{"id":1638,"date":"2018-07-03T22:35:31","date_gmt":"2018-07-03T22:35:31","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=1638"},"modified":"2026-03-21T15:40:54","modified_gmt":"2026-03-21T15:40:54","slug":"bases-do-enquadramento-juridico-do-voluntariado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/bases-do-enquadramento-juridico-do-voluntariado\/","title":{"rendered":"Bases do Enquadramento jur\u00eddico do Voluntariado"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 10pt; font-family: book antiqua, palatino; color: #800000;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-1637\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/voluntario2.jpg\" alt=\"voluntario2\" width=\"300\" height=\"207\" style=\"margin-left: 8px; float: right;\" \/>Uma resolu&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, datada de 17 de Dezembro de 1985, instituiu que o dia <strong>5 de Dezembro &eacute; o Dia Internacional do Voluntariado<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt; font-family: book antiqua, palatino; color: #800000;\">A legisla&ccedil;&atilde;o portuguesa define voluntariado como &ldquo;<strong>o conjunto de ac&ccedil;&otilde;es de interesse social e comunit&aacute;rio, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no &acirc;mbito de projectos, programas e outras formas de interven&ccedil;&atilde;o ao servi&ccedil;o dos indiv&iacute;duos, das fam&iacute;lias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades p&uacute;blicas ou privadas<\/strong>&rdquo;. (Artigo 2.&ordm;, Lei n.&ordm; 71\/98 de 3 de Novembro)Lei n.&ordm; 71\/98, de 3 de Novembro<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>A Assembleia da Rep&uacute;blica decreta, nos termos do artigo 161.&ordm;, al&iacute;nea c), do artigo 166.&ordm;, n.&ordm; 3, e do artigo 112.&ordm;, n.&ordm; 5, da Constitui&ccedil;&atilde;o, para valer como lei geral da Rep&uacute;blica, o seguinte:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO I<\/strong><br \/><strong>Disposi&ccedil;&otilde;es gerais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 1.&ordm;<br \/>Objecto<\/p>\n<p>A presente lei visa promover e garantir a todos os cidad&atilde;os a participa&ccedil;&atilde;o solid&aacute;ria em ac&ccedil;&otilde;es de voluntariado e definir as bases do seu enquadramento jur&iacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 2.&ordm;<br \/>Voluntariado<\/p>\n<p>1 &#8211; Voluntariado &eacute; o conjunto de ac&ccedil;&otilde;es de interesse social e comunit&aacute;rio realizadas de forma desinteressada por pessoas, no &acirc;mbito de projectos, programas e outras formas de interven&ccedil;&atilde;o ao servi&ccedil;o dos indiv&iacute;duos, das fam&iacute;lias e da comunidade desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades p&uacute;blicas ou privadas.<\/p>\n<p>2 &#8211; N&atilde;o s&atilde;o abrangidas pela presente lei as actua&ccedil;&otilde;es que, embora desinteressadas, tenham um car&aacute;cter isolado e espor&aacute;dico ou sejam determinadas por raz&otilde;es familiares, de amizade e de boa vizinhan&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 3.&ordm;<br \/>Volunt&aacute;rio<\/p>\n<p>1 &#8211; O volunt&aacute;rio &eacute; o indiv&iacute;duo que de forma livre, desinteressada e respons&aacute;vel se compromete, de acordo com as suas aptid&otilde;es pr&oacute;prias e no seu tempo livre, a realizar ac&ccedil;&otilde;es de voluntariado no &acirc;mbito de uma organiza&ccedil;&atilde;o promotora.<br \/>2 &#8211; A qualidade de volunt&aacute;rio n&atilde;o pode, de qualquer forma, decorrer de rela&ccedil;&atilde;o de trabalho subordinado ou aut&oacute;nomo ou de qualquer rela&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do patrimonial com a organiza&ccedil;&atilde;o promotora, sem preju&iacute;zo de regimes especiais constantes da lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 4.&ordm;<br \/>Organiza&ccedil;&otilde;es promotoras<\/p>\n<p>1 &#8211; Para efeitos da presente lei, consideram-se organiza&ccedil;&otilde;es promotoras as entidades p&uacute;blicas da administra&ccedil;&atilde;o central, regional ou local ou outras pessoas colectivas de direito p&uacute;blico ou privado, legalmente constitu&iacute;das, que re&uacute;nam condi&ccedil;&otilde;es para integrar volunt&aacute;rios e coordenar o exerc&iacute;cio da sua actividade, que devem ser definidas nos termos do artigo 11.&ordm;<br \/>2 &#8211; Poder&atilde;o igualmente aderir ao regime estabelecido no presente diploma, como organiza&ccedil;&otilde;es promotoras, outras organiza&ccedil;&otilde;es socialmente reconhecidas que re&uacute;nam condi&ccedil;&otilde;es para integrar volunt&aacute;rios e coordenar o exerc&iacute;cio da sua actividade.<br \/>3 &#8211; A actividade referida nos n&uacute;meros anteriores tem de revestir interesse social e comunit&aacute;rio e pode ser desenvolvida nos dom&iacute;nios c&iacute;vico, da ac&ccedil;&atilde;o social, da sa&uacute;de, da educa&ccedil;&atilde;o, da ci&ecirc;ncia e cultura, da defesa do patrim&oacute;nio e do ambiente, da defesa do consumidor, da coopera&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento, do emprego e da forma&ccedil;&atilde;o profissional, da reinser&ccedil;&atilde;o social, da protec&ccedil;&atilde;o civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promo&ccedil;&atilde;o do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza an&aacute;loga.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO II<\/strong><br \/><strong>Princ&iacute;pios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 5.&ordm;<br \/>Princ&iacute;pio geral<\/p>\n<p>O Estado reconhece o valor social do voluntariado como express&atilde;o do exerc&iacute;cio livre de uma cidadania activa e solid&aacute;ria e promove e garante a sua autonomia e pluralismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 6.&ordm;<br \/>Princ&iacute;pios enquadradores do voluntariado<\/p>\n<p>1 &#8211; O voluntariado obedece aos princ&iacute;pios da solidariedade, da participa&ccedil;&atilde;o, da coopera&ccedil;&atilde;o, da complementaridade, da gratuitidade, da responsabilidade e da converg&ecirc;ncia.<br \/>2 &#8211; O princ&iacute;pio da solidariedade traduz-se na responsabilidade de todos os cidad&atilde;os pela realiza&ccedil;&atilde;o dos fins do voluntariado.<br \/>3 &#8211; O princ&iacute;pio da participa&ccedil;&atilde;o implica a interven&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es representativas do voluntariado em mat&eacute;rias respeitantes aos dom&iacute;nios em que os volunt&aacute;rios desenvolvem o seu trabalho.<br \/>4 &#8211; O princ&iacute;pio da coopera&ccedil;&atilde;o envolve a possibilidade de as organiza&ccedil;&otilde;es promotoras e as organiza&ccedil;&otilde;es representativas do voluntariado estabelecerem rela&ccedil;&otilde;es e programas de ac&ccedil;&atilde;o concertada.<br \/>5 &#8211; O princ&iacute;pio da complementaridade pressup&otilde;e que o volunt&aacute;rio n&atilde;o deve substituir os recursos humanos considerados necess&aacute;rios &agrave; prossecu&ccedil;&atilde;o das actividades das organiza&ccedil;&otilde;es promotoras, estatutariamente definidas.<br \/>6 &#8211; O princ&iacute;pio da gratuitidade pressup&otilde;e que o volunt&aacute;rio n&atilde;o &eacute; remunerado, nem pode receber subven&ccedil;&otilde;es ou donativos, pelo exerc&iacute;cio do seu trabalho volunt&aacute;rio.<br \/>7 &#8211; O princ&iacute;pio da responsabilidade reconhece que o volunt&aacute;rio &eacute; respons&aacute;vel pelo exerc&iacute;cio da actividade que se comprometeu realizar, dadas as expectativas criadas aos destinat&aacute;rios do trabalho volunt&aacute;rio.<br \/>8 &#8211; O princ&iacute;pio da converg&ecirc;ncia determina a harmoniza&ccedil;&atilde;o da ac&ccedil;&atilde;o do volunt&aacute;rio com a cultura e objectivos institucionais da entidade promotora.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO III<\/strong><br \/><strong>Direitos e deveres do volunt&aacute;rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 7.&ordm;<br \/>Direitos do volunt&aacute;rio<\/p>\n<p>1 &#8211; S&atilde;o direitos do volunt&aacute;rio:<br \/>a) Ter acesso a programas de forma&ccedil;&atilde;o inicial e cont&iacute;nua, tendo em vista o aperfei&ccedil;oamento do seu trabalho volunt&aacute;rio;<br \/>b) Dispor de um cart&atilde;o de identifica&ccedil;&atilde;o de volunt&aacute;rio;<br \/>c) Enquadrar-se no regime do seguro social volunt&aacute;rio, no caso de n&atilde;o estar abrangido por um regime obrigat&oacute;rio de seguran&ccedil;a social;<br \/>d) Exercer o seu trabalho volunt&aacute;rio em condi&ccedil;&otilde;es de higiene e seguran&ccedil;a;<br \/>e) Faltar justificadamente, se empregado, quando convocado pela organiza&ccedil;&atilde;o promotora, nomeadamente por motivo do cumprimento de miss&otilde;es urgentes, em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia, calamidade p&uacute;blica ou equiparadas;<br \/>f) Receber as indemniza&ccedil;&otilde;es, subs&iacute;dios e pens&otilde;es, bem como outras regalias legalmente definidas, em caso de acidente ou doen&ccedil;a contra&iacute;da no exerc&iacute;cio do trabalho volunt&aacute;rio;<br \/>g) Estabelecer com a entidade que colabora um programa de voluntariado que regule as suas rela&ccedil;&otilde;es m&uacute;tuas e o conte&uacute;do, natureza e dura&ccedil;&atilde;o do trabalho volunt&aacute;rio que vai realizar;<br \/>h) Ser ouvido na prepara&ccedil;&atilde;o das decis&otilde;es da organiza&ccedil;&atilde;o promotora que afectem o desenvolvimento do trabalho volunt&aacute;rio;<br \/>i) Beneficiar, na qualidade de volunt&aacute;rio, de um regime especial de utiliza&ccedil;&atilde;o de transportes p&uacute;blicos, nas condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas na legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel;<br \/>j) Ser reembolsado das import&acirc;ncias despendidas no exerc&iacute;cio de uma actividade programada pela organiza&ccedil;&atilde;o promotora, desde que inadi&aacute;veis e devidamente justificadas, dentro dos limites eventualmente estabelecidos pela mesma entidade.<br \/>2 &#8211; As faltas justificadas previstas na al&iacute;nea e) contam, para todos os efeitos, como tempo de servi&ccedil;o efectivo e n&atilde;o podem implicar perda de quaisquer direitos ou regalias.<br \/>3 &#8211; A qualidade de volunt&aacute;rio &eacute; compat&iacute;vel com a de associado, de membro dos corpos sociais e de benefici&aacute;rio da organiza&ccedil;&atilde;o promotora atrav&eacute;s da qual exerce o voluntariado.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 8.&ordm;<br \/>Deveres do volunt&aacute;rio<\/p>\n<p>S&atilde;o deveres do volunt&aacute;rio:<br \/>a) Observar os princ&iacute;pios deontol&oacute;gicos por que se rege a actividade que realiza, designadamente o respeito pela vida privada de todos quantos dela beneficiam;<br \/>b) Observar as normas que regulam o funcionamento da entidade a que presta colabora&ccedil;&atilde;o e dos respectivos programas ou projectos;<br \/>c) Actuar de forma diligente, isenta e solid&aacute;ria;<br \/>d) Participar nos programas de forma&ccedil;&atilde;o destinados ao correcto desenvolvimento do trabalho volunt&aacute;rio;<br \/>e) Zelar pela boa utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos materiais e dos bens, equipamentos e utens&iacute;lios postos ao seu dispor;<br \/>f) Colaborar com os profissionais da organiza&ccedil;&atilde;o promotora, respeitando as suas op&ccedil;&otilde;es e seguindo as suas orienta&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas;<br \/>g) N&atilde;o assumir o papel de representante da organiza&ccedil;&atilde;o promotora sem o conhecimento e pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o desta;<br \/>h) Garantir a regularidade do exerc&iacute;cio do trabalho volunt&aacute;rio de acordo com o programa acordado com a organiza&ccedil;&atilde;o promotora;<br \/>i) Utilizar devidamente a identifica&ccedil;&atilde;o como volunt&aacute;rio no exerc&iacute;cio da sua actividade.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO IV<\/strong><br \/><strong>Rela&ccedil;&otilde;es entre o volunt&aacute;rio e a organiza&ccedil;&atilde;o promotora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 9.&ordm;<br \/>Programa de voluntariado<\/p>\n<p>Com respeito pelas normas legais e estatut&aacute;rias aplic&aacute;veis, deve ser acordado entre a organiza&ccedil;&atilde;o promotora e o volunt&aacute;rio um programa de voluntariado do qual possam constar, designadamente:<br \/>a) A defini&ccedil;&atilde;o do &acirc;mbito do trabalho volunt&aacute;rio em fun&ccedil;&atilde;o do perfil do volunt&aacute;rio e dos dom&iacute;nios da actividade previamente definidos pela organiza&ccedil;&atilde;o promotora;<br \/>b) Os crit&eacute;rios de participa&ccedil;&atilde;o nas actividades promovidas pela organiza&ccedil;&atilde;o promotora, a defini&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es dela decorrentes, a sua dura&ccedil;&atilde;o e as formas de desvincula&ccedil;&atilde;o;<br \/>c) As condi&ccedil;&otilde;es de acesso aos locais onde deva ser desenvolvido o trabalho volunt&aacute;rio, nomeadamente lares, estabelecimentos hospitalares e estabelecimentos prisionais;<br \/>d) Os sistemas internos de informa&ccedil;&atilde;o e de orienta&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas destinadas aos volunt&aacute;rios;<br \/>e) A avalia&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica dos resultados do trabalho volunt&aacute;rio desenvolvido;<br \/>f) A realiza&ccedil;&atilde;o das ac&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o destinadas ao bom desenvolvimento do trabalho volunt&aacute;rio;<br \/>g) A cobertura dos riscos a que o volunt&aacute;rio est&aacute; sujeito e dos preju&iacute;zos que pode provocar a terceiros no exerc&iacute;cio da sua actividade, tendo em considera&ccedil;&atilde;o as normas aplic&aacute;veis em mat&eacute;ria de responsabilidade civil;<br \/>h) A identifica&ccedil;&atilde;o como participante no programa a desenvolver e a certifica&ccedil;&atilde;o da sua participa&ccedil;&atilde;o;<br \/>i) O modo de resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos entre a organiza&ccedil;&atilde;o promotora e o volunt&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 10.&ordm;<br \/>Suspens&atilde;o e cessa&ccedil;&atilde;o do trabalho volunt&aacute;rio<\/p>\n<p>1 &#8211; O volunt&aacute;rio que pretenda interromper ou cessar o trabalho volunt&aacute;rio deve informar a entidade promotora com a maior anteced&ecirc;ncia poss&iacute;vel.<br \/>2 &#8211; A organiza&ccedil;&atilde;o promotora pode dispensar a colabora&ccedil;&atilde;o do volunt&aacute;rio a t&iacute;tulo tempor&aacute;rio ou definitivo sempre que a altera&ccedil;&atilde;o dos objectivos ou das pr&aacute;ticas institucionais o justifique.<br \/>3 &#8211; A organiza&ccedil;&atilde;o promotora pode determinar a suspens&atilde;o ou a cessa&ccedil;&atilde;o da colabora&ccedil;&atilde;o do volunt&aacute;rio em todos ou em alguns dom&iacute;nios de actividade no caso de incumprimento grave e reiterado do programa de voluntariado por parte do volunt&aacute;rio.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO V<\/strong><br \/><strong>Disposi&ccedil;&otilde;es finais e transit&oacute;rias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 11.&ordm;<br \/>Regulamenta&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>1 &#8211; O Governo deve proceder &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o da presente lei no prazo m&aacute;ximo de 90 dias, estabelecendo as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias &agrave; sua integral e efectiva aplica&ccedil;&atilde;o, nomeadamente as condi&ccedil;&otilde;es da efectiva&ccedil;&atilde;o dos direitos consignados nas al&iacute;neas f), g) e j) do n.&ordm; 1 do artigo 7.&ordm;<br \/>2 &#8211; A regulamenta&ccedil;&atilde;o deve ter ainda em conta a especificidade de cada sector da actividade em que se exerce o voluntariado.<br \/>3 &#8211; At&eacute; &agrave; sua regulamenta&ccedil;&atilde;o mant&eacute;m-se em vigor a legisla&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o contrarie o preceituado na presente lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Artigo 12.&ordm;<br \/>Entrada em vigor<\/p>\n<p>A presente lei entra em vigor 30 dias ap&oacute;s a sua publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: book antiqua, palatino;\">Aprovada em 24 de Setembro de 1998<\/span><\/p>\n<p>O Presidente da Assembleia da Rep&uacute;blica, Ant&oacute;nio de Almeida Santos.<br \/>Promulgada em 21 de Outubro de 1998.<br \/>Publique-se.<\/p>\n<p>O Presidente da Rep&uacute;blica, JORGE SAMPAIO.<br \/>Referendada em 23 de Outubro de 1998.<\/p>\n<p>O Primeiro-Ministro, Ant&oacute;nio Manuel de Oliveira Guterres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma resolu&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, datada de 17 de Dezembro de 1985, instituiu que o dia 5 de Dezembro &eacute; 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