. Contudo, as suas gra&ccedil;as e os seus m&eacute;ritos aumentaram de dia para dia em consequ&ecirc;ncia da sua fiel coopera&ccedil;&atilde;o, da sua pureza, do puro amor com o qual cumpriu a sua miss&atilde;o.&raquo;<\/p>\n<p>(Pe. Dehon, in <em>Direct&oacute;rio Espiritual<\/em>, 42-43.48.49)<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>No Centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es de F&aacute;tima, a mensagem de F&aacute;tima em alguns tra&ccedil;os fundamentais<\/strong><\/p>\n<p>As apari&ccedil;&otilde;es de F&aacute;tima constituem um acontecimento incontorn&aacute;vel dos tempos contempor&acirc;neos e marcante na vida da Igreja, n&atilde;o apenas pela clara import&acirc;ncia que lhes &eacute; reconhecida individualmente por in&uacute;meros crentes e pela sua extensa divulga&ccedil;&atilde;o em todo o mundo, mas tamb&eacute;m e sobretudo pela sua &iacute;ntima e not&oacute;ria liga&ccedil;&atilde;o &agrave; mensagem evang&eacute;lica, pela profundidade com que marcam a viv&ecirc;ncia da f&eacute; de tantos disc&iacute;pulos de Cristo e pelo alcance prof&eacute;tico &ndash; porquanto permanentemente atual e vivencial mente incisivo &ndash; dos seus conte&uacute;dos.<\/p>\n<p>Trata-se, com efeito, de uma mensagem eloquente para os crentes de todos os tempos, que projeta um fecundo dinamismo para o presente e abre horizontes de f&eacute; para o futuro da hist&oacute;ria humana. &Eacute; nesta perspetiva de atualidade prof&eacute;tica que a celebra&ccedil;&atilde;o do Centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es de F&aacute;tima assume o seu amplo significado: &eacute;, mais do que o assinalamento de uma efem&eacute;ride hist&oacute;rica, a sublima&ccedil;&atilde;o do sentido de um acontecimento cujo vetor fundamental &eacute; o do recentramento da vida no essencial, no que &eacute; vital por antonom&aacute;sia: o Deus-amor permanentemente presente e misericordiosamente atento aos dramas da hist&oacute;ria humana.<\/p>\n<p>Celebrar este Centen&aacute;rio &eacute;, pois, ocasi&atilde;o prop&iacute;cia para reler o evento F&aacute;tima &ndash; a mem&oacute;ria dos acontecimentos e a atualidade da sua mensagem &#8211; e buscar a profundidade do seu sentido, perscrutando, sempre de novo, a densidade e os tra&ccedil;os fundamentais deste dom-carisma de Deus &agrave; Igreja e &agrave; humanidade.<\/p>\n<p><strong>Promessa de miseric&oacute;rdia: o evento F&aacute;tima<\/strong><\/p>\n<p>O acontecimento F&aacute;tima d&aacute;-se como uma irrup&ccedil;&atilde;o da luz de Deus nas sombras da hist&oacute;ria humana, que, nos alvores do s&eacute;culo XX, se encontra marcada pelo entrincheiramento no desamor e no desencontro e carente de uma palavra de esperan&ccedil;a: a da boa nova evang&eacute;lica que recentra no amor que vem de Deus e no pr&oacute;prio Deus que &eacute; comunh&atilde;o-de-amor.<\/p>\n<p>F&aacute;tima inaugura-se com um convite &agrave; confian&ccedil;a &ndash; &laquo;N&atilde;o temais&raquo; &ndash; e &agrave; adora&ccedil;&atilde;o &ndash; &laquo;Sant&iacute;ssima Trindade, adoro-vos profundamente&raquo; &ndash;, qual convoca&ccedil;&atilde;o ao reconhecimento da centralidade e do amor de Deus. Da humildade da prostra&ccedil;&atilde;o a que o Anjo introduz brotar&atilde;o a f&eacute;, a esperan&ccedil;a e o amor (que frutifica no cuidado pelos outros, sobretudo os que est&atilde;o &agrave; margem do amor &ndash; n&atilde;o creem, n&atilde;o adoram, n&atilde;o esperam e n&atilde;o amam).<\/p>\n<p>A voca&ccedil;&atilde;o a uma vida eucar&iacute;stica &ndash; feita dom &ndash; para que o Anjo aponta ser&aacute; confirmada e aprofundada pela Senhora do Ros&aacute;rio: &laquo;Quereis oferecer-vos a Deus?&raquo;. &Eacute; o convite a uma total disponibilidade para o acolhimento da &laquo;luz que &eacute; Deus&raquo;, que ilumina o mist&eacute;rio humano e resgata para a vida plena. A ora&ccedil;&atilde;o, a que o Anjo e a Senhora insistentemente chamam, assume-se como lugar de encontro em que se enra&iacute;za a intimidade com Deus e a resposta ao seu amor primeiro e donde brota a urg&ecirc;ncia do amor aos demais.<\/p>\n<p>Aberto com o convite &agrave; confian&ccedil;a, o evento F&aacute;tima encerra com a promessa de que o cora&ccedil;&atilde;o compassivo de Deus sempre se faz dom, jamais desistindo de oferecer um horizonte de vida e alegria em plenitude, des&iacute;gnio que a brancura do Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado, cheio de gra&ccedil;a, figura como voca&ccedil;&atilde;o de cada homem e mulher.<\/p>\n<p><strong>Vida centrada em Deus: a Adora&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>A experi&ecirc;ncia de Deus a que s&atilde;o iniciados e em que n&atilde;o mais deixar&atilde;o de adentrar os tr&ecirc;s videntes de F&aacute;tima abre-se com uma convoca&ccedil;&atilde;o &agrave; adora&ccedil;&atilde;o &ndash; &laquo;Orai comigo. Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos&raquo; &ndash;, que se revelar&aacute; a atitude adequada a adotar diante do Deus que amorosa e graciosamente se manifesta. Adequada n&atilde;o apenas porque justa e necess&aacute;ria diante da grandeza do mist&eacute;rio que se desvela; adequada sobretudo porque vivencial e experiencialmente incarnada na vida de quem, deixando-se tocar por essa convoca&ccedil;&atilde;o de amor e ao amor, s&oacute; no sil&ecirc;ncio adorante habitado pela presen&ccedil;a de Deus encontra o lugar prop&iacute;cio para responder-lhe.<\/p>\n<p>A prostra&ccedil;&atilde;o do Anjo, diante de quem se veem envolvidos pela luminosa presen&ccedil;a do pr&oacute;prio Deus &ndash; em cuja luz haver&atilde;o de ver e ver-se autenticamente, segundo o olhar de Deus, pelas m&atilde;os da Senhora do Ros&aacute;rio &ndash;, segue-se a sua prostra&ccedil;&atilde;o: a ades&atilde;o a um modo de ser e estar pr&oacute;prio de quem humilde e confiadamente entrega a exist&ecirc;ncia nas m&atilde;os de Deus.<\/p>\n<p>Este esp&iacute;rito de adora&ccedil;&atilde;o na f&eacute; abre-se em atitude reparadora e intercessora na esperan&ccedil;a e no amor. A experi&ecirc;ncia vertical da intimidade com Deus transborda para um compromisso horizontal, numa amorosa abertura aos outros, particularmente os afastados dessa intimidade. Convidados a orar-adorar, os pastorinhos s&atilde;o desafiados a pro-existir: introduzidos na contempla&ccedil;&atilde;o do rosto trinit&aacute;rio de Deus, assumem incondicionalmente a &aacute;rdua mas enamorada tarefa do oferecimento de si pelos que vivem sem Deus. &Eacute; a adora&ccedil;&atilde;o fecunda a que F&aacute;tima convoca.<\/p>\n<p><strong>Vida oferecida como dom: o Sacrif&iacute;cio e a Eucaristia<\/strong><br \/>O sacrif&iacute;cio a que a mensagem de F&aacute;tima chama &eacute; a configura&ccedil;&atilde;o ao jeito de ser de Jesus Cristo, enquanto uni&atilde;o oblativa, generosa e amorosa &agrave; sua pr&oacute;pria doa&ccedil;&atilde;o. Trata-se de fazer da vida dom generoso a Deus e aos\/ pelos outros.<\/p>\n<p>O convite ao sacrif&iacute;cio integra, assim, a voca&ccedil;&atilde;o do crente: assumir o discipulado crist&atilde;o &eacute; assumir um modo de ser que chama ao dom de si, esse estilo cr&iacute;stico de ser e viver. Dom de si: eis o significado profundo e o sentido do sacrif&iacute;cio como nos &eacute; apresentado em F&aacute;tima.<\/p>\n<p>E &eacute; no horizonte muito pr&oacute;prio da miseric&oacute;rdia que se d&aacute; esta convoca&ccedil;&atilde;o ao dom de si. A convers&atilde;o do crente e o seu compromisso com o sacrif&iacute;cio nascem da miseric&oacute;rdia de Deus, j&aacute; que &eacute; da aten&ccedil;&atilde;o de Deus aos misericordiosos, aos sem-amor, que brota o compromisso do crente por eles. Da atitude crente da adora&ccedil;&atilde;o, que reconhece o Deus-amor como o centro da vida, decorre essa doa&ccedil;&atilde;o amorosa aos outros.<\/p>\n<p>E &laquo;como nos havemos de sacrificar?&raquo;, perguntam, inquietos, os pastorinhos. Como oferecer a vida em favor dos sem-amor? O Anjo pacifica-os: &laquo;de tudo o que puderdes&raquo;. A vida aberta a Deus ocasionar&aacute; lugar para o dom. E mesmo o pouco que o nosso tudo possa parecer ser&aacute; quanto basta: a humildade do dom total, simples e confiado, multiplicado pelas m&atilde;os de Deus.<\/p>\n<p>Entendido como dom de si, o sacrif&iacute;cio apresenta-se em clara correla&ccedil;&atilde;o com a Eucaristia. &Eacute; a uma vida eucar&iacute;stica, feita p&atilde;o partido, que o crente &eacute; chamado; a uma vida descentrada de si, centrada em Deus e transbordante para o compromisso com os outros, particularmente os afastados do amor.<\/p>\n<p><strong>Respondendo ao Amor: a Repara&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>A repara&ccedil;&atilde;o &eacute; tem&aacute;tica-apelo com assinal&aacute;vel eco na mensagem de F&aacute;tima. O Anjo convida ao sacrif&iacute;cio e &agrave; ora&ccedil;&atilde;o &laquo;em ato de repara&ccedil;&atilde;o pelos pecados com que [Deus] &eacute; ofendido&raquo;; tamb&eacute;m a Senhora desafia ao dom de si em esp&iacute;rito reparador. Surgem em correla&ccedil;&atilde;o, de facto, o sacrif&iacute;cio e a repara&ccedil;&atilde;o. Dever&aacute; ser, pois, na linha do sentido do sacrif&iacute;cio (ou seja, do generoso, dispon&iacute;vel e comprometido dom de si) que a repara&ccedil;&atilde;o h&aacute; de entender-se.<\/p>\n<p>A partir das dimens&otilde;es do sacrif&iacute;cio reparador como &eacute; recordado em F&aacute;tima, poderemos ver o seu sentido de express&atilde;o da amizade com Deus o aspeto que mais imediatamente nos aproxima do conte&uacute;do nuclear da repara&ccedil;&atilde;o. Os pastorinhos deixam-se surpreender por aquela tristeza de Deus, esse mesmo Deus que os enche de uma indiz&iacute;vel alegria e de quem s&atilde;o &iacute;ntimos. O Francisco &eacute; quem mais desenvolve este esp&iacute;rito de amizade que &eacute; de tal modo intenso que espoleta a tristeza pelo desamor. Percebendo essa tristeza de Deus, nada mais deseja do que consolar o seu amigo. O olhar do Francisco encontra a tristeza de Deus e faz dela a sua pr&oacute;pria tristeza, nada mais procurando do que dar-lhe alegria.<\/p>\n<p>Aquele que se reconhece amado incondicionalmente por Deus compreende o sofrimento desse Deus que se comove at&eacute; &agrave;s entranhas (cf. Jr 31,20) por quantos se afastam do seu rega&ccedil;o. A repara&ccedil;&atilde;o surge, assim, como um livre ato de amor de quem quer alegrar-consolar aquele que ama e por quem se sabe e sente infinitamente amado.<\/p>\n<p><strong>Convocados &agrave; brancura do cora&ccedil;&atilde;o: o Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria<\/strong><br \/>O Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria &eacute; imagem e paradigma da voca&ccedil;&atilde;o de todo o crente &agrave; abertura e &agrave; disponibilidade para que Deus seja o centro da sua vida. O Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado surge como figura da convers&atilde;o a que o batizado &eacute; chamado: a convers&atilde;o &agrave; gra&ccedil;a e &agrave; miseric&oacute;rdia de Deus. &Eacute; o Cora&ccedil;&atilde;o, cheio da gra&ccedil;a da Trindade, plenificado pela &laquo;luz que &eacute; Deus&raquo; que nele habita e transparece.<\/p>\n<p>Na apari&ccedil;&atilde;o de junho, a Senhora garante a L&uacute;cia: &laquo;O meu Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado ser&aacute; o teu ref&uacute;gio e o caminho que te conduzir&aacute; at&eacute; Deus&raquo;. Enquanto ref&uacute;gio, o Cora&ccedil;&atilde;o de Maria convida &agrave; confian&ccedil;a; enquanto caminho, revela-se moldado segundo Deus e apresenta-se como modelo a tomar em linha de conta e imitar. Imitar Maria, totalmente dispon&iacute;vel para a vontade divina, &eacute; caminhar na configura&ccedil;&atilde;o com Cristo, cujo alimento &eacute; a vontade do Pai (cf. Jo 4,34). Por ter feito do fiat o eixo conformador da sua exist&ecirc;ncia, Maria foi imaculada por Deus. &Eacute; o convite de Deus a cada um dos seus filhos: que se abram &agrave; sua a&ccedil;&atilde;o santificadora, que deixem que lhes branqueie os cora&ccedil;&otilde;es. O Cora&ccedil;&atilde;o da Imaculada figura essa voca&ccedil;&atilde;o definitiva de cada homem e cada mulher, desde sempre sonhados para a gra&ccedil;a.<\/p>\n<p>A devo&ccedil;&atilde;o ao Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria torna-se, nomeadamente com o pedido de consagra&ccedil;&atilde;o da R&uacute;ssia (e de tudo o que est&aacute; a&iacute; simbolizado), express&atilde;o da presen&ccedil;a de Deus, que acompanha o drama da hist&oacute;ria dos homens. Consagrar-se a esse Cora&ccedil;&atilde;o segundo o Cora&ccedil;&atilde;o de Deus &eacute; acolher-se na vontade de se deixar converter pela miseric&oacute;rdia divina da qual ele &eacute; &iacute;cone e reafirmar a certeza de que a voca&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a vida plena em Deus.<\/p>\n<p><strong>Revestidos de Cristo: a ora&ccedil;&atilde;o do Ros&aacute;rio<\/strong><br \/>A contempla&ccedil;&atilde;o dos mist&eacute;rios da vida do Filho de Deus incarnado, crucificado e ressuscitado que suporta, como fundamento e ess&ecirc;ncia, a ora&ccedil;&atilde;o do Ros&aacute;rio pedida insistentemente em F&aacute;tima aponta-nos o rosto de um Deus que n&atilde;o se cansa de buscar a humanidade, sobretudo quando mais ferida e desgarrada, para a resgatar para o aconchego da sua intimidade e do seu amor, reconduzindo-a &agrave; alegria plena e &agrave; vida.<\/p>\n<p>A ora&ccedil;&atilde;o do Ros&aacute;rio, profundamente cristol&oacute;gica n&atilde;o obstante a sua fisionomia mariana, centra-nos na promessa definitiva do triunfo da miseric&oacute;rdia que a vida de Cristo, evocada nos mist&eacute;rios meditados, veio inaugurar. Meditar nesses mist&eacute;rios, ao jeito de Maria, &eacute;, como ela, deixar-se moldar pela presen&ccedil;a de Deus. &Eacute; deixar-se renovar e formar de novo, como nova criatura, &agrave; imagem de Cristo, segundo o olhar atento e enlevado dessa mulher que, com o seu fiat, fez da sua vida dom, conservando cada palavra e cada gesto do Filho na profundidade do cora&ccedil;&atilde;o (cf. Lc 2,1 9). O &acirc;mago e &aacute;pice desta ora&ccedil;&atilde;o &eacute; a cristifica&ccedil;&atilde;o: a conforma&ccedil;&atilde;o ao jeito de ser de Jesus Cristo. Na sua configura&ccedil;&atilde;o de progressividade narrativa-contemplativa, o ros&aacute;rio ritma-se ainda pela doxologia &agrave; Trindade, que nos coloca mais uma vez e diretamente no horizonte da adora&ccedil;&atilde;o a Deus. &Eacute; o amor criador (e constantemente recriador) do Pai, a obra redentora do Filho e a a&ccedil;&atilde;o santificadora do Esp&iacute;rito que a&iacute; se tornam manifestos.<\/p>\n<p>Do olhar contemplativo dos pastorinhos e do seu ros&aacute;rio vivido-rezado (porque feito ora&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m configura&ccedil;&atilde;o vital) aprenderemos esse estilo crente concentrado em Deus e transbordante para os demais, ao jeito de Jesus Cristo.<\/p>\n<p><strong>&laquo;Sem amor, nenhuns olhos s&atilde;o videntes&raquo;: a espiritualidade das crian&ccedil;as-pastores de F&aacute;tima<\/strong><br \/>Os pequenos pastores de Aljustrel tornaram-se videntes precisamente por se deixarem olhar por Deus e por deixarem o seu pr&oacute;prio olhar encher-se pela beleza indiz&iacute;vel do que viram. Na simplicidade dos seus cora&ccedil;&otilde;es, na transpar&ecirc;ncia dos seus olhos c&acirc;ndidos e na disponibilidade das suas vidas s&atilde;o constitu&iacute;dos testemunhas desse encontro com o Deus-amor.<\/p>\n<p>O Francisco n&atilde;o ouviu o Anjo nem a Senhora. Talvez precisamente dessa escuta feita apenas com o olhar tenha brotado a especial sensibilidade para a contempla&ccedil;&atilde;o e a adora&ccedil;&atilde;o que lhe reconhecemos, a sensibilidade de quem atenta na voz que fala em e no sil&ecirc;ncio. Unir-se a Jesus, consolando-o e tornando presentes na generosidade da sua ora&ccedil;&atilde;o os outros, eis o cerne da contempla&ccedil;&atilde;o do Francisco.<\/p>\n<p>A Jacinta ser&aacute; especialmente tocada por um ardente cuidado para com o Deus-amor, cujo cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; com a humanidade, e para com a humanidade n&atilde;o responsiva a esse amor. Cresce, pois, numa atitude de generosa configura&ccedil;&atilde;o &agrave; obla&ccedil;&atilde;o de Cristo em favor da humanidade, tomando sobre si mesma o cuidado atento e bondoso pelos que est&atilde;o afastados do amor.<\/p>\n<p>A L&uacute;cia reconhecer-se-&aacute; investida de uma miss&atilde;o testemunhal e far&aacute; dessa fidelidade &agrave; mensagem recebida-transmitida o vetor orientador da vida-testemunho. F&aacute;-lo como o fazem as verdadeiras testemunhas: apagando-se para que brilhe a luz do dom que acolheu e viveu para transmitir. &Eacute; a testemunha fiel &agrave; imagem do Filho incarnado, que norteia a vida pela obedi&ecirc;ncia &agrave; vontade do Pai.<\/p>\n<p>A particular concretiza&ccedil;&atilde;o na vida de cada um dos pastorinhos da experi&ecirc;ncia daquele encontro segundo express&otilde;es diversas configura acentua&ccedil;&otilde;es harmoniosas e complementares e uma mesma espiritualidade: a que recoloca Deus no centro da exist&ecirc;ncia e reconduz as exist&ecirc;ncias, pr&oacute;prias e dos demais, ao &iacute;ntimo de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Calend&aacute;rio Dehoniano 2017<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&laquo;Maria &eacute; nosso modelo na sua vida oculta, na sua vida de sil&ecirc;ncio e de recolhimento, em Nazar&eacute;. 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