{"id":1621,"date":"2018-06-08T10:11:19","date_gmt":"2018-06-08T10:11:19","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1621"},"modified":"2026-03-21T15:40:54","modified_gmt":"2026-03-21T15:40:54","slug":"solenidade-do-coracao-de-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/solenidade-do-coracao-de-jesus\/","title":{"rendered":"Solenidade do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1620\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cor555.jpg\" alt=\"cor555\" width=\"300\" height=\"168\" style=\"float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cor555.jpg 590w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cor555-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>LEITURA I &ndash; Os 11, 1.3-4.8c-9<br \/>De Deus s&oacute; sabemos falar &agrave; maneira humana, e Ele mesmo, quando quis entrar em di&aacute;logo connosco, falou-nos em linguagem de homem, que outra n&atilde;o sabemos entender. &Eacute; nesta linguagem que o profeta nos anuncia, de maneira veemente, o amor de Deus por n&oacute;s.<\/p>\n<p><strong>Leitura da Profecia de Oseias<\/strong><br \/>Eis o que diz o Senhor: <br \/>&laquo;Quando Israel era ainda crian&ccedil;a, j&aacute; Eu o amava; <br \/>do Egipto chamei o meu filho. Eu ensinava Efraim a andar e trazia-o nos bra&ccedil;os; <br \/>mas n&atilde;o compreenderam que era Eu quem cuidava deles. <br \/>Atra&iacute;a-os com la&ccedil;os humanos, com v&iacute;nculos de amor. <br \/>Tratava-os como quem pega um menino ao colo, <br \/>inclinava-Me para lhes dar de comer. <br \/>O meu cora&ccedil;&atilde;o agita-se dentro de Mim, estremece de compaix&atilde;o. <br \/>N&atilde;o cederei ao ardor da minha ira, nem voltarei a destruir Efraim. <br \/>Porque Eu sou Deus e n&atilde;o homem, <br \/>sou o Santo no meio de ti e n&atilde;o venho para destruir&raquo;.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>SALMO RESPONSORIAL<\/strong> &ndash; Is 12, 2-3.4bcd.5-6<br \/>Refr&atilde;o: Ireis com alegria &agrave;s fontes da salva&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Deus &eacute; o meu Salvador,<br \/>tenho confian&ccedil;a e nada temo.<br \/>O Senhor &eacute; a minha for&ccedil;a e o meu louvor,<br \/>Ele &eacute; a minha salva&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Tirareis &aacute;gua, com alegria,<br \/>das fontes da salva&ccedil;&atilde;o.<br \/>Agradecei ao Senhor,<br \/>bendizei o seu nome.<\/p>\n<p>Anunciai aos povos a grandeza das suas obras,<br \/>proclamai a todos que o seu nome &eacute; santo.<br \/>Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,<br \/>anunciai-as em toda a terra.<\/p>\n<p>Entoai c&acirc;nticos de alegria e exultai,<br \/>habitantes de Si&atilde;o:<br \/>porque &eacute; grande no meio de v&oacute;s<br \/>o Santo de Israel.<\/p>\n<hr \/>\n<p>LEITURA II &ndash; Ef 3, 8-12.14-19<br \/>O amor de Deus conhece-se pela manifesta&ccedil;&atilde;o que d&rsquo;Ele nos &eacute; feita em seu Filho. &Eacute; por Ele que nos &eacute; dado conhecer o des&iacute;gnio do Pai, o qual n&atilde;o &eacute; outro sen&atilde;o o de chamar todos os homens para formarem um s&oacute; corpo em Cristo Jesus, corpo este de que a Igreja &eacute; sinal.<\/p>\n<p><strong>Leitura da Ep&iacute;stola do ap&oacute;stolo S&atilde;o Paulo aos Ef&eacute;sios<\/strong><br \/>Irm&atilde;os: <br \/>A mim, o &uacute;ltimo de todos os crist&atilde;os, <br \/>foi concedida a gra&ccedil;a de anunciar aos gentios <br \/>a insond&aacute;vel riqueza de Cristo <br \/>e de manifestar a todos como se realiza o mist&eacute;rio escondido, <br \/>desde toda a eternidade, em Deus, criador de todas as coisas. <br \/>E agora &eacute; por meio da Igreja, <br \/>que se d&aacute; a conhecer aos principados e potestades celestes <br \/>a multiforme sabedoria de Deus, <br \/>realizada, conforme o seu eterno des&iacute;gnio, <br \/>em Jesus Cristo, Nosso Senhor. <br \/>Assim, &eacute; pela f&eacute; em Cristo <br \/>que podemos aproximar-nos de Deus com toda a confian&ccedil;a. <br \/>Por isso, dobro os joelhos diante do Pai, <br \/>de quem recebe o nome toda a paternidade nos c&eacute;us e na terra, <br \/>para que Se digne, segundo as riquezas da sua gl&oacute;ria, <br \/>armar-vos poderosamente pelo seu Esp&iacute;rito, <br \/>para que se fortifique em v&oacute;s o homem interior <br \/>e Cristo habite pela f&eacute; em vossos cora&ccedil;&otilde;es. <br \/>Assim, profundamente enraizados na caridade, <br \/>podereis compreender, com todos os crist&atilde;os, <br \/>a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo, <br \/>que ultrapassa todo o conhecimento, <br \/>e assim sejais totalmente saciados na plenitude de Deus.<\/p>\n<hr \/>\n<p>EVANGELHO &ndash; Jo 19, 31-37<br \/>A melhor representa&ccedil;&atilde;o do Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus &eacute; o Senhor crucificado, deixando sair do seu lado, aberto pela lan&ccedil;a, o sangue e a &aacute;gua, figura dos sacramentos da Igreja, a&iacute;, nesse momento, nascida como Eva nascera do lado de Ad&atilde;o adormecido.<\/p>\n<p><strong>Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Jo&atilde;o<\/strong><br \/>Por ser a Prepara&ccedil;&atilde;o da P&aacute;scoa, <br \/>e para que os corpos n&atilde;o ficassem na cruz durante o s&aacute;bado <br \/>&ndash; era um grande dia aquele s&aacute;bado &ndash; os judeus pediram a Pilatos <br \/>que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. <br \/>Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, <br \/>depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. <br \/>Ao chegarem a Jesus, vendo-O j&aacute; morto, <br \/>n&atilde;o Lhe quebraram as pernas, <br \/>mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lan&ccedil;a, <br \/>e logo saiu sangue e &aacute;gua. <br \/>Aquele que viu &eacute; que d&aacute; testemunho e o seu testemunho &eacute; verdadeiro. <br \/>Ele sabe que diz a verdade, para que tamb&eacute;m v&oacute;s acrediteis. <br \/>Assim aconteceu para se cumprir a Escritura, <br \/>que diz: &laquo;Nenhum osso lhe ser&aacute; quebrado&raquo;. <br \/>Diz ainda outra passagem da Escritura: <br \/>&laquo;H&atilde;o de olhar para Aquele que trespassaram&raquo;.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>HOMILIA DO PAPA FRANCISCO<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">[12 de junho se 2015, no Retiro Mundial dos Sacerdotes]<\/span><\/p>\n<p>Na primeira Leitura penetramos na ternura de Deus: Ele narra ao seu povo quanto o ama, quanto se ocupa dele. Aquilo que Deus diz ao seu povo nesta Leitura tirada do cap&iacute;tulo 11 do profeta Oseias, di-lo a cada um de n&oacute;s. E ser&aacute; bom pegar neste texto, num momento de solid&atilde;o, para nos pormos na presen&ccedil;a de Deus e ouvir:<\/p>\n<p>&laquo;Amei-te quando ainda eras uma crian&ccedil;a; amei-te na tua inf&acirc;ncia; salvei-te; tirei-te da terra do Egipto, livrei-te da escravid&atilde;o&raquo;, da escravid&atilde;o do pecado, da escravid&atilde;o da autodestrui&ccedil;&atilde;o e de todas as formas de escravid&atilde;o que cada um conhece, que teve e que ainda tem dentro de si. &laquo;Salvei-te! Ensinei-te a caminhar&raquo;. Como &eacute; bom ouvir que Deus me ensina a caminhar! O Todo-Poderoso abaixa-se e ensina-me a caminhar. <br \/>Recordo esta frase do Deuteron&oacute;mio, quando Mois&eacute;s diz ao seu povo: &laquo;Ouvi, v&oacute;s &ndash; eles t&ecirc;m a cabe&ccedil;a t&atilde;o dura! &ndash; quando vistes um deus t&atilde;o perto do seu povo, como Deus est&aacute; pr&oacute;ximo de n&oacute;s?&raquo;. E a proximidade de Deus &eacute; esta ternura: ensinou-me a caminhar! Sem Ele eu n&atilde;o saberia caminhar no Esp&iacute;rito. &laquo;Eu segurava-te pela m&atilde;o. <br \/>Mas n&atilde;o compreendeste que Eu te guiava; pensavas que te deixaria sozinho&raquo;. Esta &eacute; a hist&oacute;ria de cada um de n&oacute;s. &laquo;Eu atava-te com v&iacute;nculos humanos, n&atilde;o com leis punitivas&raquo;. Com v&iacute;nculos de amor, la&ccedil;os de amor. O amor liga, mas liga na liberdade; vincula dando-te espa&ccedil;o a fim de que tu respondas com amor. &laquo;Eu era para ti como aquele que aproxima uma crian&ccedil;a do seu rosto e a beija. Eu inclinava-me e dava-te de comer&raquo;. Esta &eacute; a nossa hist&oacute;ria, pelo menos &eacute; a minha hist&oacute;ria. Cada um de n&oacute;s pode ler aqui a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria. &laquo;Diz-me, como te posso abandonar agora? Como te posso entregar ao inimigo?&raquo;. Nos momentos em que temos medo, na hora em que nos sentimos inseguros, Ele diz-nos: &laquo;Se Eu fiz tudo isto por ti, como podes pensar que te deixo sozinho, que te possa abandonar?&raquo;.<\/p>\n<p>No litoral da L&iacute;bia, os vinte e tr&ecirc;s m&aacute;rtires coptas estavam convictos de que Deus n&atilde;o os teria abandonado. E deixaram-se decapitar, pronunciando o nome de Jesus! Sabiam que, enquanto lhes cortavam a cabe&ccedil;a, Deus n&atilde;o os teria abandonado.<\/p>\n<p>&laquo;Como te posso tratar como inimigo? O meu cora&ccedil;&atilde;o comove-se dentro de mim e inflama-se toda a minha ternura&raquo;. Inflama-se a ternura de Deus, esta ternura ardente: Ele &eacute; o &Uacute;nico capaz de ter uma ternura ardorosa. N&atilde;o darei vaz&atilde;o &agrave; ira pelos pecados existentes, por todas estas incompreens&otilde;es, porque eles adoram &iacute;dolos. Pois Eu sou Deus, sou o Santo no meio de v&oacute;s. Trata-se de uma declara&ccedil;&atilde;o de amor de um pai ao seu filho. E a cada um de n&oacute;s.<\/p>\n<p>Quantas vezes penso que temos medo da ternura de Deus, e dado que tememos a ternura de Deus, impedimos a sua experi&ecirc;ncia em n&oacute;s mesmos. E por isso, muitas vezes somos duros, severos, castigadores&#8230; Somos pastores sem ternura!<\/p>\n<p>O que nos diz Jesus, no cap&iacute;tulo 15 de Lucas? Sobre aquele pastor que se deu conta de que tinha noventa e nove ovelhas e que lhe faltava uma. Deixou-as bem protegidas, fechou-as &agrave; chave e foi &agrave; procura daquela, que estava presa no meio dos arbustos&#8230; E n&atilde;o a espancou, nem a repreendeu: pegou nela ao colo, abra&ccedil;ou-a e curou-a, porque estava ferida. Quanto a v&oacute;s, fazeis o mesmo com os vossos fi&eacute;is, quando vos dais conta de que falta um deles no rebanho? Ou estamos habituados a ser uma Igreja com uma &uacute;nica ovelha na grei, deixando que as outras noventa e nove se percam nos montes? Comove-te toda esta ternura? &Eacute;s um pastor de ovelhas ou tornaste-te um pastor que permanece a &laquo;pentear&raquo; a &uacute;nica ovelha que n&atilde;o se afastou? Porque s&oacute; procuras a ti mesmo, esquecendo-te da ternura que te concedeu o teu Pai, como no-lo narra aqui, no cap&iacute;tulo 11 de Oseias. E esqueceste o modo como se concede a ternura. O Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo &eacute; a ternura de Deus. &laquo;Como posso deixar que esmore&ccedil;as? Como posso abandonar-te? Quando est&aacute;s sozinho, desnorteado, perdido, vem ter comigo e Eu salvar-te-ei, consolar-te-ei!&raquo;.<\/p>\n<p>Hoje, pe&ccedil;o-vos que sejais pastores com a ternura de Deus, que deixeis o &laquo;chicote&raquo; pendurado na sacristia e que sejais pastores com ternura, inclusive para com aqueles que vos criam problemas. &Eacute; uma gra&ccedil;a! &Eacute; uma gra&ccedil;a divina! N&atilde;o cremos num Deus et&eacute;reo, mas num Deus que se fez carne, que tem um Cora&ccedil;&atilde;o e que este Cora&ccedil;&atilde;o nos fala assim: &laquo;Vinde a mim, se estiverdes cansados e oprimidos, e Eu aliviar-vos-ei. Mas tratai os mais pequeninos com ternura, com a mesma ternura com a qual Eu os trato!&raquo;. &Eacute; isto que nos diz hoje o Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo, e &eacute; isto que pe&ccedil;o nesta Missa, tanto para v&oacute;s como para mim mesmo.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MENSAGEM PARA O DIA MUNDIAL DE ORA&Ccedil;&Atilde;O PELA SANTIFICA&Ccedil;&Atilde;O DOS SACERDOTES<\/strong><\/span> <br \/><span style=\"font-size: 8pt;\">[Congrega&ccedil;&atilde;o para o Clero]<\/span><\/p>\n<p><strong>Caros sacerdotes<\/strong>,<br \/>O Dia Mundial de Ora&ccedil;&atilde;o pela Santifica&ccedil;&atilde;o dos Sacerdotes, celebrado na Solenidade do Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, d&aacute;-nos o ensejo de nos colocar na presen&ccedil;a do Senhor para renovar a mem&oacute;ria do nosso encontro com Ele, dando assim um novo vigor &agrave; nossa miss&atilde;o de servir o Povo de Deus. N&atilde;o devemos, de facto, esquecer que o fasc&iacute;nio da voca&ccedil;&atilde;o que nos atraiu e o entusiasmo com que escolhemos o caminho da especial consagra&ccedil;&atilde;o ao Senhor, bem como os prod&iacute;gios a que assistimos na nossa vida presbiteral, t&ecirc;m a sua origem na troca de olhar que se deu entre Deus e cada um de n&oacute;s.<\/p>\n<p>Todos n&oacute;s, de facto, &ldquo;tivemos na nossa vida algum encontro com Ele&rdquo; e, cada um de n&oacute;s pode fazer a sua mem&oacute;ria espiritual e voltar &agrave; alegria desse momento, &ldquo;em que senti que Jesus olhava para mim&rdquo; (Papa Francisco, Homilia em Santa Marta, 24 de abril de 2015).<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m os primeiros disc&iacute;pulos viveram a alegria da amizade com Jesus, que mudou para sempre a sua vida. Mas, depois do an&uacute;ncio da Paix&atilde;o, um v&eacute;u de obscuridade cobriu o seu cora&ccedil;&atilde;o, escurecendo-lhes o caminho. O ardor do seguimento, o sonho do Reino de Deus inaugurado pelo Mestre e os primeiros frutos da miss&atilde;o vieram ent&atilde;o a confrontar-se com uma realidade dura e incompreens&iacute;vel, que faz vacilar a esperan&ccedil;a, alimenta as d&uacute;vidas e amea&ccedil;a apagar a alegria do an&uacute;ncio do Evangelho.<\/p>\n<p>&Eacute; o que sempre pode acontecer, tamb&eacute;m na vida de um sacerdote. A grata mem&oacute;ria do encontro inicial, a alegria do seguimento e o zelo do mist&eacute;rio apost&oacute;lico, talvez vividos ao longo de anos e em situa&ccedil;&otilde;es nem sempre f&aacute;ceis, podem dar lugar ao cansa&ccedil;o e ao des&acirc;nimo, abrindo espa&ccedil;o ao deserto interior da aridez e envolvendo a nossa vida sacerdotal na sombra da tristeza.<\/p>\n<p>Mas, precisamente nesses momentos, o Senhor, que nunca esquece a vida dos seus filhos, convida-nos a subir com Ele ao Monte, como fez com Pedro, Tiago e Jo&atilde;o, transfigurando-Se diante deles. Levando-os &ldquo;ao alto&rdquo; e &ldquo;apartando-os&rdquo;, Jesus leva-os a empreender a maravilhosa viagem da transforma&ccedil;&atilde;o: do deserto ao Tabor e da escurid&atilde;o &agrave; luz.<\/p>\n<p>Caros sacerdotes, sentimos cada dia a necessidade de ser transfigurados por um encontro sempre novo com o Senhor que nos chamou. Deixar-se &ldquo;conduzir para o alto&rdquo; e permanecer &ldquo;retirados&rdquo; com Ele n&atilde;o &eacute; uma exig&ecirc;ncia do of&iacute;cio, uma pr&aacute;tica exterior ou um in&uacute;til tirar tempo &agrave;s tarefas do minist&eacute;rio, mas &eacute; a fonte que jorra e corre em n&oacute;s para impedir que o nosso &ldquo;eis-me aqui&rdquo; seque e se torne &aacute;rido.<\/p>\n<p>Na contempla&ccedil;&atilde;o da cena evang&eacute;lica da Transfigura&ccedil;&atilde;o do Senhor, podemos, ent&atilde;o, colher tr&ecirc;s pequenos passos, que nos ajudar&atilde;o a confirmar a nossa ades&atilde;o ao Senhor e a renovar a nossa vida sacerdotal: subir ao alto, deixar-se transformar, ser luz para o mundo.<\/p>\n<p><strong>1<\/strong>. Subir ao alto, porque, se ficarmos sempre concentrados no que se tem a fazer, corremos o risco de ficar prisioneiros do presente, de ser absorvidos pelas tarefas quotidianas, de ficar excessivamente concentrados em n&oacute;s pr&oacute;prios e de, assim, acumular canseiras e frustra&ccedil;&otilde;es que poder&atilde;o ser mort&iacute;feras.<\/p>\n<p>Por outro lado, &ldquo;subir ao alto&rdquo; &eacute; o rem&eacute;dio para as tenta&ccedil;&otilde;es da &ldquo;mundanidade espiritual&rdquo;, que, mesmo sob das apar&ecirc;ncias religiosas, nos afastam de Deus e dos irm&atilde;os e nos levam a p&ocirc;r a seguran&ccedil;a nas coisas do mundo. Ao contr&aacute;rio, o que nos faz falta &eacute; mergulhar cada dia no amor de Deus, sobretudo atrav&eacute;s da ora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Subir ao monte faz-nos lembrar que a nossa vida &eacute; um constante erguer-se para a luz que vem do alto, uma caminhada para o Tabor da presen&ccedil;a de Deus que abre horizontes novos e surpreendentes. &Eacute; uma realidade que n&atilde;o pretende levar-nos a fugir dos nossos empenhos pastorais e dos desafios quotidianos que nos perseguem, mas que procura lembrar-nos que Jesus &eacute; o centro do minist&eacute;rio sacerdotal, e que tudo podemos s&oacute; n&rsquo;Aquele que nos d&aacute; for&ccedil;a (Fil 4, 13).<\/p>\n<p>Por isso, &ldquo;a subida dos disc&iacute;pulos ao monte Tabor leva-nos a refletir sobre a import&acirc;ncia de nos desapegarmos das coisas mundanas, a fim de fazer um caminho rumo ao alto e contemplar Jesus. Trata-se de nos pormos &agrave; escuta atenta e orante de Cristo, o Filho amado do Pai, procurando momentos de ora&ccedil;&atilde;o que permitem o acolhimento d&oacute;cil e jubiloso da Palavra de Deus&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Angelus, 6 de agosto de 2017)<\/span>.<\/p>\n<p><strong>2<\/strong>. Deixar-se transformar, porque a vida sacerdotal n&atilde;o &eacute; um programa onde tudo j&aacute; est&aacute; programado com anteced&ecirc;ncia ou um cargo burocr&aacute;tico a desempenhar segundo um esquema preestabelecido; ao contr&aacute;rio, &eacute; a experi&ecirc;ncia viva de uma rela&ccedil;&atilde;o quotidiana com o Senhor, que faz com que sejamos sinal do seu amor junto do Povo de Deus. Por isso, &ldquo;n&atilde;o poderemos viver o minist&eacute;rio com alegria sem viver momentos de ora&ccedil;&atilde;o pessoal, cara a cara com o Senhor, falando, conversando com Ele&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Encontro com os p&aacute;rocos de Roma, 15 de fevereiro de 2018)<\/span>.<\/p>\n<p>Nesta experi&ecirc;ncia, somos iluminados pelo Rosto do Senhor e transformados pela sua presen&ccedil;a. Tamb&eacute;m a vida sacerdotal &eacute; um &ldquo;deixar-se transformar&rdquo; pela gra&ccedil;a de Deus, para que o nosso cora&ccedil;&atilde;o se torne misericordioso, inclusivo e compassivo como o de Cristo. Trata-se simplesmente de ser &ndash; como recentemente recordou o Santo Padre &ndash; &ldquo;sacerdotes normais, simples, mansos, equilibrados, mas capazes de se deixar regenerar constantemente pelo Esp&iacute;rito&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Homilia na Concelebra&ccedil;&atilde;o Eucar&iacute;stica com os Mission&aacute;rios da Miseric&oacute;rdia, 10 de abril de 2018)<\/span>.<\/p>\n<p>Uma tal regenera&ccedil;&atilde;o faz-se, antes de mais, atrav&eacute;s da ora&ccedil;&atilde;o, que muda o cora&ccedil;&atilde;o e transforma a vida: cada um de n&oacute;s &ldquo;torna-se&rdquo; Aquele que reza. &Eacute; bom recordar, neste Dia Mundial de Ora&ccedil;&atilde;o pela Santifica&ccedil;&atilde;o dos Sacerdotes, que &ldquo;a santidade &eacute; feita de abertura habitual &agrave; transcend&ecirc;ncia, que se expressa na ora&ccedil;&atilde;o e na adora&ccedil;&atilde;o. O santo &eacute; uma pessoa com esp&iacute;rito orante, que tem necessidade de comunicar com Deus&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Gaudete et exsultate, n. 147)<\/span>. Subindo ao Monte, seremos iluminados pela luz de Cristo e poderemos descer &agrave; plan&iacute;cie e levar a todos a alegria do Evangelho.<\/p>\n<p><strong>3<\/strong>. Ser luz para o mundo, porque a experi&ecirc;ncia do encontro com o Senhor p&otilde;e-nos na estrada do servi&ccedil;o aos irm&atilde;os; a sua Palavra n&atilde;o deixa que nos fechemos no privado da devo&ccedil;&atilde;o pessoal e no per&iacute;metro do templo; e, sobretudo, a vida sacerdotal &eacute; um chamamento mission&aacute;rio, que exige a coragem e o entusiasmo de sair de n&oacute;s pr&oacute;prios para anunciar ao mundo inteiro o que ouvimos, vimos e toc&aacute;mos na nossa experi&ecirc;ncia pessoal (cf. 1 Jo 1, 1-3).<\/p>\n<p>Dar a conhecer aos outros a ternura e o amor de Jesus, para que cada um possa usufruir da sua presen&ccedil;a que livra do mal e transforma a exist&ecirc;ncia, &eacute; a primeira tarefa da Igreja e, portanto, o primeiro grande empenho apost&oacute;lico dos presb&iacute;teros. Se h&aacute; um desejo que temos de cultivar &eacute; o de &ldquo;ser sacerdotes capazes de &lsquo;elevar&rsquo; o sinal da salva&ccedil;&atilde;o no &lsquo;deserto&rsquo; do mundo, isto &eacute;, a Cruz de Cristo, como fonte de convers&atilde;o e de renova&ccedil;&atilde;o para toda a humanidade e para o pr&oacute;prio mundo&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Homilia na Concelebra&ccedil;&atilde;o Eucar&iacute;stica com os Mission&aacute;rios da Miseric&oacute;rdia, 10 de abril de 2018)<\/span>.<\/p>\n<p>O fasc&iacute;nio do encontro com o Senhor deve encarnar-se num compromisso de vida ao servi&ccedil;o do Povo de Deus, que, caminhando muitas vezes no vale obscuro das canseiras, do sofrimento e do pecado, precisa de Pastores luminosos e radiantes como Mois&eacute;s. De facto, &ldquo;no final da admir&aacute;vel experi&ecirc;ncia da Transfigura&ccedil;&atilde;o, os disc&iacute;pulos desceram do monte (cf. v. 9). &Eacute; o percurso que podemos realizar tamb&eacute;m n&oacute;s.<\/p>\n<p>A redescoberta cada vez mais viva de Jesus n&atilde;o constitui um fim em si, mas induz-nos a &lsquo;descer do monte&rsquo;&hellip; Transformados pela presen&ccedil;a de Cristo e pelo fervor da sua Palavra, seremos sinal concreto do amor vivificador de Deus por todos os nossos irm&atilde;os, sobretudo por quem sofre, por quantos se encontram na solid&atilde;o e no abandono, pelos doentes e pela multid&atilde;o de homens e mulheres que, em diversas partes do mundo, s&atilde;o humilhados pela injusti&ccedil;a, pela prepot&ecirc;ncia e pela viol&ecirc;ncia&rdquo; <span style=\"font-size: 8pt;\">(Papa Francisco, Angelus, 6 de agosto de 2017)<\/span>.<\/p>\n<p>Caros sacerdotes, que a beleza deste dia, consagrado ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, possa fazer crescer em n&oacute;s o desejo da santidade. A Igreja e o mundo precisam de sacerdotes santos! <br \/>O Papa Francisco, na nova Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica sobre a santidade, Gaudete et exsultate, aludiu aos sacerdotes apaixonados pela comunica&ccedil;&atilde;o e an&uacute;ncio do Evangelho, afirmando que &ldquo;a Igreja n&atilde;o precisa de muitos burocratas e funcion&aacute;rios, mas de mission&aacute;rios apaixonados, devorados pelo entusiasmo de comunicar a verdadeira vida. Os santos surpreendem, desinstalam, porque a sua vida nos chama a sair da mediocridade tranquila e anestesiadora&rdquo; (Papa Francisco, Gaudete et exsultate, n. 138).<\/p>\n<p>Haver&aacute; que realizar, sobretudo interiormente, este caminho de transfigura&ccedil;&atilde;o: subir ao Monte, deixar-se transformar pelo Senhor, para, em seguida, tornar-se luz para o mundo e para as pessoas que nos s&atilde;o confiadas. Que Maria Sant&iacute;ssima, Mulher luminosa e M&atilde;e dos Sacerdotes, vos acompanhe e guarde sempre.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Eis o cora&ccedil;&atilde;o que tanto amou os homens!<br \/><\/strong><\/span><\/p>\n<p>&laquo;Considera, &oacute; homem redimido, quem &eacute; Aquele que por ti est&aacute; pregado na cruz, qual a sua dignidade e grandeza. A sua morte d&aacute; vida aos mortos; na sua morte, choram os c&eacute;us e a terra e fendem-se at&eacute; os rochedos mais duros.<\/span><\/p>\n<p>Para que do lado de Cristo morto na cruz se formasse a Igreja e se cumprisse a palavra da Escritura que diz: H&atilde;o-de olhar para Aquele que trespassaram, a divina provid&ecirc;ncia permitiu que um dos soldados Lhe abrisse com a lan&ccedil;a o lado sacrossanto e dele fizesse brotar sangue e &aacute;gua. Este &eacute; o pre&ccedil;o da nossa salva&ccedil;&atilde;o, sa&iacute;do daquela divina fonte, isto &eacute;, do &iacute;ntimo do seu Cora&ccedil;&atilde;o, para dar aos sacramentos da Igreja o poder de conferir a vida da gra&ccedil;a e se tornar para aqueles que vivem em Cristo uma fonte de &aacute;gua viva que jorra para a vida eterna.<\/span><\/p>\n<p>Levanta-te, tu que amas a Cristo, s&ecirc; como a pomba que faz o seu ninho na alta caverna do rochedo, e a&iacute;, como o p&aacute;ssaro que encontrou a sua morada, n&atilde;o cesses de estar vigilante; a&iacute; esconde como a rola os filhos nascidos do casto amor; a&iacute;, aproxima os teus l&aacute;bios para beber a &aacute;gua viva das fontes do Salvador. Porque esta &eacute; a fonte que brota do meio do para&iacute;so e, dividida em quatro rios, se derrama nos cora&ccedil;&otilde;es dos fi&eacute;is para irrigar e fecundar toda a terra.<\/span><\/p>\n<p>Acorre a esta fonte de vida e de luz com toda a confian&ccedil;a, quem quer que sejas tu, &oacute; alma consagrada a Deus, e exclama com todas as for&ccedil;as do teu cora&ccedil;&atilde;o: &laquo;Oh inef&aacute;vel beleza do Deus Alt&iacute;ssimo, esplendor pur&iacute;ssimo da luz eterna, vida que vivifica toda a vida, luz que ilumina toda a luz e conserva em fulgor perp&eacute;tuo a multid&atilde;o dos astros, que desde a primeira aurora resplandecem diante do trono da vossa divindade!<\/span><\/p>\n<p>Oh eterno e inacess&iacute;vel, l&iacute;mpido e doce manancial daquela fonte que est&aacute; escondida aos olhos de todos os mortais! Sois profundidade sem fundo, altura sem limites, vastid&atilde;o sem medida, pureza sem mancha.<br \/>De ti procede o rio que alegra a cidade de Deus, para que, entre vozes de louvor e alegria da multid&atilde;o em festa, possamos cantar hinos de louvor ao vosso nome, sabendo por experi&ecirc;ncia que em V&oacute;s est&aacute; a fonte da vida e na vossa luz veremos a luz.&raquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(S&atilde;o Boaventura, in A &Aacute;rvore da Vida, 29-30.47)<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PROMOVER A CULTURA DO CORA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Promover uma aut&ecirc;ntica cultura do cora&ccedil;&atilde;o, sempre a partir do amor de Deus <\/strong><br \/><strong>e na contempla&ccedil;&atilde;o do Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo e de Maria.<\/strong><\/p>\n<p><strong>1<\/strong>. Ser e viver segundo o Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus pelo Cora&ccedil;&atilde;o de Maria, como miss&atilde;o de quem adere a Jesus como seus disc&iacute;pulos mission&aacute;rios.<\/p>\n<p><strong>2<\/strong>. Viver em cordialidade, feita de acolhimento e hospitalidade, proximidade e acompanhamento, como resposta &agrave;s necessidades e expectativas do mundo, vendo a realidade existente com olhos novos da f&eacute;, afinal o olhar do cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>3<\/strong>. Agir como pessoas com cora&ccedil;&atilde;o novo em Cristo, ter amor extraordin&aacute;rio pela Palavra, pela Eucaristia, pela Reconcilia&ccedil;&atilde;o, em estilo de fecundas vidas plenas de miseric&oacute;rdia.<\/p>\n<p><strong>4<\/strong>. Ter paix&atilde;o por Cristo e paix&atilde;o pela Humanidade, assumindo atitudes de esp&iacute;rito comprometido em abertura amorosa, como profetas do cora&ccedil;&atilde;o, da gra&ccedil;a e da miseric&oacute;rdia.<\/p>\n<p><strong>5<\/strong>. Acolher os perdidos e os exclu&iacute;dos, os ignorados e os afastados, os sozinhos e os abandonados, os descartados e marginalizados, sempre inspirados pelo hospitaleiro Cora&ccedil;&atilde;o do Bom Pastor.<\/p>\n<p><strong>6<\/strong>. Contemplar os rostos pr&oacute;ximos com olhar gratuito de cora&ccedil;&atilde;o, com humilde, sincera e sentida abertura ao outro e ao mist&eacute;rio da sua presen&ccedil;a, cultivando uma cultura de vida e de amor, toda contr&aacute;ria &agrave; viol&ecirc;ncia e &agrave; guerra, ao conflito e &agrave; intoler&acirc;ncia, &agrave; indiferen&ccedil;a e &agrave; cultura de morte, ao aborto e &agrave; eutan&aacute;sia; uma cultura do cora&ccedil;&atilde;o que contraria tudo o que atenta &agrave; vida no seu todo.<\/p>\n<p><strong>7<\/strong>. Semear e construir miseric&oacute;rdia, convivendo com o mundo, na constante procura do fraterno di&aacute;logo, tornando-se instrumentos de perd&atilde;o e de reconcilia&ccedil;&atilde;o, fomentando a harmonia e a paz.<\/p>\n<p><strong>8<\/strong>. Globalizar o amor como alma das fam&iacute;lias, das comunidades, da sociedade, abrindo o cora&ccedil;&atilde;o a todos sem ace&ccedil;&atilde;o nem exclus&atilde;o, fazendo do Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo o centro a que importa sempre regressar.<\/p>\n<p><strong>9<\/strong>. Abra&ccedil;ar a s&eacute;rio a Cruz de Cristo na Luz da P&aacute;scoa, peregrinando em testemunho de servi&ccedil;o e amor, com ternura, mansid&atilde;o e bondade, sempre na miseric&oacute;rdia de Deus.<\/p>\n<p><strong>10<\/strong>. Ser anunciador do cora&ccedil;&atilde;o, do Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo que transforma o cora&ccedil;&atilde;o do homem sob a a&ccedil;&atilde;o do seu Esp&iacute;rito. Num mundo sem cora&ccedil;&atilde;o, a marca do Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo, plena express&atilde;o do Amor de Deus derramado em n&oacute;s no seu Esp&iacute;rito, n&atilde;o ser&aacute; a mais apropriada?<\/p>\n<p>Como tudo seria diferente se houvesse na Igreja e no mundo uma aut&ecirc;ntica cultura do cora&ccedil;&atilde;o, a sugerir no h&uacute;mus do nosso cora&ccedil;&atilde;o atitudes de vida consoantes &agrave; Vida no Cora&ccedil;&atilde;o de Deus!<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Pe. Manuel Barbosa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LEITURA I &ndash; Os 11, 1.3-4.8c-9De Deus s&oacute; sabemos falar &agrave; maneira humana, e Ele mesmo, quando quis entrar em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1620,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":["post-1621","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liturgia-semanal"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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