{"id":1543,"date":"2017-04-27T22:15:02","date_gmt":"2017-04-27T22:15:02","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1543"},"modified":"2026-03-21T15:40:55","modified_gmt":"2026-03-21T15:40:55","slug":"festa-dos-beatos-francisco-e-jacinta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/festa-dos-beatos-francisco-e-jacinta\/","title":{"rendered":"Festa dos beatos Francisco e Jacinta"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1542\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Pastorinhos.jpg\" alt=\"Pastorinhos\" width=\"300\" height=\"259\" style=\"float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Pastorinhos.jpg 1007w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Pastorinhos-300x259.jpg 300w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Pastorinhos-768x663.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Com Francisco e Jacinta Marto, chamados a sermos santos na caridade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><em>Nota Pastoral da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa por ocasi&atilde;o da canoniza&ccedil;&atilde;o de Francisco e Jacinta Marto.<\/em><\/span><br \/>A Igreja em Portugal enche-se de j&uacute;bilo e d&aacute; gra&ccedil;as a Deus pela canoniza&ccedil;&atilde;o dos beatos Francisco e Jacinta Marto no pr&oacute;ximo dia 13 de maio, durante a peregrina&ccedil;&atilde;o presidida pelo Papa Francisco. As suas vidas convidam-nos &agrave; docilidade ao Esp&iacute;rito do Senhor ressuscitado, ao cuidado sol&iacute;cito da humanidade e ao compromisso fiel com o rosto misericordioso de Deus.<\/p>\n<p><strong>1. A Igreja rejubila com a santidade<\/strong><br \/>Na celebra&ccedil;&atilde;o do centen&aacute;rio das apari&ccedil;&otilde;es de Nossa Senhora, a canoniza&ccedil;&atilde;o dos beatos Francisco e Jacinta Marto vem confirmar que a mensagem de F&aacute;tima &eacute; um itiner&aacute;rio pedag&oacute;gico para o disc&iacute;pulo de Cristo que procura conformar o seu cora&ccedil;&atilde;o com o do Mestre. Exultamos, por isso, com a abund&acirc;ncia da gra&ccedil;a de Deus, que se manifesta na fr&aacute;gil vida destes dois humildes Pastorinhos. Envolvidos pela carinhosa e materna luz de Maria, modelo dos pequenos e pobres, eles experimentam a ternura e a for&ccedil;a do bra&ccedil;o amoroso de Deus, que humilha os soberbos e levanta os humildes, fazendo resplandecer no testemunho da sua curta exist&ecirc;ncia a elevada e perene gl&oacute;ria da santidade.<\/p>\n<p><strong>2. Vidas em tom de Magnificat<\/strong><br \/>Nesta ditosa ocasi&atilde;o, ser-nos-&aacute; espiritualmente fecundo reler as Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia e os outros testemunhos escritos sobre a experi&ecirc;ncia espiritual dos dois Pastorinhos, que fazem parte da tradi&ccedil;&atilde;o viva da Igreja. Percorrendo de novo a vida de Francisco e de Jacinta, damo-nos conta de como o Esp&iacute;rito Santo suscitou, salvaguardou e potenciou o cora&ccedil;&atilde;o infantil, encantado e simples com que cada um deles contemplou, assimilou e refletiu a imagem de Cristo. Fruto desta abertura ao Esp&iacute;rito, reconhecemos na experi&ecirc;ncia espiritual de Jacinta uma imita&ccedil;&atilde;o generosa de Cristo, servo sofredor e abandonado na cruz e, na de Francisco, uma imita&ccedil;&atilde;o contemplativa de Cristo &laquo;escondido&raquo; e silencioso. Eles que foram videntes da miseric&oacute;rdia de Deus, assumiram-na de tal forma que, atrav&eacute;s da limpidez das suas vidas singelas, d&atilde;o a ver o rosto da miseric&oacute;rdia[1].<br \/>Francisco Marto nasceu no dia 11 de junho de 1908, em Aljustrel, no mesmo lugar da freguesia de F&aacute;tima em que nasceu Jacinta Marto, sua irm&atilde;, no dia 5 de mar&ccedil;o de 1910. No ano de 1916 viram, com sua prima L&uacute;cia de Jesus, por tr&ecirc;s vezes, o Anjo da Paz. Entre maio e outubro de 1917 foram visitados pela Virgem Maria, a Senhora do Ros&aacute;rio.<br \/>A partir desta experi&ecirc;ncia inef&aacute;vel, as suas vidas passam a estar completamente centradas em Deus: convidados a adorar o Mist&eacute;rio da Trindade, vivem focados no rosto de miseric&oacute;rdia do Pai; convidados a oferecer a vida pelo bem dos irm&atilde;os, n&atilde;o mais deixam de ter no seu horizonte o cuidado pelos que mais necessitam, os pecadores; convidados a orar continuamente, passar&atilde;o a rezar todos os dias o Ros&aacute;rio pela paz no mundo; convidados a consagrar-se a Deus, ao jeito do Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria, viver&atilde;o as suas breves vidas com a intensidade do Magnificat.<br \/>Depois de dedicarem os seus dias ao amor a Deus, ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria, ao Santo Padre e a todos os irm&atilde;os, particularmente aos pecadores, Francisco faleceu no dia 4 de abril de 1919 e Jacinta no dia 20 de fevereiro de 1920.<\/p>\n<p><strong>3. O exemplo de Francisco e de Jacinta como interpela&ccedil;&atilde;o eclesial<\/strong><br \/>Como recentemente record&aacute;mos, ao assinalar o centen&aacute;rio das apari&ccedil;&otilde;es de F&aacute;tima, &laquo;para os Pastorinhos, o cora&ccedil;&atilde;o da Senhora era o Santu&aacute;rio do seu encontro com Deus (&#8230;). A miseric&oacute;rdia de Deus, o palpitar do seu cora&ccedil;&atilde;o diante dos pecadores e dos desgra&ccedil;ados, encontra um &iacute;cone privilegiado no cora&ccedil;&atilde;o de Maria&raquo;[2]. &Agrave; luz do cora&ccedil;&atilde;o materno da Virgem, &laquo;figura da Igreja, na ordem da f&eacute;, da caridade e da perfeita uni&atilde;o com Cristo&raquo;[3], Francisco e Jacinta fazem, na sua espiritualidade, a s&iacute;ntese daquilo que a Igreja &eacute; continuamente chamada a ser: contemplativa e compassiva.<br \/>O perfil espiritual de Francisco &eacute; caraterizado pelo apelo &agrave; adora&ccedil;&atilde;o e &agrave; contempla&ccedil;&atilde;o. Sempre que podia, refugiava-se num lugar isolado para rezar sozinho, passando longas horas no sil&ecirc;ncio da igreja paroquial, junto ao sacr&aacute;rio, para fazer companhia a &laquo;Jesus escondido&raquo;. Na sua intimidade, Francisco entrev&ecirc; um Deus entristecido face aos sofrimentos do mundo, sofre com Ele e deseja consol&aacute;-lo[4]. Salienta assim que a vida de ora&ccedil;&atilde;o se alimenta pela escuta atenta do sil&ecirc;ncio em que Deus fala. Francisco deixa-se habitar pela presen&ccedil;a indiz&iacute;vel de Deus &ndash; &laquo;Eu sentia que Deus estava em mim, mas n&atilde;o sabia como era!&raquo;[5] &ndash; e &eacute; a partir dessa presen&ccedil;a que ele acolhe os outros na sua ora&ccedil;&atilde;o. A sua vida de f&eacute; &eacute; uma vida de contempla&ccedil;&atilde;o de Cristo &laquo;escondido&raquo;.<br \/>O perfil espiritual de Jacinta &eacute; caraterizado pela singela generosidade da f&eacute;. Nas pequenas coisas da sua vida simples de menina, Jacinta tudo entrega em dom agradecido ao cora&ccedil;&atilde;o de Deus, em favor da humanidade. Expressava frequentemente o desejo de partilhar o amor ardente que sentia pelos cora&ccedil;&otilde;es de Jesus e de Maria e que a fazia crescer no cuidado pelos pecadores. Todos os pequenos detalhes do seu dia, inclusive as contrariedades da sua doen&ccedil;a, eram motivo de oferta a Deus pela convers&atilde;o dos pecadores e pelo Santo Padre. Nas suas mem&oacute;rias, a prima L&uacute;cia diz dela que rezar e sofrer por amor &laquo;era o seu ideal, era no que falava&raquo;[6].<\/p>\n<p><strong>4. O Mist&eacute;rio de Deus como horizonte definitivo<\/strong><br \/>O Mist&eacute;rio de Deus que as crian&ccedil;as experienciam nas apari&ccedil;&otilde;es do Anjo e de Nossa Senhora marcou-as de tal forma que ficaram fascinadas pela beleza do amor de Deus, tendo despertado nelas um desejo profundo do C&eacute;u, um ardente anseio de estar com Jesus vivo e com a M&atilde;e do C&eacute;u.<br \/>Muito rapidamente esta sua atitude contemplativa tornou-se evidente para todos: a vontade de estar para sempre com o Senhor levava o Francisco a procurar frequentemente a ora&ccedil;&atilde;o pessoal, feita de joelhos, muitas vezes por detr&aacute;s de um muro ou de uma cerca. Tamb&eacute;m na Jacinta este desejo &eacute; evidente. O que ela imediatamente contou aos seus pais, depois da primeira apari&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora, foi a promessa de que iria lev&aacute;-la para o C&eacute;u, com o Francisco[7]. Nas Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia aflora explicitamente a consci&ecirc;ncia dos primos de que, mesmo que as dificuldades que enfrentavam lhes custassem a vida, n&atilde;o seria em si uma perda, porque iriam para o C&eacute;u[8].<\/p>\n<p><strong>5. Interpelados &agrave; ora&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua<\/strong><br \/>Esta sede de Deus &eacute; alimentada pela vida de ora&ccedil;&atilde;o a que s&atilde;o insistentemente convidados pela Senhora do Ros&aacute;rio. Fi&eacute;is a esta interpela&ccedil;&atilde;o, Francisco e Jacinta encontraram na ora&ccedil;&atilde;o a express&atilde;o privilegiada da amizade com Deus e do afeto para com os que vivem longe d&#8217;Ele, como transparece na frequente intercess&atilde;o pela paz no mundo e na ora&ccedil;&atilde;o ensinada pelo Anjo: &laquo;Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Pe&ccedil;o-vos perd&atilde;o para os que n&atilde;o creem, n&atilde;o adoram, n&atilde;o esperam e n&atilde;o vos amam&raquo;[9]. Francisco e Jacinta interpelam assim a Igreja a rezar sem cessar, na certeza de que a efic&aacute;cia da sua miss&atilde;o depende desta rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima com Deus.<\/p>\n<p><strong>6. Interpelados a uma vida eucar&iacute;stica<\/strong><br \/>A alma orante dos Pastorinhos deixa-se fascinar particularmente pelo Cristo eucar&iacute;stico, a quem Francisco chamava &ldquo;Jesus escondido&rdquo;. A sua &acirc;nsia por contempl&aacute;-lo, entrar em comunh&atilde;o com Ele e imitar o seu estilo de &ldquo;autoescondimento&rdquo; marca definitivamente a sua vida. O seu desejo da Eucaristia chega ao pranto, quando o p&aacute;roco o impede de fazer a primeira comunh&atilde;o, pelas suas repetidas distra&ccedil;&otilde;es &ndash; &ldquo;contemplativas&rdquo;! &ndash; na catequese[10]. Mas foi deste modo que o Esp&iacute;rito Santo o preparou para a primeira e &uacute;ltima comunh&atilde;o, finalmente recebida em casa no dia anterior &agrave; sua morte[11]. Nesse instante de gra&ccedil;a, enquanto o menino assimilava a Eucaristia, mais radicalmente era Cristo quem o &ldquo;assimilava&rdquo;, isto &eacute;, &ldquo;tornava-o semelhante&rdquo; a Si, morto pela remiss&atilde;o dos pecados e pela reconcilia&ccedil;&atilde;o dos homens com Deus.<br \/>Contemplando este modelo simples de vida eucar&iacute;stica, as crian&ccedil;as de hoje poder&atilde;o aprender a amar, invocar e contemplar a Nosso Senhor &ldquo;escondido&rdquo; sob os sinais do p&atilde;o e do vinho consagrados. A experi&ecirc;ncia eucar&iacute;stica dos Pastorinhos permanece como luz para os pais, catequistas e comunidades crist&atilde;s, na miss&atilde;o de ajudarem as crian&ccedil;as a prepararem-se cuidadosamente para a primeira comunh&atilde;o, a participarem na celebra&ccedil;&atilde;o e na adora&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica, com express&otilde;es pr&oacute;prias da sua idade.<\/p>\n<p><strong>7. O coerente testemunho de f&eacute;<\/strong><br \/>O testemunho de f&eacute; de Francisco e de Jacinta leva o selo da resposta fiel ao amor que lhes falou ao cora&ccedil;&atilde;o. Apesar da sua tenra idade, quando s&atilde;o instados a negar as apari&ccedil;&otilde;es ou a revelar o que lhes fora confiado como segredo, permanecem fi&eacute;is &agrave; verdade, assumindo o sofrimento que a op&ccedil;&atilde;o lhes causava. O seu exemplo evidencia que se pode testemunhar a f&eacute; em Cristo em qualquer condi&ccedil;&atilde;o de vida: de crian&ccedil;a, de adulto ou de anci&atilde;o; seja-se extrovertido ou t&iacute;mido; no are&oacute;pago da culta Atenas do primeiro s&eacute;culo, no lugar de Aljustrel do in&iacute;cio do s&eacute;culo passado, ou hoje, no mundo global. Sirva este exemplo como incentivo a uma pastoral capaz de revelar, desde a inf&acirc;ncia, a beleza da vida em Deus e a exig&ecirc;ncia do compromisso que dela resulta.<\/p>\n<p><strong>8. O cuidado dos mais vulner&aacute;veis<\/strong><br \/>A oferta das suas vidas a Deus compreendia, em Francisco e Jacinta, o cuidado dos mais fr&aacute;geis. Esta &eacute; uma carater&iacute;stica do seu discipulado que tem interpelado a Igreja ao longo do &uacute;ltimo s&eacute;culo e que tem sido significativamente assumida na vida do Santu&aacute;rio de F&aacute;tima, enquanto espa&ccedil;o de acolhimento. Record&aacute;vamos recentemente &laquo;a aten&ccedil;&atilde;o que em F&aacute;tima se d&aacute; aos mais fr&aacute;geis e vulner&aacute;veis &ndash; as crian&ccedil;as, os doentes, os idosos, as pessoas com defici&ecirc;ncia, os migrantes &ndash; que, neste lugar e na sua proposta espiritual, encontram hospitalidade, cuidado, rumo e energia&raquo;[12].<br \/>Quando as pr&oacute;prias crian&ccedil;as ficaram doentes, encontraram na enfermidade um lugar de identifica&ccedil;&atilde;o com Cristo e, como Ele, ofereceram o seu sofrimento pelo bem dos outros. E foi o desejo do encontro definitivo com Nosso Senhor e Nossa Senhora que tamb&eacute;m os susteve, durante a agonia. Que modelo de vida autenticamente ao jeito de Cristo para os nossos doentes que, em id&ecirc;ntica experi&ecirc;ncia dolorosa, procuram partilhar &laquo;os mesmos sentimentos que havia em Cristo&raquo; (Fil 2,5), Servo sofredor!<\/p>\n<p><strong>9. A fam&iacute;lia e a educa&ccedil;&atilde;o para a santidade<\/strong><br \/>A vida crist&atilde; de Francisco e de Jacinta nasce num cora&ccedil;&atilde;o infantil, pr&eacute;-escolarizado[13], a ponto de, na apari&ccedil;&atilde;o de 13 de junho, a Virgem lhes pedir que aprendessem a ler[14]. Tiveram acesso aos mist&eacute;rios da vida crist&atilde; atrav&eacute;s da tradi&ccedil;&atilde;o viva da Igreja, que tem na fam&iacute;lia um dos sujeitos mais importantes de transmiss&atilde;o, como canta o salmo 78: &laquo;O que ouvimos e aprendemos e os nossos antepassados nos transmitiram n&atilde;o o ocultaremos aos seus descendentes; tudo contaremos &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es vindouras: as gl&oacute;rias do Senhor e o seu poder, e as maravilhas que Ele fez&raquo; (Sl 78,3-4). Como diz o Papa Francisco, &laquo;a fam&iacute;lia &eacute; o lugar onde os pais se tornam os primeiros mestres da f&eacute; para seus filhos&raquo;[15].<\/p>\n<p><strong>10. A santidade de Francisco e de Jacinta desafia a Igreja &agrave; convers&atilde;o<\/strong><br \/>Nos dois mil&eacute;nios de hist&oacute;ria da Igreja, Francisco e Jacinta Marto s&atilde;o as primeiras crian&ccedil;as n&atilde;o martirizadas a serem declaradas modelo de santidade, depois de reconhecida a maturidade da sua f&eacute; e vida crist&atilde;. Realiza-se assim o Evangelho que oferece o Reino aos que s&atilde;o como as crian&ccedil;as na simplicidade, confian&ccedil;a e esperan&ccedil;a pr&oacute;prias da inf&acirc;ncia. O reconhecimento da vida santa destas &laquo;duas candeias que Deus acendeu para alumiar a humanidade nas suas horas sombrias e inquietas&raquo;[16] &eacute; um precioso bem para a Igreja. Eis o essencial que temos a aprender de Francisco e de Jacinta: cada um de n&oacute;s &eacute; chamado a deixar-se converter &agrave; imagem da crian&ccedil;a que se confia plenamente ao amor com que o Pai sust&eacute;m a nossa vida. A confian&ccedil;a total e dispon&iacute;vel com que os Pastorinhos responderam ao convite da Senhora do Ros&aacute;rio &ndash; &laquo;Quereis oferecer-vos a Deus?&raquo;, &laquo;Sim, queremos!&raquo;[17] &ndash; deve ser o motor da vida de todo o crist&atilde;o.<br \/>Como ensina o Conc&iacute;lio Vaticano II, &laquo;a Igreja, contendo pecadores no seu pr&oacute;prio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purifica&ccedil;&atilde;o, exercita continuamente a penit&ecirc;ncia e a renova&ccedil;&atilde;o&raquo;[18]. Comovente, a este prop&oacute;sito, &eacute; a consci&ecirc;ncia profunda dos Pastorinhos da gravidade do pecado e das suas consequ&ecirc;ncias, bem como o seu compromisso simples e generoso em favor da reconcilia&ccedil;&atilde;o dos pecadores e da paz no mundo.<br \/>&Eacute; neste sentido &ndash; de cont&iacute;nuo apelo &agrave; convers&atilde;o da Igreja &ndash; que somos convidados a olhar para o exemplo de vida destas crian&ccedil;as, cientes da semente de f&eacute;, esperan&ccedil;a e amor que elas semeiam na hist&oacute;ria humana: o seu exemplo de vida &laquo;irradiou e multiplicou-se em grupos sem conta por toda a superf&iacute;cie da terra (&hellip;) que se votaram &agrave; causa da solidariedade fraterna&raquo;.[19] Testemunhas da miseric&oacute;rdia de Deus, Francisco e Jacinta continuam a levedar a hist&oacute;ria com a for&ccedil;a da caridade que transforma os cora&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>________________________________________<br \/>[1] L&uacute;cia de Jesus, Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia. Vol. I, 15.&ordf; ed., Funda&ccedil;&atilde;o Francisco e Jacinta Marto, F&aacute;tima 2010, 174.<br \/>[2] Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, F&aacute;tima, sinal de esperan&ccedil;a para o nosso tempo, n.&ordm; 10.<br \/>[3] Lumen Gentium, n.&ordm; 63, citando S. Ambr&oacute;sio.<br \/>[4] Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia. Vol. I, 145.<br \/>[5] Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia. Vol. I, 140.<br \/>[6] Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia. Vol. I, 61.<br \/>[7] Cf. A. M. Martins (ed), Documentos de F&aacute;tima. L.E: Porto 1976 [=Doc], 34-35; cf. tamb&eacute;m 38-39.224-227.400-401.515.<br \/>[8] Cf., Doc, 154-157.160-161.188-189.162-163.268-269.<br \/>[9] Doc, 114-115.<br \/>[10] Cf. Congregatio pro Causis Sanctorum, P. N. 1379, Leirien. Canonizationis Servi Dei Francisci, 34.<br \/>[11] Cf. idem, 36.<br \/>[12] Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, F&aacute;tima, sinal de esperan&ccedil;a para o nosso tempo, n.&ordm; 13.<br \/>[13] Cf. Doc, 517.518.<br \/>[14] Cf. Doc, 262-263.367.468-469.500.504-505.515.<br \/>[15] Francisco, Amoris Laetitia, n.&ordm; 16.<br \/>[16] Jo&atilde;o Paulo II, Homilia na celebra&ccedil;&atilde;o da beatifica&ccedil;&atilde;o dos vener&aacute;veis Francisco e Jacinta, F&aacute;tima, 13 de maio de 2000.<br \/>[17] Mem&oacute;rias da Irm&atilde; L&uacute;cia. Vol. I, 173-174.<br \/>[18] Lumen gentium, n.&ordm; 8.<br \/>[19] Bento XVI, Homilia na celebra&ccedil;&atilde;o do 10.&ordm; anivers&aacute;rio da beatifica&ccedil;&atilde;o de Francisco e Jacinta, F&aacute;tima, 13 de maio de 2010.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com Francisco e Jacinta Marto, chamados a sermos santos na caridade Nota Pastoral da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa por ocasi&atilde;o da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1542,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-1543","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-igreja-portuguesa"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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