{"id":174,"date":"2011-03-08T15:20:56","date_gmt":"2011-03-08T15:20:56","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=174"},"modified":"2026-03-21T15:42:06","modified_gmt":"2026-03-21T15:42:06","slug":"como-eu-vos-fiz-fazei-vos-tambem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/como-eu-vos-fiz-fazei-vos-tambem\/","title":{"rendered":"Como Eu vos fiz, fazei v\u00f3s tamb\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p style=\"line-height: 14pt;\"><strong>\u201cComo Eu vos fiz, fazei v\u00f3s tamb\u00e9m\u201d<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><a class=\"toolbar\" href=\"administrator\/index.php?option=com_content&amp;sectionid=12&amp;task=edit&amp;cid[]=118\">&nbsp;<\/a><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt;\"><strong>Para um rosto mission\u00e1rio da Igreja em Portugal<\/span>&nbsp;<\/span><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\"><strong>Carta Pastoral&nbsp; dos Bispos de Portugal<\/strong><\/span><br \/> <\/span>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt;\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>1.<\/span><\/strong> O Congresso Mission\u00e1rio Nacional, realizado em F\u00e1tima, de 3 a 7 de Setembro de 2008, pediu \u00e0 Confer\u00eancia Episcopal Portug<\/span>&nbsp;<\/span>uesa a ela<\/span>&nbsp;<\/span>bora\u00e7\u00e3o de um documento-base que possa servir de orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 Miss\u00e3o em Portugal, e que v\u00e1 no sentido de avivar a voca\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria de todos os crist\u00e3os.<\/span><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-173\" style=\"margin: 2px 0px 2px 9px; float: right;\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/JC244a.jpg\" alt=\"JC244a\" width=\"202\" height=\"293\" \/><\/span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>2.<\/span><\/strong> Prestamos homenagem a todos aqueles que em tempos passados animaram o nosso pa\u00eds com o seu fulgor mission\u00e1rio. \u00c9, por\u00e9m, um dado<\/span>&nbsp;<\/span> adqu<\/span>&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/span>irido que tal fulgor se esvaneceu, e hoje Portugal \u00abfaz parte daqueles espa\u00e7os tradicionalmente crist\u00e3os, onde, para al\u00e9m de uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o, se requer, e<\/span>&nbsp;<\/span>m<\/span>&nbsp;<\/span> determinados casos, a primeira evangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb, dado que, \u00abmesmo no <i>velho<\/i> continente, existem extensas \u00e1reas sociais e culturais, onde se torna necess\u00e1ria uma verdadeira e pr\u00f3pria \u201cmiss\u00e3o <i>ad gentes<\/i>\u201d\u00bb<sup>1<\/sup>. Esta declara\u00e7\u00e3o formal qualificando tamb\u00e9m a Europa como espa\u00e7o da \u00abmiss\u00e3o <i>ad gentes<\/i>\u00bb faz evoluir o antigo quadro de <i>terras crist\u00e3s<\/i> e <i>terras de miss\u00e3o<\/i> para uma nova inter\u2011eclesialidade mission\u00e1ria, onde todos somos chamados a viver e a transmitir, com ardor sempre origin<\/span>&nbsp;<\/span>al, os di<\/span>&nbsp;<\/span>namismos que o encontro co<\/span>&nbsp;<\/span>m o Ressuscitado e Senhor da Hist\u00f3ria em n\u00f3s desperta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>3.<\/span><\/strong> \u00c9 vis\u00edvel, de facto, que atravessamos hoje um mundo em profunda mudan\u00e7a. Na cidade hodierna cruzam-se pessoas de diferentes cores, culturas, l\u00ednguas e credos. A busca de melhores condi\u00e7\u00f5es de vida t\u00e3o depressa traz para a cidade pessoas de <\/span>&nbsp;<\/span>outros pa\u00edses e de diferentes situa\u00e7\u00f5es sociais, culturais <\/span>&nbsp;<\/span>e religiosas, como faz partir tamb\u00e9m muitos dos seus anteriores habitantes. Dado o crescente pluralismo cultural e religioso, aliado a uma onda de seculariza\u00e7\u00e3o e individualismo e a um crescente relativismo e indiferen\u00e7a, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o os campan\u00e1rios das igrejas que marcam o ritmo da vida das pessoas. O Evangelho de Jesus Cristo \u00e9 cada vez menos conhecido. E para uma parte significativa daqueles que dizem conhec\u00ea-lo, \u00e9 not\u00f3rio que j\u00e1 perdeu muito do seu encanto e significado. Este cen\u00e1rio \u00e9 preocupante e pede, com urg\u00eancia, \u00e0 Igreja presente na cidade dos homens uma nova cultura de evangeliza\u00e7\u00e3o, que v\u00e1 muito para al\u00e9m de uma simples pastoral de manuten\u00e7\u00e3o. Deve notar-se que, nas comunidades crist\u00e3s primitivas, o termo \u00abEvangelho\u00bb \u00e9 um nome de ac\u00e7\u00e3o e n\u00e3o de estado, significa \u00abanunciar a not\u00edcia feliz da Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus\u00bb, pelo que n\u00e3o pode ser confundido com um livro colocado na estante que gera vidas col<\/span>&nbsp;<\/span>ocadas na estante; \u00abEvangelho\u00bb significa ent\u00e3o \u00abevangeliza\u00e7\u00e3o\u00bb, e evangeliza\u00e7\u00e3o implica movimento e comunica\u00e7\u00e3o, e requer tempo, forma\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia, entranhas, m\u00e3os e cora\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\">4. O Papa Bento XVI, que em boa hora, entre os dias 11 e 14 de Maio passado, tivemos a dita de receber em Visita Apost\u00f3lica ao nosso pa\u00eds e como peregrino de Nossa Senhora de F\u00e1tima, j\u00e1 nos tinha dito com suficiente clareza que n\u00e3o \u00e9 uma ideia, ainda que seja grande a ideia, que leva algu\u00e9m a fazer-se crist\u00e3o, mas um encontro decisivo com a Pessoa de Cristo<sup>2<\/sup>. E nesse sentido, tamb\u00e9m nos disse o Papa que a Miss\u00e3o n\u00e3o se baseia em ideias nem em territ\u00f3rios (n\u00e3o parte de territ\u00f3rios nem se dirige a territ\u00f3rios), mas \u00abparte do cora\u00e7\u00e3o\u00bb<sup>3<\/sup> e dirige-se ao cora\u00e7\u00e3o, uma vez que s\u00e3o \u00abos cora\u00e7\u00f5es os verdadeiros destinat\u00e1rios da actividade mission\u00e1ria do Povo de Deus\u00bb<sup>4<\/sup>. Neste contexto novo, alargam-se os horizontes da miss\u00e3o <i>ad gentes<\/i> a todas as latitudes, mas \u00e9 for\u00e7oso reconhecer tamb\u00e9m que \u00e9 necess\u00e1rio lan\u00e7ar m\u00e3o de novos m\u00e9todos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>O Primado da miss\u00e3o do amor<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\">5. \u00c9 o amor fontal de Deus Pai, expresso na miss\u00e3o do Filho e do Esp\u00edrito Santo, que d\u00e1 \u00e0 Igreja e a cada um dos baptizados-confirmados a gra\u00e7a da sua identidade mission\u00e1ria<sup>5<\/sup>. Porque \u00abDeus \u00e9 amor\u00bb (1Jo 4,8) e nos ama com amor perfeito (1Ts 1,4; cf. Cl 3,12; 1Jo 4,12) e nos ama \u00abprimeiro\u00bb (1Jo 4,19), e porque o amor \u00e9 a ponte que faz passar da morte para a vida \u2013 \u00abn\u00f3s sabemos que passamos da morte para a vida porque amamos os irm\u00e3os; quem n\u00e3o ama, permanece na morte\u00bb (1Jo 3,14) \u2013, ent\u00e3o \u00aba causa mission\u00e1ria deve ser, para cada crist\u00e3o e para toda a Igreja, a primeira de todas as causas\u00bb, pois \u00abn\u00e3o podemos ficar indiferentes ao pensar nos milh\u00f5es de irm\u00e3os e de irm\u00e3s que ignoram ainda o amor de Deus\u00bb<sup>6<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>6.<\/span><\/strong> O \u00edcone mission\u00e1rio por excel\u00eancia \u00e9 a figura do Bom Pastor, transpar\u00eancia do amor de Deus, que n\u00e3o abandona ningu\u00e9m, mas vai \u00e0 procura de todos e de cada um com paix\u00e3o. O Bom Pastor cuida das ovelhas que est\u00e3o perto, mas dedica-se igualmente a procurar, encontrar e chamar as que est\u00e3o longe ou andam perdidas. Tendo presente esta imagem do Bom Pastor, n\u00e3o podemos contentar-nos com ficar \u00e0 espera e cuidar dos que v\u00eam ter connosco. Deus tomou a iniciativa da nossa salva\u00e7\u00e3o, amando-nos primeiro. Portanto, imitando o Bom Pastor, que foi \u00e0 procura da ovelha perdida, uma comunidade evangelizadora sente-se continuamente obrigada a expandir a sua presen\u00e7a mission\u00e1ria em todo o territ\u00f3rio confiado ao seu cuidado pastoral e tamb\u00e9m na miss\u00e3o orientada para outros povos. \u00c9 este \u00abestilo do Senhor Jesus\u00bb, Bom Pastor, que nos ama descendo ao nosso n\u00edvel, dedicando a cada um a aten\u00e7\u00e3o toda (Mt 18,5.6.10.14; 25,40.45), sem qualquer preocupa\u00e7\u00e3o estat\u00edstica, e dando prioridade \u00e0 ovelha perdida (Mt 9,36; 10,6; 15,24; 18,12; Lc 15,4), que deve impregnar e moldar o rosto da Igreja, da par\u00f3quia e de cada crist\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>7.<\/span><\/strong> Neste sentido, precisa, com singular afecto, Jo\u00e3o Paulo II que a par\u00f3quia \u00e9 \u00aba pr\u00f3pria Igreja que vive no meio das casas dos seus filhos e das suas filhas\u00bb<sup>7<\/sup>, e que a sua voca\u00e7\u00e3o \u00ab\u00e9 a de ser a casa de fam\u00edlia, fraterna e acolhedora\u00bb<sup>8<\/sup>, e grava esta afirma\u00e7\u00e3o emocionada e mobilizadora: \u00abO homem \u00e9 amado por Deus! Este \u00e9 o mais simples e o mais comovente an\u00fancio de que a Igreja \u00e9 devedora ao homem\u00bb<sup>9<\/sup>. Verdadeiramente, no cora\u00e7\u00e3o de quem aderiu ao Senhor Jesus Cristo, n\u00e3o pode deixar de nascer e de se desenvolver o desejo de condividir o dom recebido, de amar como fomos amados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>8.<\/span><\/strong> Nascer\u00e1 assim uma Igreja bela, verdadeira casa de fam\u00edlia, sens\u00edvel, fraterna, acolhedora e sempre apressadamente a caminho (Lc 1,39), m\u00e3e \u00abcomovida\u00bb com as dores e alegrias dos seus filhos e filhas, cada vez menos em casa, cada vez mais fora de casa, a quem deve fazer chegar e saber envolver na mais simples e comovente not\u00edcia do amor de Deus. Ao mesmo tempo, \u00e9 necess\u00e1rio que todos se sintam chamados e estimulados a participar, com harmonia, na miss\u00e3o da Igreja, \u00abcasa e escola de comunh\u00e3o\u00bb<sup>10<\/sup>, tendo sempre presente que \u00aba constru\u00e7\u00e3o da comunidade eclesial \u00e9 a chave da miss\u00e3o\u00bb<sup>11<\/sup>. Neste sentido, cabe aos Pastores velar pela harmonia din\u00e2mica desta constru\u00e7\u00e3o, acolhendo e orientando a colabora\u00e7\u00e3o de todos, pois \u00abos Pastores n\u00e3o s\u00e3o apenas pessoas que ocupam um cargo\u00bb, mas \u00abs\u00e3o respons\u00e1veis pela abertura da Igreja \u00e0 ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo\u00bb<sup>12<\/sup>, que continua a suscitar e a animar novos movimentos, novas formas eclesiais, novos m\u00e9todos e novos rumos, nova primavera no \u00abinverno da Igreja\u00bb, quantas vezes surpreendendo e pondo em causa a excessiva confian\u00e7a que pusemos nas nossas estruturas e programa\u00e7\u00f5es, distribui\u00e7\u00e3o de poderes e fun\u00e7\u00f5es<sup>13<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>Evangeliza\u00e7\u00e3o: o primeiro e o melhor servi\u00e7o<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>9. <\/span><\/strong>Na Carta Apost\u00f3lica <i>Redemptoris Missio<\/i>, o Papa Jo\u00e3o Paulo II escreveu assim: \u00abO que me anima mais a proclamar a urg\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria \u00e9 que ela constitui o <i>primeiro<\/i> servi\u00e7o que a Igreja pode prestar ao homem e \u00e0 humanidade inteira, no mundo de hoje, que, apesar de conhecer realiza\u00e7\u00f5es maravilhosas, parece ter perdido o sentido \u00faltimo das coisas e da sua pr\u00f3pria exist\u00eancia\u00bb<sup>14<\/sup>. Neste contexto, a proclama\u00e7\u00e3o da Boa Nova a todos os povos e em todas as culturas continua a ser o <i>melhor<\/i> servi\u00e7o que a Igreja pode prestar \u00e0s pessoas. N\u00e3o podemos, portanto, deixar de testemunhar que tamb\u00e9m hoje \u00e9 poss\u00edvel, belo, bom e justo viver a exist\u00eancia humana de acordo com o Evangelho, e empenhar-nos, por isso e para isso, em \u00abviver uma vida verdadeira, plena, bela, de tal modo bela, que n\u00e3o seria poss\u00edvel explic\u00e1-la se Cristo n\u00e3o tivesse morrido e se n\u00e3o tivesse verdadeiramente ressuscitado\u00bb<sup>15<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>10.<\/span><\/strong> \u00abDeus amou-nos primeiro\u00bb (1 Jo 4,19). Devemos, portanto, saber ser testemunhas cred\u00edveis deste amor excessivo, superabundante, que vai para al\u00e9m do necess\u00e1rio, que revela uma miseric\u00f3rdia sem medida, de modo a parecer incr\u00edvel, dado que n\u00e3o \u00e9 medido pela necessidade do homem, mas pela riqueza infinita da benevol\u00eancia de Deus. Compete a cada crist\u00e3o fazer com que o Evangelho de Jesus Cristo se possa tornar lugar de encontro, feito de fasc\u00ednio e de espanto, com o mist\u00e9rio da pessoa e da obra de Jesus Cristo que, mesmo sobre a Cruz, manifesta plenamente a beleza e a for\u00e7a do amor de Deus, como canta Santo Agostinho: \u00abbelo a dar a vida e belo a retom\u00e1\u2011la; belo na Cruz, belo no sepulcro, belo no c\u00e9u\u00bb<sup>16<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>11. <\/span><\/strong>Se n\u00e3o estivermos entusiasmados pela profundidade e pela beleza da nossa f\u00e9, n\u00e3o podemos verdadeiramente transmiti-la nem aos vizinhos nem aos filhos nem \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras. Neste tempo em que, no sentir de muitos, a f\u00e9 crist\u00e3 deixou de ser patrim\u00f3nio comum da sociedade, n\u00e3o bastam os discursos, os apelos morais ou os acenos gen\u00e9ricos aos valores crist\u00e3os, ainda que estes continuem a ser indispens\u00e1veis. \u00c9 sabido, de facto, que \u00aba mera enuncia\u00e7\u00e3o da mensagem n\u00e3o chega ao mais fundo do cora\u00e7\u00e3o da pessoa, n\u00e3o toca a sua liberdade, n\u00e3o muda a vida\u00bb. Num tempo assim, \u00abaquilo que fascina \u00e9 sobretudo o encontro com pessoas crentes que, pela sua f\u00e9, atraem para a gra\u00e7a de Cristo, dando testemunho d\u2019Ele\u00bb<sup>17<\/sup>. Num tempo como este, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente reformar estruturas. \u00c9 necess\u00e1rio converter a nossa vida, expondo-nos permanentemente \u00e0quela rajada de verbos do Senhor Jesus: \u00abvai\u00bb, \u00abvende\u00bb, \u00abd\u00e1\u00bb, \u00abvem\u00bb e \u00absegue-Me\u00bb (Mc 10,21), e transformarmo-nos em testemunhas de Cristo Ressuscitado no nosso ambiente e em toda a parte. J\u00e1 n\u00e3o basta conservar as comunidades j\u00e1 existentes, ainda que isso seja importante. Entre tantas urg\u00eancias, todos temos de reconhecer que o mais urgente \u00e9 ainda e sempre a miss\u00e3o. \u00c9, portanto, necess\u00e1rio e inadi\u00e1vel levantar-se e partir em miss\u00e3o<sup>18<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>Todos evangelizados, todos evangelizadores<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>12.<\/span><\/strong> Sendo o mandato de evangelizar todas as pessoas a miss\u00e3o essencial de toda a Igreja<sup>19<\/sup>, que, por isso, vem antes de tudo e est\u00e1 acima de tudo, ent\u00e3o a miss\u00e3o n\u00e3o pode ser apenas o ponto conclusivo dos nossos programas pastorais, mas o seu horizonte permanente e o seu paradigma por excel\u00eancia, a alma de toda a programa\u00e7\u00e3o e de todos os itiner\u00e1rios de forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3. N\u00e3o nos podemos mais contentar em evangelizar algu\u00e9m apenas at\u00e9 um certo ponto. \u00c9 imperioso e urgente sentir e viver a necessidade de evangelizar o outro at\u00e9 que ele sinta a necessidade de se transformar ele pr\u00f3prio em evangelizador. Chegou o tempo de se \u00aboferecer a todos os fi\u00e9is uma inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 exigente e atractiva, comunicadora da integridade da f\u00e9 e da espiritualidade radicada no Evangelho, formadora de agentes livres no meio da vida p\u00fablica\u00bb<sup>20<\/sup>. Ent\u00e3o sim, evangelizar ser\u00e1 a nossa maneira de ser, porque \u00e9 a nossa identidade mais profunda, gra\u00e7a e voca\u00e7\u00e3o recebidas, vividas, correspondidas. Paulo VI assentou bem estes fundamentos e lembrou-nos que \u00aba Igreja existe para Evangelizar\u00bb<sup>21<\/sup>, e a Congrega\u00e7\u00e3o para o Clero explicita que \u00ab[a Igreja] existe mesmo s\u00f3 para esta tarefa\u00bb<sup>22<\/sup>. S\u00e3o luminosas as palavras de Jo\u00e3o Paulo II: \u00abA miss\u00e3o renova a Igreja, revigora a sua f\u00e9 e identidade, d\u00e1-lhe novo entusiasmo e novas motiva\u00e7\u00f5es. A f\u00e9 fortalece-se, dando-a\u00bb<sup>23<\/sup>. E o Papa Bento XVI acaba de recordar \u00ab\u00e0s Igrejas antigas como \u00e0s de recente funda\u00e7\u00e3o\u00bb que \u00aba miss\u00e3o <i>ad gentes<\/i> deve ser a prioridade dos seus planos pastorais\u00bb<sup>24<\/sup>. N\u00e3o \u00e9 uma perca, mas um enriquecimento para a pastoral, uma ajuda \u00e0s comunidades em ordem \u00e0 convers\u00e3o de objectivos, m\u00e9todos, organiza\u00e7\u00e3o e em responder com confian\u00e7a ao mal-estar que muitas vezes se experimenta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>13.<\/span><\/strong> A Declara\u00e7\u00e3o Final do III Congresso Americano Mission\u00e1rio lembrou a prop\u00f3sito que esta maneira de ver \u00abimplica convers\u00e3o pessoal e mudan\u00e7a de estruturas pastorais de modo que o Evangelho possa chegar a todos os homens e mulheres sedentos de Deus\u00bb<sup>25<\/sup>. J\u00e1 o Conc\u00edlio Vaticano II tinha deixado expresso que \u00aba comunidade local n\u00e3o deve ocupar-se apenas dos seus pr\u00f3prios fi\u00e9is; deve ter esp\u00edrito mission\u00e1rio e abrir o caminho a todos os homens para Cristo\u00bb<sup>26<\/sup>. Imp\u00f5e-se, portanto, uma profunda renova\u00e7\u00e3o interior e de estruturas pastorais. Recuperando e dando sentido pleno \u00e0quele \u00ab<i>como<\/i> Eu vos fiz\u2026\u00bb (Jo 13,15), \u00ab<i>como<\/i> Eu vos amei\u2026\u00bb (Jo 13,34; 15,12), \u00ab<i>como<\/i> o Pai me enviou\u2026\u00bb (Jo 20,21), \u00aba Igreja necessita de uma forte \u201c<i>como\u00e7\u00e3o<\/i>\u201d, que a impe\u00e7a de se instalar na comodidade, na estagna\u00e7\u00e3o e na indiferen\u00e7a, \u00e0 margem do sofrimento dos pobres\u00bb<sup>27<\/sup>, dos exclu\u00eddos, dos explorados, dos marginalizados. Precisamos de deixar muitas coisas: ouro, prata, cobre, bolsas, t\u00fanicas, sand\u00e1lias, bast\u00e3o (Mt 10,9-10). Ir ao encontro do Senhor em cada irm\u00e3o (cf. Mt 25,40 e 45) ter\u00e1 de ser a nossa \u00fanica ocupa\u00e7\u00e3o e a nossa \u00fanica maneira de viver.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>14.<\/span><\/strong> E a\u00ed est\u00e1 a nova metodologia, que afinal \u00e9 a primeira metodologia da miss\u00e3o: a partir de Cristo, com Cristo, como Cristo. Para a fiel realiza\u00e7\u00e3o deste mandato, refere o Papa Bento XVI apontando o Conc\u00edlio, o crist\u00e3o \u00abdeve seguir o mesmo caminho de Cristo: o caminho da pobreza, da obedi\u00eancia, do servi\u00e7o e da imola\u00e7\u00e3o at\u00e9 \u00e0 morte, de que Ele saiu vencedor pela sua ressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb<sup>28<\/sup>. E continua: \u00abSim! Somos chamados a servir a humanidade do nosso tempo, confiando unicamente em Jesus, deixando-nos iluminar pela sua Palavra: \u201cN\u00e3o fostes v\u00f3s que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permane\u00e7a\u201d (Jo 15,16). E deixa este desabafo: \u00abQuanto tempo perdido, quanto trabalho adiado, por inadvert\u00eancia deste ponto!\u00bb. E conclui: \u00abTudo se define a partir de Cristo, quanto \u00e0 origem e \u00e0 efic\u00e1cia da miss\u00e3o\u00bb<sup>29<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>15.<\/span><\/strong> E aproveitando a din\u00e2mica evangelizadora de S\u00e3o Paulo que o \u00abAno Paulino\u00bb despertou em n\u00f3s, n\u00e3o podemos esquecer a sua metodologia personalizada, vivida, afectiva e apaixonada, maternal e paternal, com dedica\u00e7\u00e3o total, de corpo inteiro e a tempo inteiro (1Ts 2,7b-12), bem como o facto de se ter sabido rodear de muitos e bons cooperadores, com uma pluralidade de dons e minist\u00e9rios, que apresenta na Carta aos Romanos (Rom 16,1-16) como uma rede de fraternidade para o Senhor e o Evangelho<sup>30<\/sup>. Paulo compreendeu bem que Cristo cria fraternidade e comunh\u00e3o, e que, por isso, \u00abEvangelizar nunca \u00e9 para ningu\u00e9m um acto individual e isolado, mas profundamente eclesial\u00bb<sup>31<\/sup>. A experi\u00eancia evangelizadora de S\u00e3o Paulo permanece exemplar e paradigm\u00e1tica para todos os que, em qualquer tempo e lugar, acreditam em Cristo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>Igrejas locais, sujeito primeiro da miss\u00e3o<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>16.<\/span><\/strong> \u00abA Igreja universal incarna nas Igrejas particulares\u00bb ou locais<sup>32<\/sup>. A Igreja local \u00e9 o sujeito primeiro da miss\u00e3o, deve ter o seu centro na comunica\u00e7\u00e3o da f\u00e9 e no primeiro an\u00fancio como sinal da sua fecundidade e fidelidade \u00e0 sua pr\u00f3pria origem e nascimento hist\u00f3rico: Igreja em estado de miss\u00e3o, \u00abIgreja-Miss\u00e3o\u00bb<sup>33<\/sup>, como lhe chamou maravilhosamente Bento XVI. A miss\u00e3o est\u00e1 no \u00e2mago da Igreja, deve co-responsabilizar todos os seus membros, e n\u00e3o pode ser delegada apenas em alguns<sup>34<\/sup>. N\u00e3o h\u00e1 miss\u00e3o eficaz sem um estilo de comunh\u00e3o. \u00c9, portanto, urgente que a Igreja local se organize numa vasta rede de minist\u00e9rios em verdadeira comunh\u00e3o, uma vez que \u00aba comunh\u00e3o e a miss\u00e3o est\u00e3o profundamente ligadas entre si (\u2026): a comunh\u00e3o \u00e9 mission\u00e1ria e a miss\u00e3o \u00e9 para a comunh\u00e3o\u00bb<sup>35<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>17.<\/span><\/strong> Afirmando que \u00abcada uma das Igrejas leva em si a solicitude por todas as outras\u00bb, o Conc\u00edlio lembra que o Bispo, que \u00e9 \u00abconsagrado n\u00e3o s\u00f3 em benef\u00edcio de uma diocese, mas para salva\u00e7\u00e3o de todo o mundo\u00bb, \u00abao suscitar, promover e dirigir a obra mission\u00e1ria, torna presentes e como que palp\u00e1veis o esp\u00edrito e o ardor mission\u00e1rio do Povo de Deus, de maneira que toda a diocese se torna mission\u00e1ria\u00bb<sup>36<\/sup>. Afirma exemplarmente o Documento \u00abDi\u00e1logo e Miss\u00e3o\u00bb: \u00abCada Igreja particular \u00e9 respons\u00e1vel de toda a miss\u00e3o. E mesmo cada crist\u00e3o, em virtude do baptismo, \u00e9 chamado a exercit\u00e1-la toda de algum modo\u00bb<sup>37<\/sup>. E o Papa Bento XVI, na sua Mensagem para o Dia Mission\u00e1rio Mundial de 2008 (19 de Outubro), n\u00e3o deixa de lembrar aos Bispos que o \u00abseu compromisso consiste em tornar mission\u00e1ria toda a comunidade diocesana\u00bb<sup>38<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>18.<\/span><\/strong> Com a Igreja local a assumir-se como sujeito primeiro da miss\u00e3o, os Institutos Mission\u00e1rios n\u00e3o passam para a margem, mas continuam bem no centro, assumindo o seu compromisso mission\u00e1rio <i>ad vitam<\/i> como um dom que pertence a toda a Igreja, e, concretamente \u00e0 Igreja particular em que professam, celebram e vivem a sua f\u00e9. Imenso dom, doa\u00e7\u00f5es radicais e totais, paradigma do compromisso mission\u00e1rio da Igreja<sup>39<\/sup>. Por isso, acentua Jo\u00e3o Paulo II: \u00absintam-se parte viva da comunidade eclesial e trabalhem em comunh\u00e3o com ela\u00bb<sup>40<\/sup>, e a Congrega\u00e7\u00e3o para o Clero lembra \u00e0s Confer\u00eancias Episcopais que devem \u00abintensificar cada vez mais as rela\u00e7\u00f5es com os Institutos Mission\u00e1rios\u00bb<sup>41<\/sup>, na linha, de resto, das normas para a aplica\u00e7\u00e3o do Decreto <i>Ad Gentes<\/i>, patentes na Carta Apost\u00f3lica \u201cMotu Proprio\u201d<i> Ecclesiae Sanctae<\/i>, de Paulo VI<sup>42<\/sup>. Os Institutos Mission\u00e1rios, bem inseridos no cora\u00e7\u00e3o das Igrejas locais, devem contribuir para fazer chegar a anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria \u00e0s estruturas fundamentais do povo de Deus, que s\u00e3o as dioceses e par\u00f3quias, ajudando a dar corpo \u00e0 inten\u00e7\u00e3o formulada por Jo\u00e3o Paulo II de que \u00e9 preciso \u00abinserir a anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria como elemento fulcral na pastoral ordin\u00e1ria das dioceses e par\u00f3quias, das associa\u00e7\u00f5es e grupos, especialmente juvenis\u00bb<sup>43<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>19.<\/span><\/strong> \u00c9 sabido que a anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria frutifica na coopera\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria, que \u00e9 um direito e um dever de todos os baptizados<sup>44<\/sup>. Para efeitos pr\u00e1ticos, as iniciativas e actividades da coopera\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria s\u00e3o dirigidas e coordenadas em toda a parte, por mandato do Sumo Pont\u00edfice, pela Congrega\u00e7\u00e3o para a Evangeliza\u00e7\u00e3o dos Povos, cabendo \u00e0s Igrejas locais, quer a n\u00edvel nacional, atrav\u00e9s das Comiss\u00f5es Episcopais das Miss\u00f5es, quer a n\u00edvel diocesano, na pessoa do pr\u00f3prio Bispo, tarefas semelhantes<sup>45<\/sup>. Para levar a efeito, de forma eficaz, o mandato que lhe foi atribu\u00eddo pelo Papa, a Congrega\u00e7\u00e3o para a Evangeliza\u00e7\u00e3o dos Povos serve-se especialmente das quatro Obras Mission\u00e1rias Pontif\u00edcias (OMP) [Propaga\u00e7\u00e3o da F\u00e9, Inf\u00e2ncia Mission\u00e1ria, S\u00e3o Pedro Ap\u00f3stolo, Uni\u00e3o Mission\u00e1ria], que, \u00absendo as Obras do Papa, s\u00e3o-no tamb\u00e9m do Episcopado inteiro e de todo o Povo de Deus\u00bb<sup>46<\/sup>, devendo dar-se-lhes, com todo o direito, o primeiro lugar<sup>47<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>20.<\/span><\/strong> Para se dar \u00e0 anima\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria o lugar a que t\u00eam direito, torna-se necess\u00e1rio fazer surgir tamb\u00e9m na Igreja portuguesa Centros Mission\u00e1rios Diocesanos (CMD) e Grupos Mission\u00e1rios Paroquiais (GMP), laborat\u00f3rios mission\u00e1rios, c\u00e9lulas paroquiais de evangeliza\u00e7\u00e3o, que, em conson\u00e2ncia com as OMP e os Centros de anima\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria dos Institutos Mission\u00e1rios, possam fazer com que a miss\u00e3o universal ganhe corpo em todos os \u00e2mbitos da pastoral e da vida crist\u00e3. O Decreto <i>Ad Gentes<\/i> e outros documentos subsequentes lembram bem a responsabilidade dos Bispos e Confer\u00eancias Episcopais em favorecerem as voca\u00e7\u00f5es mission\u00e1rias de jovens e se ocuparem tamb\u00e9m do clero diocesano que devem dedicar \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o do mundo, e de favorecerem este importante servi\u00e7o com os meios necess\u00e1rios<sup>48<\/sup>. Em Ano Sacerdotal, n\u00e3o podemos esquecer a indica\u00e7\u00e3o oportuna do Papa Bento XVI que nos lembra que \u00aba dimens\u00e3o mission\u00e1ria est\u00e1 especial e intimamente ligada \u00e0 voca\u00e7\u00e3o sacerdotal\u00bb<sup>49<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>21.<\/span><\/strong> Aconselha-se vivamente que o CMD seja constitu\u00eddo em todas as Dioceses de Portugal. Nele devem convergir todas as for\u00e7as mission\u00e1rias a operar na Diocese, integrando sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos. O Director do CMD ser\u00e1 nomeado pelo Bispo, que \u00e9 o primeiro respons\u00e1vel da vida mission\u00e1ria na Diocese. O Director do CMD poder\u00e1 ser tamb\u00e9m o Director Diocesano das OMP, e far\u00e1 parte do Conselho Pastoral da Diocese<sup>50<\/sup>. O CMD dever\u00e1 ser o principal Centro propulsor da consci\u00eancia e do empenho mission\u00e1rio da Igreja Diocesana, ajudando-a a viver a sua identidade mission\u00e1ria traduzida no empenho espec\u00edfico do an\u00fancio do Evangelho a todas as pessoas, em toda a parte. Saber\u00e1 interagir com os outros organismos pastorais da Diocese em ordem a imprimir uma din\u00e2mica mission\u00e1ria a toda a actividade diocesana. Dar\u00e1 a conhecer e estimular\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o nas iniciativas mission\u00e1rias j\u00e1 em curso, assegurar\u00e1 o mais fecundo relacionamento entre a comunidade local e os seus mission\u00e1rios e velar\u00e1 pela boa implanta\u00e7\u00e3o das OMP no espa\u00e7o diocesano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>22.<\/span><\/strong> V\u00ea-se bem que o rosto mission\u00e1rio da Igreja requer um cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel e fraterno, em ordem a um servi\u00e7o verdadeiramente crist\u00e3o. Este servi\u00e7o concertado e em rede por parte das Igrejas particulares foi objecto de viva exorta\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Paulo II, no in\u00edcio do novo mil\u00e9nio: \u00ab\u00c9 nas Igrejas locais que se podem estabelecer as linhas program\u00e1ticas concretas \u2013 objectivos e m\u00e9todos de trabalho, forma\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dos agentes da pastoral, busca dos meios necess\u00e1rios \u2013 que permitam levar o an\u00fancio de Cristo \u00e0s pessoas, plasmar as comunidades, permear em profundidade a sociedade e a cultura atrav\u00e9s do testemunho dos valores evang\u00e9licos. Por isso, exorto vivamente os Pastores das Igrejas particulares, valendo-se do contributo das diversas componentes do povo de Deus, a delinear com confian\u00e7a as etapas do caminho futuro, sintonizando as op\u00e7\u00f5es de cada comunidade diocesana com as das Igrejas lim\u00edtrofes e as da Igreja universal\u00bb<sup>51<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>23.<\/span><\/strong> As consequ\u00eancias pr\u00e1ticas para a vida eclesial e paroquial s\u00e3o profundas e intensas, requerendo uma nova sensibilidade evangelizadora obrigat\u00f3ria e n\u00e3o arbitr\u00e1ria. Alertou bem o Papa Jo\u00e3o Paulo II que nenhuma Igreja particular, de antiga ou de recente tradi\u00e7\u00e3o, \u00abse deve fechar em si pr\u00f3pria\u00bb, adiantando logo que \u00aba tend\u00eancia para se fechar em si pr\u00f3prio pode ser forte\u00bb. E, no que se refere \u00e0s Igrejas antigas, advertiu que, \u00abpreocupadas com a nova evangeliza\u00e7\u00e3o, podem ser levadas a pensar que agora devem realizar a miss\u00e3o em casa, correndo assim o risco de refrear o \u00edmpeto para o mundo n\u00e3o crist\u00e3o, sendo pouca a vontade de dar voca\u00e7\u00f5es aos Institutos Mission\u00e1rios\u00bb. A estas Igrejas, o Papa lembra que \u00ab\u00e9 dando generosamente que se recebe\u00bb<sup>52<\/sup>. E a Congrega\u00e7\u00e3o para o Clero j\u00e1 tinha advertido alguns anos antes que \u00aba Igreja particular n\u00e3o pode fechar-se em si mesma, mas, como parte viva da Igreja Universal, deve abrir-se \u00e0s necessidades das outras Igrejas. Portanto, a sua participa\u00e7\u00e3o na miss\u00e3o evangelizadora universal n\u00e3o \u00e9 deixada ao seu arb\u00edtrio, ainda que generoso, mas deve considerar-se como uma lei fundamental de vida; diminuiria, de facto, a sua energia vital se, concentrando-se unicamente sobre os pr\u00f3prios problemas, se fechasse \u00e0s necessidades das outras Igrejas\u00bb<sup>53<\/sup>. E o Papa Bento XVI acaba de nos advertir que \u00abnada nos dispensa de ir ao encontro dos outros\u00bb, pelo que \u00abtemos de vencer a tenta\u00e7\u00e3o de nos limitarmos ao que ainda temos, ou julgamos ter, de nosso e seguro\u00bb, lembrando-nos ainda que isso \u00abseria morrer a prazo, enquanto presen\u00e7a da Igreja no mundo, que, ali\u00e1s, s\u00f3 pode ser mission\u00e1ria\u00bb<sup>54<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>Fi\u00e9is leigos: contributo indispens\u00e1vel no cora\u00e7\u00e3o do mundo<\/span><\/strong>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>24.<\/span><\/strong> Em 1975, dez anos ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o do Conc\u00edlio, Paulo VI saudava, com particular afecto, os fi\u00e9is leigos envolvidos na actividade mission\u00e1ria: \u00abDevemos tamb\u00e9m a nossa particular estima a todos os fi\u00e9is leigos que aceitam dedicar uma parte do seu tempo, das suas energias, e, por vezes, a vida inteira, ao servi\u00e7o das miss\u00f5es\u00bb<sup>55<\/sup>. E Jo\u00e3o Paulo II salientava, com inteira justi\u00e7a, em 1990, entre os \u00abmuitos frutos mission\u00e1rios do Conc\u00edlio\u00bb, \u00abo empenhamento dos leigos no servi\u00e7o da evangeliza\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 a mudar a vida eclesial\u00bb<sup>56<\/sup>. O mesmo podemos constatar em Portugal, sobretudo atrav\u00e9s dos jovens que todos os anos, e cada vez em maior n\u00famero, doam, com alegria e generosidade, um pouco da sua vida ao mundo mission\u00e1rio, e que regressam com novo entusiasmo, que temos de saber acolher, estimular e multiplicar, e nunca ignorar, esquecer ou reprimir. Mas j\u00e1 o Decreto <i>Ad Gentes<\/i> salientava a seu tempo a import\u00e2ncia da presen\u00e7a imprescind\u00edvel dos fi\u00e9is leigos, do testemunho que devem dar, e o cuidado que se deve p\u00f4r na sua forma\u00e7\u00e3o: \u00abA Igreja n\u00e3o est\u00e1 fundada verdadeiramente, nem vive plenamente, nem \u00e9 o sinal perfeito de Cristo entre os homens se, com a hierarquia, n\u00e3o existe e trabalha um laicado aut\u00eantico. De facto, sem a presen\u00e7a activa dos leigos, o Evangelho n\u00e3o pode gravar-se profundamente nos esp\u00edritos, na vida e no trabalho de um povo. Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio desde a funda\u00e7\u00e3o da Igreja prestar grande aten\u00e7\u00e3o \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de um laicado crist\u00e3o amadurecido (\u2026). O principal dever deles, homens e mulheres, \u00e9 o testemunho de Cristo, que eles t\u00eam obriga\u00e7\u00e3o de dar, pela sua vida e palavras, na fam\u00edlia, no grupo social, no meio profissional\u00bb<sup>57<\/sup>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>25.<\/span><\/strong> E Paulo VI, na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, salienta bem algumas \u00e1reas sens\u00edveis, onde a ac\u00e7\u00e3o evangelizadora dos fi\u00e9is leigos pode ser determinante: \u00abO campo pr\u00f3prio da sua actividade evangelizadora \u00e9 o mundo vasto e complicado da pol\u00edtica, da realidade social e da economia, mas tamb\u00e9m da cultura, das ci\u00eancias e das artes, da vida internacional, dos \u201cmass media\u201d, e ainda outras realidades abertas \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o, como s\u00e3o o amor, a fam\u00edlia, a educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as e dos adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento\u00bb<sup>58<\/sup>. E Bento XVI lembrou aos Bispos portugueses que \u00abos tempos em que vivemos exigem um novo vigor mission\u00e1rio dos crist\u00e3os, chamados a formar um laicado maduro, identificado com a Igreja e solid\u00e1rio com a complexa transforma\u00e7\u00e3o do mundo\u00bb, e insistiu em que \u00abh\u00e1 necessidade de verdadeiras testemunhas de Jesus Cristo, sobretudo nos meios humanos onde o sil\u00eancio da f\u00e9 \u00e9 mais amplo e profundo\u00bb, e salientou a prop\u00f3sito os meios \u00abpol\u00edticos, intelectuais e dos profissionais da comunica\u00e7\u00e3o\u00bb<sup>59<\/sup>. \u00c9, portanto, imperioso constituir, preparar e formar grupos consistentes de evangeliza\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m por \u00e1reas profissionais, uma verdadeira rede de evangeliza\u00e7\u00e3o, que, no cora\u00e7\u00e3o do mundo, sinta a alegria de levar o Evangelho a todos os sectores da vida, desde a fam\u00edlia, \u00e0 escola, ao trabalho, aos tempos livres, \u00e0 solid\u00e3o, \u00e0 dor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>26.<\/span><\/strong> \u00c9 urgente saber aproveitar todas as oportunidades, mas tamb\u00e9m saber provoc\u00e1-las, e lan\u00e7ar m\u00e3o de capacidades e aptid\u00f5es, mas tamb\u00e9m saber cultiv\u00e1-las, para oferecer o Evangelho ao nosso mundo. Neste dom\u00ednio, as crian\u00e7as e os jovens, quando devidamente preparados e estimulados, parecem particularmente aptos para criar rela\u00e7\u00f5es de simpatia e de acolhimento, de modo a saberem dar o Evangelho juntamente com a sua pr\u00f3pria vida (cf. 1Ts 2,8), estabelecendo rela\u00e7\u00f5es significativas com as pessoas que frequentam a Igreja, com as que est\u00e3o \u00ab\u00e0 porta\u00bb, e tamb\u00e9m no caminho ou na estrada. Neste sentido, as crian\u00e7as e os jovens podem tornar-se os mais eficazes evangelizadores das crian\u00e7as e dos jovens, mas tamb\u00e9m dos adultos e idosos, dado o seu interesse pelos outros e por tudo o que \u00e9 novo. Neste sentido, tamb\u00e9m os jovens ouviram palavras de est\u00edmulo do Papa Bento XVI: \u00abJovens amigos [\u2026], testemunhai a alegria desta sua [de Jesus Cristo] presen\u00e7a forte e suave, a todos, a come\u00e7ar pelos da vossa idade. Dizei-lhes que \u00e9 belo ser amigo de Jesus e que vale a pena segui-l\u2019O\u00bb<sup>60<\/sup> A altura em que recebem o sacramento da Confirma\u00e7\u00e3o constitui uma oportunidade especial para serem familiarizados com o mandato mission\u00e1rio da Igreja, e para lhes serem confiadas tarefas mission\u00e1rias que sejam capazes de assumir.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>27.<\/span><\/strong> E, porque levamos ainda connosco, com amor, os tra\u00e7os mais salientes da mem\u00f3ria viva do Ano Paulino, n\u00e3o podemos deixar de evocar e invocar, e, se poss\u00edvel, imitar, essa figura \u00edmpar do \u00abmaior mission\u00e1rio de todos os tempos\u00bb<sup>61<\/sup> e \u00abmodelo de cada evangelizador\u00bb<sup>62<\/sup>, que se dedicou ao Evangelho a tempo inteiro e de corpo inteiro, adscrevendo muitas vezes ao seu nome os t\u00edtulos de \u00abservo\u00bb e \u00abap\u00f3stolo\u00bb. A sua dedica\u00e7\u00e3o total, gerando comunidades (1Cor 4,14-15; Flm 10), dando-as \u00e0 luz (Gl 4,19), velando zelosamente por elas (2Cor 11,2; 12,14-15), acalentando-as e exortando-as, como uma m\u00e3e ou um pai (1Ts 2,2-12)<sup> 63<\/sup>, e rodeando-se de uma vasta rede de muitos e bons e bem formados cooperadores, deve continuar a iluminar os nossos passos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; line-height: 14pt;\"><strong>28.<\/span><\/strong> Que Maria, M\u00e3e de Deus e nossa M\u00e3e, Senhora da Anuncia\u00e7\u00e3o e da Sauda\u00e7\u00e3o, vele por n\u00f3s, nos molde no seu jeito maternal e evangelizador, e aben\u00e7oe os nossos trabalhos e prop\u00f3sitos.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.45pt; line-height: 13pt;\"><i>Senhora da Anuncia\u00e7\u00e3o,<br \/> que corres ligeira sobre os montes,<br \/> vela por n\u00f3s,<br \/> fica \u00e0 nossa beira.<br \/> \u00c9 bom ter a esperan\u00e7a como companheira.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.45pt; line-height: 13pt;\"><i>Contigo rezamos ao Senhor:<br \/> D\u00e1-nos, Senhor,<br \/> um cora\u00e7\u00e3o sens\u00edvel e fraterno,<br \/> capaz de escutar<br \/> e de recome\u00e7ar.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.45pt; line-height: 13pt;\"><i>Mant\u00e9m-nos reunidos, Senhor,<br \/> \u00e0 volta do p\u00e3o e da palavra.<br \/> Ajuda-nos a discernir<br \/> os rumos a seguir<br \/> nos caminhos sinuosos deste tempo,<br \/> por Ti semeado e por Ti redimido.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.45pt; line-height: 13pt;\"><i>Ensina-nos a tornar a tua Igreja toda mission\u00e1ria,<br \/> e a fazer de cada par\u00f3quia,<br \/> que \u00e9 a Igreja a residir no meio das casas dos teus filhos e filhas,<br \/> uma Casa grande, aberta e feliz,<br \/> \u00e1trio de fraternidade,<br \/> de onde se possa sempre ver o c\u00e9u,<br \/> e o c\u00e9u nos possa sempre ver a n\u00f3s.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: right; line-height: normal;\" align=\"right\"><i>F\u00e1tima, 17 de Junho de 2010<\/span><\/i>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 14.2pt; text-align: justify; text-indent: -14.2pt; line-height: normal;\"><strong>NOTAS:<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">1 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Jo\u00e3o Paulo II, <i>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cEcclesia in Europa\u201d<\/i> (28-06-2003), 46.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">2<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento &nbsp;XVI, <i>Carta Enc\u00edclica \u201cDeus Caritas est\u201d<\/i> (25-12-2005), 1.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">3<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Palavras proferidas por Bento XVI antes da Ora\u00e7\u00e3o do <i>Angelus<\/i> do 80.\u00ba Dia Mission\u00e1rio Mundial (22-10-2006).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">4<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Homilia da Santa Missa<\/i>, Porto, 14-05-2010. O Papa Bento XVI tinha j\u00e1 proferido palavras id\u00eanticas na Cerim\u00f3nia de Encerramento do Congresso Internacional sobre o Decreto <i>Ad Gentes<\/i> no quadrag\u00e9simo ano da sua promulga\u00e7\u00e3o (Roma, 11-03-2006).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">5<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> VATICANO II, Decreto <i>Ad Gentes<\/i> (7-12-1965), 2.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">6<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, Carta Apost\u00f3lica <i>Redemptoris Missio<\/i> (7-12-1990), 86.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">7 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Jo\u00e3o Paulo II, Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal <i>Christifideles Laici<\/i> (30-12-1988), 26.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">8<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica <i>Catechesi tradendae<\/i> (16-10-1979), 67.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">9<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Christifideles Laici<\/i>, 34.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">10<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, Carta Apost\u00f3lica <i>Novo Millennio Ineunte<\/i> (6-01-2001), 43.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">11<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>A constru\u00e7\u00e3o da comunidade eclesial \u00e9 a chave da miss\u00e3o<\/i>, Mensagem para o 84.\u00ba Dia Mission\u00e1rio Mundial (24-06-2010). <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">12<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Discurso no Encontro com os Bispos de Portugal<\/i>, F\u00e1tima, 13 -05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">13<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, Discurso no Encontro com os Bispos de Portugal, F\u00e1tima, 13-05-2010; Bento XVI, <i>Homilia da Santa Missa<\/i>, Lisboa, 11-05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">14<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 2.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">15<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\"> F. LAMBIASI, <i>La partecipazione dei laici alla vita e alla missione della Chiesa<\/i>, CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA OS BISPOS, <i>Duc in altum. Pellegrinaggio alla Tomba di San Pietro. Incontro di Riflessione <\/i>(Roma, 15\/23-2008), Citt\u00e0 del Vaticano, Libreria Editrice Vaticana, 2008, p. 276.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">16<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Santo Agostinho, <i>Enarrationes in Psalmos<\/i> 44,3.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">17<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Discurso no Encontro com os Bispos de Portugal<\/i>, F\u00e1tima, 13-05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">18<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, Homilia da Santa Missa, Grande Pra\u00e7a da Avenida dos Aliados, Porto, 14 de Maio de 2010. Ver tamb\u00e9m a Homilia do Cardeal Cl\u00e1udio Hummes, Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para o Clero, na Santa Missa de 9-06-2010, Conclus\u00e3o do Ano Sacerdotal, Bas\u00edlica de S\u00e3o Paulo Fora de Muros.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">19<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> CONC\u00cdLIO VATICANO II, <i>Ad Gentes<\/i>, 29 e 35; Paulo VI, <i>Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cEvangelii Nuntiandi\u201d<\/i> (8-12-1975), 14 e 59; Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 63; Bento XVI, <i>\u00abAs na\u00e7\u00f5es caminhar\u00e3o \u00e0 sua luz\u00bb (Ap 21,24)<\/i>, Mensagem para o 83.\u00ba Dia Mission\u00e1rio Mundial (29-06-2009), 3.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">20 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Bento XVI, <i>Discurso no Encontro com os Bispos de Portugal<\/i>, F\u00e1tima, 13 -05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">21 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 14.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">22 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA O CLERO, Instru\u00e7\u00e3o <i>Postquam Apostoli<\/i> (25 -03-1980), 3.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">23 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 2.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">24<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>\u00abAs na\u00e7\u00f5es caminhar\u00e3o \u00e0 sua luz\u00bb (Ap 21,24)<\/i>, 4.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">25 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">TERCER CONGRESO AMERICANO MISIONERO (CAM 3) e OCTAVO CONGRESO MISIONERO LATINO-AMERICANO (COMLA 8), (Quito, 12\/17-08-2008), <i>Declaraci\u00f3n Final<\/i> (18-08-2008), 1.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">26 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">CONC\u00cdLIO VATICANO II, Decreto <i>Presbyterorum Ordinis<\/i> (7-12-1965), 6.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">27<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Cf. CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO, <i>Documento de Aparecida. Texto conclusivo da V Confer\u00eancia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe<\/i> (13\/31-05-2007), S\u00e3o Paulo, CNBB \u2013 Paulinas \u2013 Paulus, 2007, 362. Al\u00e9m do sentido de forte transforma\u00e7\u00e3o que o termo \u201ccomo\u00e7\u00e3o\u201d tem no Documento de Aparecida, sobrepomos-lhe aqui um sentido novo assente naquele \u201ccomo\u201d que implica a imita\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">28<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\"> VATICANO II, <i>Ad Gentes<\/i>, 5.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">29<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Homilia da Santa Missa<\/i>, Porto, 14-05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">30<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> VATICANO II, Constitui\u00e7\u00e3o Dogm\u00e1tica <i>Lumen Gentium<\/i> (21 -11-1964), 33.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">31<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 60.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">32<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 62.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">33<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>As voca\u00e7\u00f5es ao servi\u00e7o da Igreja-Miss\u00e3o<\/i>, <i>Mensagem para o 45.\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es<\/i> (3-12-2007).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">34<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 32; Jo\u00e3o Paulo II, <i>Novo Millennio Ineunte<\/i>, 40.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">35 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Jo\u00e3o Paulo II, <i>Christifideles Laici<\/i>, 32.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">36<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\"> VATICANO II, <i>Ad Gentes<\/i>, 38; cf. <i>Lumen Gentium<\/i>, 23.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">37 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">SECRETARIADO PARA OS N\u00c3O-CRIST\u00c3OS, <i>L\u2019atteggiamento della Chiesa di fronte ai seguaci di altre religioni. <\/i><\/span><i><span style=\"font-size: 8pt;\">Riflessioni e orientamenti su dialogo e missione<\/span><\/i><span style=\"font-size: 8pt;\"> (10-06-1984), 14.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">38<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Servos e Ap\u00f3stolos de Jesus Cristo<\/i>, Mensagem para o Dia Mission\u00e1rio Mundial 2008 (11-05-2008), 4.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">39<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 66; CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O DOS POVOS, Instru\u00e7\u00e3o <i>Cooperatio missionalis<\/i> (1-10-1998), 11. f); Bento XVI, <i>As voca\u00e7\u00f5es ao servi\u00e7o da Igreja-Miss\u00e3o<\/i>, 4.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">40<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 66.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">41<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA O CLERO, <i>Postquam Apostoli<\/i>, 19.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">42<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, Carta Apost\u00f3lica \u201cMotu proprio\u201d <i>Ecclesiae Sanctae<\/i> (6 de Agosto de 1966), Sec\u00e7\u00e3o III, 11.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">43<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 83.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">44<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O DOS POVOS, <i>Cooperatio missionalis<\/i>, 2.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">45<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O DOS POVOS, <i>Cooperatio missionalis<\/i>, 3.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">46<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, <i>Mensagem para o Dia Mission\u00e1rio Mundial de 1968<\/i> (20 de Outubro); Paulo VI, Mensagem para o Dia Mission\u00e1rio Mundial de 1976 (24 de Outubro).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">47<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> VATICANO II,&nbsp; <i>Ad Gentes<\/i>, 38.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">48 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">VATICANO II,&nbsp; <i>Ad Gentes<\/i>, 38; Paulo VI, <i>Ecclesiae Sanctae<\/i>, Sec\u00e7\u00e3o III, 6; CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA O CLERO, <i>Postquam Apostoli<\/i>, 18-19.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">49<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>As voca\u00e7\u00f5es ao servi\u00e7o da Igreja-Miss\u00e3o<\/i>, 1.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">50 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">Paulo VI, <i>Ecclesiae Sanctae<\/i>, Sec\u00e7\u00e3o III, 4; CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A EVANGELIZA\u00c7\u00c3O DOS POVOS, <i>Cooperatio Missionalis<\/i>, 9 e 13.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">51<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Novo Millennio Ineunte<\/i>, 29.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">52<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 85.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">53 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\">CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA O CLERO, <i>Postquam Apostoli<\/i>, 14.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">54<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Homilia da Santa Missa<\/i>, Porto, 14-05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">55<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 73.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">56<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Jo\u00e3o Paulo II, <i>Redemptoris Missio<\/i>, 2.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">57<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> VATICANO II, <i>Ad Gentes<\/i>, 21.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">58<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 70; ver tamb\u00e9m, no mesmo esp\u00edrito, CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO, <i>Documento de Aparecida<\/i>, 174 e 210.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">59<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Discurso no Encontro com os Bispos de Portugal<\/i>, F\u00e1tima, 13 -05-2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">60<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> Bento XVI, <i>Homilia da Santa Missa<\/i>, Lisboa, 11-05- 2010.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\">61<\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\"> O Papa Bento XVI consagra esta express\u00e3o na sua <i>Mensagem para o 45.\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es<\/i> (3-12-2007), 3. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">62 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 79.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 7.1pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; line-height: normal;\"><sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">63 <\/span><\/sup><span style=\"font-size: 8pt;\" lang=\"IT\">Paulo VI, <i>Evangelii Nuntiandi<\/i>, 79.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; line-height: normal;\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cComo Eu vos fiz, fazei v\u00f3s tamb\u00e9m\u201d&nbsp;&nbsp; Para um rosto mission\u00e1rio da Igreja em Portugal&nbsp; Carta Pastoral&nbsp; dos Bispos de 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