{"id":212,"date":"2011-03-16T22:11:23","date_gmt":"2011-03-16T22:11:23","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=212"},"modified":"2026-03-21T15:42:05","modified_gmt":"2026-03-21T15:42:05","slug":"exortacao-apostolica-sobre-sao-jose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/exortacao-apostolica-sobre-sao-jose\/","title":{"rendered":"Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica sobre S\u00e3o Jos\u00e9"},"content":{"rendered":"<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>REDEMPTORIS CUSTOS<\/span><\/i><\/b><br \/><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-211\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/JP05.jpg\" alt=\"JP05\" width=\"300\" height=\"374\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/JP05.jpg 420w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/JP05-240x300.jpg 240w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><span style=\"color: #993300;\"><b>Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica sobre a figura e a Miss&atilde;o de S. JOS&Eacute; na vida de Cristo e da Igreja<br \/> <\/b><\/span><\/span><br \/><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/b><br \/><\/span><b>1<\/span><\/b>. Chamado a proteger o Redentor, <i>&laquo;Jos&eacute; fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa&raquo;<\/i> (<i>Mt<\/i> 1, 24).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Inspirando-se no Evangelho, os Padres da Igreja, desde os primeiros s&eacute;culos, puseram em relevo que S&atilde;o Jos&eacute;, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo<sup>1<\/sup>, assim tamb&eacute;m guarda e protege o seu Corpo m&iacute;stico, a Igreja, da qual a Virgem Sant&iacute;ssima &eacute; figura e modelo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">No centen&aacute;rio da publica&ccedil;&atilde;o da Carta Enc&iacute;clica <i>Quamquam pluries<\/i> do Papa Le&atilde;o XIII<sup>2<\/sup> e na esteira da plurissecular venera&ccedil;&atilde;o para com S&atilde;o Jos&eacute;, desejo apresentar &agrave; vossa considera&ccedil;&atilde;o, amados Irm&atilde;os e Irm&atilde;s, algumas reflex&otilde;es sobre aquele a quem Deus &laquo;confiou a guarda dos seus tesouros mais preciosos&raquo;.<sup>3<\/sup> &Eacute; para mim uma alegria cumprir este dever pastoral, no intuito de que cres&ccedil;a em todos a devo&ccedil;&atilde;o ao Patrono da Igreja universal e o amor ao Redentor, que ele serviu de maneira exemplar.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Desta forma, todo o povo crist&atilde;o n&atilde;o s&oacute; recorrer&aacute; a S&atilde;o Jos&eacute; com maior fervor e invocar&aacute; confiadamente o seu patroc&iacute;nio, mas tamb&eacute;m ter&aacute; sempre diante dos olhos o seu modo humilde e amadurecido de servir e de &laquo;participar&raquo; na economia da salva&ccedil;&atilde;o.<sup>4<\/sup> Tenho para mim, efectivamente, que o facto de se considerar novamente a participa&ccedil;&atilde;o do Esposo de Maria no mist&eacute;rio divino permitir&aacute; &agrave; Igreja, na sua caminhada para o futuro juntamente com toda a humanidade, reencontrar continuamente a pr&oacute;pria identidade, no &acirc;mbito deste des&iacute;gnio redentor, <i>que tem o seu fundamento no mist&eacute;rio da Incarna&ccedil;&atilde;o.<\/i><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Foi precisamente neste mist&eacute;rio que Jos&eacute; de Nazar&eacute; &laquo;participou&raquo; como nenhuma outra pessoa humana, &agrave; excep&ccedil;&atilde;o de Maria, a M&atilde;e do Verbo Incarnado. Ele participou em tal mist&eacute;rio simultaneamente com Maria, envolvido na realidade do mesmo evento salv&iacute;fico, e foi deposit&aacute;rio do mesmo amor, em virtude do qual o eterno Pai &laquo;nos predestinou a sermos adoptados como filhos, por interm&eacute;dio de Jesus Cristo&raquo; (<i>Ef <\/i>1, 5).<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>I. O CONTEXTO EVANG&Eacute;LICO<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>O matrim&oacute;nio com Maria<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>2<\/span><\/b>. &laquo;Jos&eacute;, filho de David, <i>n&atilde;o temas receber contigo Maria<\/i>, tua esposa, pois o que nela se gerou &eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo. Ela dar&aacute; &agrave; luz um filho, a quem por&aacute;s o nome de Jesus, porque ele salvar&aacute; o seu povo dos seus pecados&raquo; (<i>Mt <\/i>1, 20-21).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Nestas palavras est&aacute; contido o n&uacute;cleo central da verdade b&iacute;blica sobre S&atilde;o Jos&eacute;; &eacute; o momento da sua exist&ecirc;ncia ao qual se referem em particular os Padres da Igreja.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O evangelista S&atilde;o Mateus explica o significado deste momento, esbo&ccedil;ando tamb&eacute;m a maneira como Jos&eacute; o viveu. Todavia, para se compreender plenamente o seu conte&uacute;do e o seu contexto, &eacute; importante ter presente a passagem paralela do <i>Evangelho de S&atilde;o Lucas<\/i>. Com efeito, a origem da gravidez de Maria, por &laquo;obra do Esp&iacute;rito Santo&raquo; &#8211; posta em rela&ccedil;&atilde;o com o vers&iacute;culo que diz &laquo;ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua M&atilde;e, <i>desposada com Jos&eacute;<\/i>, antes de habitarem juntos, <i>achou-se que tinha concebido<\/i> por virtude do Esp&iacute;rito Santo&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 18) encontra uma descri&ccedil;&atilde;o mais ampla e mais expl&iacute;cita <i>naquilo que lemos em S&atilde;o Lucas sobre a anuncia&ccedil;&atilde;o do nascimento de Jesus<\/i>: &laquo;O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de Galileia, chamada Nazar&eacute;, a uma virgem desposada com um homem chamado Jos&eacute;, da casa de David. E o nome da virgem era Maria &raquo; (<i>Lc <\/i>1, 26-27). As palavras do anjo: &laquo;Salve, &oacute; cheia de gra&ccedil;a, o Senhor est&aacute; contigo&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 28) provocaram em Maria uma perturba&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima e simultaneamente estimularam-na a reflectir. Ent&atilde;o, o mensageiro tranquilizou a Virgem e, ao mesmo tempo, revelou-lhe o des&iacute;gnio especial de Deus a seu respeito: &laquo;<i>N&atilde;o tenhas receio, Maria, pois achaste gra&ccedil;a diante de Deus. Eis que conceber&aacute;s e dar&aacute;s &agrave; luz um filho<\/i>, ao qual por&aacute;s o nome de Jesus. Ele ser&aacute; grande e chamar-se-&aacute; Filho do Alt&iacute;ssimo. O Senhor Deus dar-lhe-&aacute; o trono de seu pai David&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 30-32).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O Evangelista tinha afirmado, pouco antes, que, no momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o, Maria estava desposada com um homem chamado Jos&eacute;, da casa de David. A natureza destes <i>esponsais<\/i> &eacute; explicitada, indirectamente, quando Maria, depois de ter ouvido aquilo que o mensageiro dissera do nascimento do filho, pergunta: &laquo;Como se realizar&aacute; isso, pois <i>eu n&atilde;o conhe&ccedil;o homem<\/i>?&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 34). E ent&atilde;o &eacute;-lhe dada esta resposta: &laquo;O Esp&iacute;rito Santo descer&aacute; sobre ti e a pot&ecirc;ncia do Alt&iacute;ssimo estender&aacute; sobre ti a sua sombra. Por isso mesmo, aquele que vai nascer ser&aacute; santo e h&aacute;-de chamar-se Filho de Deus&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 35). Maria, embora fosse j&aacute; &laquo;desposada&raquo; com Jos&eacute;, permanecer&aacute; virgem, pois o menino, nela concebido desde o momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o, era concebido por obra do Esp&iacute;rito Santo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Neste ponto o texto de S&atilde;o Lucas coincide com o texto de S&atilde;o Mateus (1, 18) e serve-nos para explicar o que lemos neste &uacute;ltimo. Se, depois do despons&oacute;rio com Jos&eacute;, se verificou que Maria &laquo;tinha concebido por obra do Esp&iacute;rito Santo&raquo;, este facto corresponde a todo o conte&uacute;do da Anuncia&ccedil;&atilde;o e, em particular, &agrave;s &uacute;ltimas palavras pronunciadas por Maria: &laquo;<i>Fa&ccedil;a-se em mim segundo a tua palavra<\/i>&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 38). Correspondendo ao des&iacute;gnio claro de Deus, Maria, com o passar dos dias e das semanas , manifesta-se, diante das pessoas que contactava e diante de Jos&eacute;, como estando &laquo;gr&aacute;vida&raquo;, como mulher que deve dar &agrave; luz e que traz em si o mist&eacute;rio da maternidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>3<\/span><\/b>. Nestas circunst&acirc;ncias, &laquo;Jos&eacute;, seu esposo, sendo justo e n&atilde;o a querendo expor &agrave; inf&acirc;mia, <i>resolveu desvincular-se dela secretamente<\/i>&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 19). Ele n&atilde;o sabia como comportar-se perante a &laquo;surpreendente&raquo; maternidade de Maria. Buscava, certamente, uma resposta para essa interroga&ccedil;&atilde;o inquietante; mas procurava, sobretudo, uma maneira airosa de sair daquela situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil para ele. <i>Enquanto<\/i> andava &laquo;<i>a pensar nisto<\/i>, apareceu-lhe, em sonho, um anjo do Senhor, que lhe disse: &#8220;<i>Jos&eacute;<\/i>, filho de David, <i>n&atilde;o temas receber contigo Maria, tua esposa<\/i>, pois o que nela se gerou &eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo. Ela dar&aacute; &agrave; luz um filho, a quem por&aacute;s o nome de Jesus, porque ele salvar&aacute; o seu povo dos seus pecados&#8221;&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 20-21).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Existe uma estreita analogia entre a &laquo;Anuncia&ccedil;&atilde;o&raquo; do texto de S&atilde;o Mateus e a do texto de S&atilde;o Lucas. <i>O mensageiro divino introduz Jos&eacute; no mist&eacute;rio da maternidade de Maria<\/i>. Aquela que, segundo a lei, &eacute; a sua &laquo;esposa&raquo;, permanecendo virgem, tornou-se m&atilde;e pela virtude do Esp&iacute;rito Santo. E quando o Filho que Maria traz no seio vier ao mundo h&aacute;-de receber o nome de Jesus. Este nome era bem conhecido entre os Israelitas; e, por vezes, era por eles posto aos filhos. Neste caso, por&eacute;m, <i>trata-se de um Filho que<\/i> &#8211; segundo a promessa divina<i> &#8211; realizar&aacute; plenamente o que este nome significa<\/i>: Jesus &#8211; Yehosua, que quer dizer &laquo;<i>Deus salva<\/i>&raquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O <i>mensageiro<\/i> dirige-se a Jos&eacute; como &laquo;esposo de Maria&raquo;; dirige-se a quem, a seu tempo, dever&aacute; p&ocirc;r tal nome ao Filho que vai nascer da Virgem de Nazar&eacute;, desposada com ele. <i>Dirige-se a Jos&eacute;<\/i>, portanto, <i>confiando-lhe os encargos de um pai terreno em rela&ccedil;&atilde;o ao Filho de Maria<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">&laquo;Despertando do sono, Jos&eacute; fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa&raquo; (<i>Mt <\/i>1, 24). Ele <i>recebeu-a <\/i>com todo o mist&eacute;rio da sua maternidade ; recebeu-a com o Filho que havia de vir ao mundo, por obra do Esp&iacute;rito Santo: <i>demonstrou<\/i> deste modo <i>uma disponibilidade de vontade, semelhante &agrave; disponibilidade de Maria<\/i>, em ordem &agrave;quilo que Deus lhe pedia por meio do seu mensageiro.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>II. O DEPOSIT&Aacute;RIO DO MIST&Eacute;RIO DE DEUS<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>4<\/span><\/b>. Quando Maria, pouco tempo depois da Anuncia&ccedil;&atilde;o, se dirigiu a casa de Zacarias para visitar Isabel sua parente, ouviu, precisamente quando a saudava, as palavras pronunciadas pela mesma Isabel, &laquo;cheia do Esp&iacute;rito Santo&raquo; (cf. <i>Lc<\/i> 1, 41). Para al&eacute;m das palavras que se relacionavam com a sauda&ccedil;&atilde;o do anjo na Anuncia&ccedil;&atilde;o, Isabel disse: &laquo;<i>Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que Ihe foram ditas da parte do Senhor<\/i>&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 45). Estas palavras constitu&iacute;ram o pensamento-guia da Enc&iacute;clica <i><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/edocs\/ITA1221\/_INDEX.HTM\"><span style=\"color: black;\">Redemptoris Mater<\/span><\/a><\/i>, com a qual tive a inten&ccedil;&atilde;o de aprofundar o ensinamento do Conc&iacute;lio Vaticano II, quando afirma: &laquo;<i>A Bem-aventurada Virgem Maria avan&ccedil;ou no caminho da f&eacute;<\/i> e conservou fielmente a uni&atilde;o com seu Filho at&eacute; &agrave; Cruz&raquo;,<sup>5<\/sup> &laquo;indo adiante&raquo;<sup>6<\/sup> de todos aqueles que, pela via da f&eacute;, seguem Cristo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Ora ao iniciar-se esta peregrina&ccedil;&atilde;o, <i>a f&eacute; de Maria encontra-se com a f&eacute; de Jos&eacute;<\/i>. Se Isabel disse da M&atilde;e do Redentor: &laquo;Feliz daquela que acreditou&raquo;, esta bem-aventuran&ccedil;a pode, em certo sentido, ser referida tamb&eacute;m a Jos&eacute;, porque, de modo an&aacute;logo, ele respondeu afirmativamente &agrave; Palavra de Deus, quando esta lhe foi transmitida naquele momento decisivo. A bem da verdade, Jos&eacute; n&atilde;o respondeu ao &laquo;an&uacute;ncio&raquo; do anjo como Maria; mas &laquo;<i>fez<\/i> como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa&raquo;. <i>Isto que ele fez &eacute; pur&iacute;ssima &laquo;obedi&ecirc;ncia da f&eacute;<\/i>&raquo; (cf. <i>Rom<\/i> 1, 5; 16, 26; 2 <i>Cor<\/i> 10, 5-6).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Pode dizer-se que <i>aquilo que Jos&eacute; fez<\/i> o uniu, de uma maneira absolutamente especial, &agrave; f&eacute; de Maria: <i>ele aceitou<\/i> como verdade proveniente de Deus <i>o que ela j&aacute; tinha aceitado<\/i> na Anuncia&ccedil;&atilde;o. O Conc&iacute;lio ensina: &laquo;A Deus que revela &eacute; devida a &#8220;obedi&ecirc;ncia da f&eacute;&#8221; [&#8230;]; pela f&eacute;, o homem entrega-se total e livremente a Deus, prestando-lhe &#8220;o obs&eacute;quio pleno da intelig&ecirc;ncia e da vontade&#8221; e dando volunt&aacute;rio assentimento &agrave; sua revela&ccedil;&atilde;o&raquo;.<sup>7<\/sup> <i>A frase acabada de citar<\/i>, que diz respeito &agrave; pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da f&eacute;, <i>aplica-se perfeitamente a Jos&eacute; de Nazar&eacute;<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>5<\/span><\/b>. Ele tornou-se, portanto, <i>um deposit&aacute;rio singular do mist&eacute;rio<\/i> &laquo;escondido desde todos os s&eacute;culos em Deus&raquo; (cf. <i>Ef<\/i> 3, 9), como se tornara Maria, naquele momento decisivo que &eacute; chamado pelo Ap&oacute;stolo &laquo;<i>plenitude dos tempos<\/i>&raquo;, quando &laquo;Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher&#8230; para resgatar os que se encontravam sob o jugo da lei e para que receb&ecirc;ssemos a adop&ccedil;&atilde;o de filhos&raquo; (<i>G&aacute;l<\/i> 4, 4-5). &laquo;Aprouve a Deus &ndash; ensina o Conc&iacute;lio &ndash; na sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e dar a conhecer o mist&eacute;rio da sua vontade (cf. <i>Ef <\/i>1, 9), pelo qual os homens, atrav&eacute;s de Cristo, Verbo Incarnado, t&ecirc;m acesso ao Pai no Esp&iacute;rito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cf. <i>Ef <\/i>2, 18; 2 <i>Pdr<\/i> 1, 4)&raquo;.<sup>8<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><i>Deste mist&eacute;rio divino, juntamente com Maria, Jos&eacute; &eacute; o primeiro deposit&aacute;rio<\/span><\/i>. Simultaneamente com Maria &#8211; e tamb&eacute;m em rela&ccedil;&atilde;o com Maria &#8211; <i>ele participa nesta fase culminante da auto-revela&ccedil;&atilde;o de Deus em Cristo<\/i>; e nela participa desde o primeiro momento. Tendo diante dos olhos os textos de ambos os Evangelistas, S&atilde;o Mateus e S&atilde;o Lucas, pode tamb&eacute;m dizer-se que Jos&eacute; foi o primeiro a <i>participar na mesma f&eacute; da M&atilde;e de Deus<\/i> e que, procedendo deste modo, ele d&aacute; apoio &agrave; sua esposa na f&eacute; na Anuncia&ccedil;&atilde;o divina. Ele &eacute; igualmente quem primeiro foi posto por Deus no caminho daquela &laquo;peregrina&ccedil;&atilde;o da f&eacute;&raquo;, na qual Maria, sobretudo na altura do Calv&aacute;rio e do Pentecostes, ir&aacute; adiante, de maneira perfeita.<sup>9<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>6<\/span><\/b>. A caminhada pr&oacute;pria de Jos&eacute;, <i>a sua peregrina&ccedil;&atilde;o da f&eacute; terminaria antes;<\/i> ou seja, antes que Maria esteja de p&eacute; junto &agrave; Cruz no G&oacute;lgota e antes que Ela &#8211; tendo Cristo voltado para o seio do Pai se encontre no Cen&aacute;culo do Pentecostes, no dia da manifesta&ccedil;&atilde;o ao mundo da Igreja, nascida pelo poder do Esp&iacute;rito da verdade. E contudo, <i>a caminhada da f&eacute; de Jos&eacute; seguiu a mesma direc&ccedil;&atilde;o<\/i>, permaneceu totalmente determinada pelo mesmo mist&eacute;rio, de que ele, juntamente com Maria, se tinha tornado o primeiro deposit&aacute;rio. A Incarna&ccedil;&atilde;o e a Reden&ccedil;&atilde;o constituem uma unidade org&acirc;nica e indissol&uacute;vel, na qual a &laquo;economia da Revela&ccedil;&atilde;o se realiza por meio de ac&ccedil;&otilde;es e palavras, intimamente relacionadas entre si&raquo;.<sup>10<\/sup> Precisamente por causa desta unidade, o Papa Jo&atilde;o XXIII, que tinha uma grande devo&ccedil;&atilde;o para com S&atilde;o Jos&eacute;, estabeleceu que no C&acirc;none romano da Missa, memorial perp&eacute;tuo da Reden&ccedil;&atilde;o, fosse inserido o nome dele, ao lado do nome de Maria e antes do dos Ap&oacute;stolos, dos Sumos Pont&iacute;fices e dos M&aacute;rtires.<sup>11<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>O servi&ccedil;o da paternidade<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>7<\/span><\/b>. Como se deduz dos textos evang&eacute;licos, o matrim&oacute;nio com Maria &eacute; o fundamento jur&iacute;dico da paternidade de Jos&eacute;. Foi para garantir a protec&ccedil;&atilde;o paterna a Jesus que Deus escolheu Jos&eacute; como esposo de Maria. Por conseguinte, a paternidade de Jos&eacute; &ndash; uma rela&ccedil;&atilde;o que o coloca o mais perto poss&iacute;vel de Cristo, termo de toda e qualquer elei&ccedil;&atilde;o e predestina&ccedil;&atilde;o (cf. <i>Rom<\/i> 8, 28-29) &ndash; passa atrav&eacute;s do matrim&oacute;nio com Maria, ou seja, atrav&eacute;s da fam&iacute;lia.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Os Evangelistas, embora afirmem claramente que Jesus foi concebido por obra do Esp&iacute;rito Santo e que naquele matrim&oacute;nio a virgindade foi preservada (cf. <i>Mt<\/i> 1, 18-25; <i>Lc<\/i> 1, 26-38), chamam a Jos&eacute; esposo de Maria e a Maria esposa de Jos&eacute; (cf. <i>Mt<\/i> 1, 16. 18-20; <i>Lc<\/i> 1, 27; 2, 5).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">E tamb&eacute;m para a Igreja, se por um lado &eacute; importante professar <i>a concep&ccedil;&atilde;o virginal de Jesus<\/i>, por outro, n&atilde;o &eacute; menos importante defender <i>o matrim&oacute;nio de Maria<\/i> <i>com Jos&eacute;<\/i>, porque &eacute; deste matrim&oacute;nio que depende, juridicamente, a paternidade de Jos&eacute;. Daqui se compreende a raz&atilde;o por que as gera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o enumeradas segundo a genealogia de Jos&eacute;: &laquo;E porque n&atilde;o o deviam ser &#8211; pergunta-se Santo Agostinho &#8211; atrav&eacute;s de Jos&eacute;? N&atilde;o era porventura Jos&eacute; o marido de Maria? (&#8230;). A Escritura afirma, por meio da autoridade ang&eacute;lica, que ele era o marido. <i>N&atilde;o temas<\/i>, diz, <i>receber contigo Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou &eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo<\/i>. E &eacute;-lhe mandado que imponha o nome ao menino, se bem que n&atilde;o seja nascido do seu s&eacute;men. A&iacute; se diz, ainda: <i>Ela dar&aacute; &agrave; luz um filho, a quem por&aacute;s o nome de Jesus<\/i>. A Escritura sabe que Jesus n&atilde;o nasceu do s&eacute;men de Jos&eacute;; e porque ele mostra preocupa&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; origem da gravidez dela (Maria), &eacute; dito: <i>prov&eacute;m do Esp&iacute;rito Santo<\/i>. E todavia n&atilde;o lhe &eacute; tirada a autoridade paterna, uma vez que lhe &eacute; ordenado que seja ele a dar o nome ao menino. Por fim, tamb&eacute;m a pr&oacute;pria Virgem Maria, bem consciente de n&atilde;o ter concebido Cristo da uni&atilde;o conjugal com ele, chama-o apesar disso <i>pai de Cristo<\/i>&raquo;.<sup>12<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O <i>filho de Maria<\/i> &eacute; tamb&eacute;m <i>filho de Jos&eacute;<\/i>, em virtude do v&iacute;nculo matrimonial que os une: &laquo;Por motivo daquele matrim&oacute;nio fiel, <i>ambos<\/i> mereceram ser chamados pais de Cristo, n&atilde;o apenas a M&atilde;e, mas tamb&eacute;m aquele que era seu pai, do mesmo modo que era c&ocirc;njuge da M&atilde;e, <i>uma e outra coisa por meio da mente<\/i> e n&atilde;o da carne&raquo;.<sup>13<\/sup> Neste matrim&oacute;nio n&atilde;o faltou nenhum dos requisitos que o constituem: &laquo;Naqueles pais de Cristo realizaram-se todos os bens das n&uacute;pcias: a prole, a fidelidade e o sacramento. Conhecemos <i>a prole<\/i>, que &eacute; o pr&oacute;prio Senhor Jesus; <i>a fidelidade<\/i>, porque n&atilde;o houve nenhum adult&eacute;rio; e <i>o sacramento<\/i>, porque n&atilde;o se deu nenhum div&oacute;rcio&raquo;.<sup>14<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Analisando a natureza do matrim&oacute;nio, quer Santo Agostinho, quer Santo Tom&aacute;s de Aquino situam-na constantemente na &laquo;uni&atilde;o indivis&iacute;vel dos &acirc;nimos&raquo;, na &laquo;uni&atilde;o dos cora&ccedil;&otilde;es&raquo; e no &laquo;consenso&raquo;;<sup>15<\/sup> elementos estes, que, naquele matrim&oacute;nio, se verificaram de maneira exemplar. No momento culminante da hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o, quando Deus manifestou o seu amor pela humanidade, mediante o dom do Verbo, deu-se <i>exactamente o matrim&oacute;nio de Maria e Jos&eacute;<\/i>, em que se realizou com plena &laquo;liberdade&raquo; o &laquo;dom esponsal de si&raquo; acolhendo e exprimindo um tal amor.<sup> 16<\/sup> &laquo;Nesta grandiosa empresa da renova&ccedil;&atilde;o de todas as coisas em Cristo , o matrim&oacute;nio, tamb&eacute;m ele renovado e purificado, torna-se uma realidade nova, um sacramento da Nova Alian&ccedil;a. E eis que no limiar do Novo Testamento, como j&aacute; sucedera no princ&iacute;pio do Antigo, h&aacute; um casal. Mas, enquanto o casal formado por Ad&atilde;o e Eva tinha sido a fonte do mal que inundou o mundo, o casal formado por Jos&eacute; e Maria constitui o v&eacute;rtice, do qual se expande por toda a terra a santidade. O Salvador deu in&iacute;cio &agrave; obra da salva&ccedil;&atilde;o com esta uni&atilde;o virginal e santa, na qual se manifesta a sua vontade omnipotente <i>de purificar e santificar a fam&iacute;lia<\/i>, que &eacute; santu&aacute;rio do amor humano e ber&ccedil;o da vida&raquo;.<sup>17<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Quantos ensinamentos promanam disto, ainda hoje, para a fam&iacute;lia! Uma vez que &laquo;a ess&ecirc;ncia e as fun&ccedil;&otilde;es da fam&iacute;lia se definem, em &uacute;ltima an&aacute;lise, pelo amor&raquo; e que &agrave; fam&iacute;lia &laquo;&eacute; confiada <i>a miss&atilde;o de guardar, revelar e comunicar o amor<\/i>, qual reflexo vivo e participa&ccedil;&atilde;o do amor de Deus pela humanidade e do amor de Cristo pela Igreja sua Esposa&raquo;,<sup>18<\/sup> &eacute; na Sagrada Fam&iacute;lia, nesta origin&aacute;ria &laquo;Igreja dom&eacute;stica&raquo;,<sup>19<\/sup> que todas as fam&iacute;lias devem espelhar-se. Nela, efectivamente, &laquo;por um misterioso des&iacute;gnio divino, viveu escondido durante longos anos o Filho de Deus: ela constitui, portanto, o prot&oacute;tipo e o exemplo de todas as fam&iacute;lias crist&atilde;s&raquo;.<sup>20<\/sup> <\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>8<\/span><\/b>. S&atilde;o Jos&eacute; foi chamado por Deus para servir directamente a Pessoa e a miss&atilde;o de Jesus, <i>mediante o exerc&iacute;cio da sua paternidade<\/i>: desse modo, precisamente, ele &laquo;coopera no grande mist&eacute;rio da Reden&ccedil;&atilde;o, quando chega a plenitude dos tempos&raquo;,<sup>21<\/sup> e &eacute; verdadeiramente &laquo;ministro da salva&ccedil;&atilde;o&raquo;. A sua paternidade expressou-se concretamente &laquo;em ter feito da sua vida um servi&ccedil;o, um sacrif&iacute;cio, ao mist&eacute;rio da Incarna&ccedil;&atilde;o e &agrave; miss&atilde;o redentora com o mesmo inseparavelmente ligada; em ter usado da autoridade legal, que lhe competia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Sagrada Fam&iacute;lia, para lhe fazer o dom total de si mesmo, da sua vida e do seu trabalho; e em ter convertido a sua voca&ccedil;&atilde;o humana para o amor fam&iacute;liar na sobre-humana obla&ccedil;&atilde;o de si, do seu cora&ccedil;&atilde;o e de todas as capacidades, no amor que empregou ao servi&ccedil;o do Messias germinado na sua casa&raquo;.<sup>22<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">A Liturgia, ao recordar que foram confiados &laquo;&agrave; sol&iacute;cita guarda de S&atilde;o Jos&eacute;, na aurora dos novos tempos, os mist&eacute;rios da salva&ccedil;&atilde;o&raquo;,<sup>23<\/sup> esclarece tamb&eacute;m que ele &laquo;foi constitu&iacute;do por Deus chefe da sua Fam&iacute;lia, para que, servo fiel e prudente, guardasse com paterna solicitude o seu Filho unig&eacute;nito&raquo;.<sup>24<\/sup> O Papa Le&atilde;o XIII real&ccedil;a a sublimidade desta miss&atilde;o: &laquo;Ele entre todos, imp&otilde;e-se pela sua sublime dignidade, dado que, por disposi&ccedil;&atilde;o divina, foi guardi&atilde;o e, na opini&atilde;o dos homens, pai do Filho de Deus. Da&iacute; se seguia, portanto, que o Verbo de Deus fosse submisso a Jos&eacute;, lhe obedecesse e lhe prestasse aquela honra e aquela rever&ecirc;ncia, que os filhos devem aos pr&oacute;prios pais&raquo;.<sup>25<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">E uma vez que n&atilde;o se pode conceber que a uma tarefa t&atilde;o sublime n&atilde;o correspondessem as qualidades requeridas para a desempenhar adequadamente, importa reconhecer que Jos&eacute; teve em rela&ccedil;&atilde;o a Jesus, &laquo;por especial dom do C&eacute;u, todo aquele amor natural e toda aquela solicitude afectuosa que o cora&ccedil;&atilde;o de um pai possa experimentar&raquo;.<sup>26<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Com a autoridade paterna sobre Jesus, Deus ter&aacute; comunicado tamb&eacute;m a Jos&eacute; o amor correspondente, aquele amor que tem a sua fonte no Pai &laquo;do qual toda a paternidade, nos c&eacute;us e na terra, toma o nome&raquo; (<i>Ef<\/i> 3, 15).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Nos Evangelhos acha-se claramente exposto o m&uacute;nus paterno de Jos&eacute; para com Jesus. Com efeito, a salva&ccedil;&atilde;o, que passa atrav&eacute;s da humanidade de Jesus, realiza-se nos gestos que fazem parte do quotidiano da vida familiar, respeitando aquela &laquo;condescend&ecirc;ncia&raquo; que &eacute; inerente &agrave; economia da Incarna&ccedil;&atilde;o. Os Evangelistas estiveram muito atentos ao facto de que na vida de Jesus nada foi deixado ao acaso; mas nela tudo se desenrolou em conformidade com um plano divinamente preestabelecido. A f&oacute;rmula muitas vezes repetida: &laquo;Aconteceu assim, para que se cumprissem &#8230;&raquo;, acompanhada de uma refer&ecirc;ncia do acontecimento descrito a um texto do Antigo Testamento, tem o intuito de acentuar a unidade e a continuidade do projecto, que tem o seu &laquo;cumprimento&raquo; em Cristo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Com a Incarna&ccedil;&atilde;o, as &laquo;promessas&raquo; e as &laquo;figuras&raquo; do Antigo Testamento tornam-se &laquo;realidade&raquo;: lugares, pessoas, acontecimentos e ritos entrela&ccedil;am-se de acordo com ordens divinas bem precisas, transmitidas mediante o minist&eacute;rio dos anjos e recebidas por criaturas particularmente sens&iacute;veis &agrave; voz de Deus. Maria &eacute; a humilde serva do Senhor, preparada desde toda a eternidade para a miss&atilde;o de ser M&atilde;e de Deus; e Jos&eacute; &eacute; aquele que Deus escolheu para ser o &laquo;coordenador do nascimento do Senhor&raquo;,<sup>27<\/sup> aquele que tem o encargo de prover ao inserimento &laquo;ordenado&raquo; do Filho de Deus no mundo, mantendo o respeito pelas disposi&ccedil;&otilde;es divinas e pelas leis humanas. Toda a chamada vida &laquo;privada&raquo; ou &laquo;oculta&raquo; de Jesus foi confiada &agrave; sua guarda.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>O recenseamento<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>9<\/span><\/b>. Quando Jos&eacute; foi de viagem at&eacute; Bel&eacute;m, para o recenseamento, em observ&acirc;ncia das disposi&ccedil;&otilde;es da autoridade leg&iacute;tima, ele desempenhou em rela&ccedil;&atilde;o ao menino a tarefa importante e significativa de inserir oficialmente o nome de &laquo;Jesus, filho de Jos&eacute; de Nazar&eacute;&raquo; (cf. <i>Jo<\/i> 1, 45), no registo do imp&eacute;rio. Essa inscri&ccedil;&atilde;o manifesta de modo bem claro o facto de Jesus pertencer ao g&eacute;nero humano, homem entre os homens, cidad&atilde;o deste mundo, sujeito &agrave;s leis e institui&ccedil;&otilde;es civis, mas tamb&eacute;m &laquo;<i>Salvador do mundo<\/i>&raquo;. Origines descreveu bem o significado teol&oacute;gico inerente a este facto hist&oacute;rico, que n&atilde;o &eacute; nada marginal: &laquo;Dado que o primeiro recenseamento de toda a terra se verificou no tempo de C&eacute;sar Augusto, e que entre todos os demais tamb&eacute;m Jos&eacute; se foi registar, juntamente com Maria sua esposa, que se encontrava gr&aacute;vida; e dado que Jesus veio ao mundo antes de o censo ter sido feito, para quem considerar a coisa com diligente aten&ccedil;&atilde;o parecer&aacute; que se expressa uma esp&eacute;cie de mist&eacute;rio no facto de que, na declara&ccedil;&atilde;o de toda a terra, devesse ser recenseado tamb&eacute;m Cristo. Dessa maneira, registado juntamente com os demais, a todos podia santificar; inscrito com toda a terra no recenseamento, &agrave; terra oferecia a comunh&atilde;o consigo; e, depois desta declara&ccedil;&atilde;o, recenseava consigo todos os homens da terra no livro dos vivos, para que quantos viessem a acreditar nele, fossem depois inscritos no c&eacute;u, com os Santos d&#8217;Aquele a quem pertencem a gl&oacute;ria e o imp&eacute;rio pelos s&eacute;culos dos s&eacute;culos. Am&eacute;n&raquo;.<sup>28<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>O nascimento de Bel&eacute;m<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>10<\/span><\/b>. Como deposit&aacute;rio do mist&eacute;rio &laquo;escondido desde todos os s&eacute;culos em Deus&raquo; e que come&ccedil;a a realizar-se diante dos seus olhos na &laquo;plenitude dos tempos&raquo;, <i>Jos&eacute; encontra-se juntamente com Maria na noite de Bel&eacute;m<\/i>, qual testemunha privilegiada da vinda do Filho de Deus ao mundo. S&atilde;o Lucas exprime-se assim: &laquo;<i>Enquanto eles ali (em Bel&eacute;m) se encontravam, completaram-se para ela os dias da gesta&ccedil;&atilde;o. E deu &agrave; luz o seu filho primog&eacute;nito<\/i>, que envolveu em faixas e recostou numa manjedoura, porque n&atilde;o havia lugar para eles na hospedaria&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 6-7).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><i>Jos&eacute; foi testemunha ocular<\/span><\/i> deste nascimento, que se verificou em condi&ccedil;&otilde;es humanamente humilhantes, primeiro an&uacute;ncio daquele &laquo;despojamento&raquo;, no qual Cristo consentiu livremente, para a remiss&atilde;o dos pecados. Na mesma ocasi&atilde;o, Jos&eacute; foi <i>testemunha da adora&ccedil;&atilde;o dos pastores<\/i>, que acorreram ao lugar onde Jesus nascera, depois de um anjo lhes ter levado esta grande e jubilosa not&iacute;cia (cf. <i>Lc<\/i> 2, 15-16); mais tarde, foi <i>testemunha tamb&eacute;m da homenagem dos Magos, vindos do Oriente<\/i> (cf. <i>Mt<\/i> 2, 11).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>A circuncis&atilde;o<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>11<\/span><\/b>. Sendo a circuncis&atilde;o de um filho o primeiro dever religioso do pai, Jos&eacute;, com esta cerim&oacute;nia (cf. <i>Lc<\/i> 2, 21), exercitou um seu direito e dever em rela&ccedil;&atilde;o a Jesus.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O princ&iacute;pio segundo o qual todos os ritos do Antigo Testamento s&atilde;o como que a sombra da realidade (cf. <i>Hebr<\/i> 9, 9s.; 10, 1), explica o motivo por que Jesus os aceita. Como sucedeu com os outros ritos, tamb&eacute;m o da circuncis&atilde;o teve em Jesus o seu &laquo;cumprimento&raquo;. A Alian&ccedil;a de Deus com Abra&atilde;o, de que a circuncis&atilde;o era sinal (cf. <i>Gn<\/i> 17, 13), obteve em Jesus o seu pleno efeito e a sua cabal realiza&ccedil;&atilde;o, sendo Jesus o &laquo;sim&raquo; de todas as antigas promessas (cf. 2 <i>Cor <\/i>1, 20).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>A imposi&ccedil;&atilde;o do nome<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>12<\/span><\/b>. Jos&eacute; deu ao menino, na ocasi&atilde;o em que o levaram a circuncidar, o nome de Jesus. Este nome &eacute; o &uacute;nico em que h&aacute; salva&ccedil;&atilde;o (cf. <i>Act<\/i> 4, 12); e a Jos&eacute; tinha sido revelado o seu significado, no momento da sua &laquo;anuncia&ccedil;&atilde;o&raquo;: E tu &laquo;p&ocirc;r-lhe-&aacute;s o nome de Jesus; porque ele salvar&aacute; o seu povo dos seus pecados&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 21). Quando lhe deu o nome, Jos&eacute; declarou a pr&oacute;pria paternidade legal em rela&ccedil;&atilde;o a Jesus; e, pronunciando esse nome, proclamou a miss&atilde;o deste menino, de ser o Salvador.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>A apresenta&ccedil;&atilde;o de Jesus no templo<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>13<\/span><\/b>. Esta cerim&oacute;nia, referida por S&atilde;o Lucas (2, 22ss.), inclu&iacute;a o resgate do primog&eacute;nito e projecta luz sobre o epis&oacute;dio posterior da perman&ecirc;ncia de Jesus no templo aos doze anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O <i>resgate do primog&eacute;nito<\/i> &eacute; um outro dever do pai, que &eacute; cumprido por Jos&eacute;. No primog&eacute;nito estava representado o povo da Alian&ccedil;a, resgatado da escravid&atilde;o para passar a pertencer a Deus. Tamb&eacute;m a prop&oacute;sito disto, Jesus, que &eacute; o verdadeiro &laquo;pre&ccedil;o&raquo; do resgate (cf. 1Cor 6, 20; 7, 23; 1Pe 1, 19), n&atilde;o somente &laquo;cumpre&raquo; o rito do Antigo Testamento, mas ao mesmo tempo supera-o, n&atilde;o sendo ele um simples homem sujeito a ser resgatado, mas o pr&oacute;prio autor do resgate.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O Evangelista p&otilde;e em relevo que &laquo;o pai e a m&atilde;e de Jesus estavam admirados com as coisas que se diziam dele&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 33); e, em particular, com <i>aquilo que Sime&atilde;o disse<\/i>, no seu c&acirc;ntico dirigido ao Senhor, indicando Jesus como &laquo;a salva&ccedil;&atilde;o preparada por Deus em favor de todos os povos&raquo; e &laquo;luz para iluminar as na&ccedil;&otilde;es e gl&oacute;ria de Israel, seu povo&raquo;; e, mais adiante, tamb&eacute;m como &laquo;sinal de contradi&ccedil;&atilde;o&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 30-34).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>A fuga para o Egipto<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>14<\/span><\/b>. A seguir &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o no templo, o evangelista S&atilde;o Lucas anotou: &laquo;Depois de terem cumprido tudo segundo a lei do Senhor, <i>voltaram para a Galileia<\/i>, para a sua cidade de Nazar&eacute;. Entretanto, o menino crescia e robustecia-se, cheio de sabedoria, e a gra&ccedil;a de Deus estava com ele&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 39-40).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Mas, <i>segundo o texto de S&atilde;o Mateus<\/i>, ainda antes deste retorno &agrave; Galileia, tem de ser colocado um acontecimento muito importante, para o qual a Provid&ecirc;ncia divina de novo recorre a Jos&eacute;. A&iacute; lemos: &laquo;Depois de eles (os Magos) partirem, eis que um anjo do Senhor apareceu, em sonho, a Jos&eacute; e disse-lhe<i>: &#8220;Levanta-te, toma o menino e sua m&atilde;e e foge para o Egipto<\/i> e fica l&aacute; at&eacute; eu te avisar, porque Herodes est&aacute; a procurar o menino para o matar&#8221;&raquo; (<i>Mt<\/i> 2, 13). Na ocasi&atilde;o da vinda dos Magos do Oriente, Herodes tinha sabido do nascimento do &laquo;rei dos Judeus&raquo; (<i>Mt<\/i> 2, 2). E quando os Magos partiram, ele mandou &laquo;matar todos os meninos que havia em Bel&eacute;m e em todo o seu territ&oacute;rio, da idade de dois anos para baixo&raquo; (<i>Mt<\/i> 2, 16). Deste modo, matando todas as crian&ccedil;as, queria matar aquele rec&eacute;m-nascido &laquo;rei dos Judeus&raquo;, de quem chegara ao conhecimento durante a visita dos Magos &agrave; sua corte. Ent&atilde;o Jos&eacute;, tendo recebido o aviso em sonho, &laquo;de noite, tomou o menino e sua m&atilde;e e <i>retirou-se para o Egipto, onde ficou at&eacute; &agrave; morte de Herodes<\/i>, para se cumprir o que o Senhor tinha anunciado por meio do profeta: &#8220;Do Egipto chamei o meu Filho&#8221;&raquo; (<i>Mt<\/i> 2, 14-15; cf. <i>Os<\/i> 11, 1).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Deste modo, o caminho do regresso de Jesus de Bel&eacute;m a Nazar&eacute; passou pelo Egipto. Assim como Israel tinha tomado o caminho do &ecirc;xodo &laquo;da condi&ccedil;&atilde;o de escravid&atilde;o&raquo; para iniciar a Antiga Alian&ccedil;a, assim <i>Jos&eacute;, deposit&aacute;rio e cooperador do mist&eacute;rio providencial de Deus<\/i>, tamb&eacute;m no ex&iacute;lio vela por Aquele que vai tornar realidade a Nova Alian&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b><i>A perman&ecirc;ncia de Jesus no templo<\/span><\/i><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>15<\/span><\/b>. Desde o momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o, Jos&eacute;, juntamente com Maria, encontrou-se, em certo sentido, <i>no &iacute;ntimo do mist&eacute;rio<\/i> escondido desde todos os s&eacute;culos em Deus e que se tinha revestido de carne: &laquo;<i>O Verbo fez-se carne e habitou entre n&oacute;s<\/i>&raquo; (<i>Jo<\/i> 1, 14). Sim, Ele habitou entre os homens e o &acirc;mbito da sua morada foi <i>a Sagrada Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;<\/i>, uma das tantas fam&iacute;lias desta pequena cidade de Galileia, uma das tantas fam&iacute;lias da terra de Israel. A&iacute;, Jesus crescia e &laquo;robustecia-se , cheio de sabedoria, e a gra&ccedil;a de Deus estava com ele&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 40). Os Evangelhos resumem em poucas palavras o <i>longo per&iacute;odo<\/i> da vida &laquo;oculta&raquo;, durante o qual Jesus se preparou para a sua miss&atilde;o messi&acirc;nica. H&aacute; um s&oacute; momento que &eacute; subtra&iacute;do a este &laquo;escondimento&raquo; e &eacute; descrito pelo <i>Evangelho de S&atilde;o Lucas: a P&aacute;scoa de Jerusal&eacute;m, quando Jesus tinha doze anos de idade<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Jesus participou nesta festa, como um jovem peregrino, juntamente com Maria e Jos&eacute;. E eis o que aconteceu: &laquo;Passados aqueles dias (da festa), ao regressarem, o menino Jesus ficou em Jerusal&eacute;m, sem que os pais se apercebessem disso&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 43). Depois de um dia de viagem deram pela sua falta; e come&ccedil;aram a procur&aacute;-lo &laquo;entre os parentes e conhecidos &#8230; Depois de tr&ecirc;s dias, <i>encontraram-no no templo<\/i>, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos os que o ouviam ficavam admirados da sua intelig&ecirc;ncia e das suas respostas&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 46-47). Maria pergunta: &laquo;Filho, por que procedeste assim connosco? <i>Olha que teu pai e eu and&aacute;vamos aflitos &agrave; tua procura<\/i>&raquo; (<i>Lc <\/i>2, 48). A resposta de Jesus foi de tal sorte que os dois &laquo;n&atilde;o entenderam as palavras que lhes disse&raquo;. Tinha-lhes respondido: &laquo;Por que me procur&aacute;veis? N&atilde;o sab&iacute;eis <i>que eu devo encontrar-me na casa de meu Pai?<\/i>&raquo; (<i>Lc <\/i>2, 49-50).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Ouviu estas palavras Jos&eacute;, em rela&ccedil;&atilde;o ao qual Maria tinha acabado de dizer &laquo;teu pai&raquo;. Com efeito, era assim que as pessoas diziam e pensavam: Jesus, &laquo;como se supunha, era filho de Jos&eacute;&raquo; <i>(Lc<\/i> 3, 23). Apesar disso, a resposta do pr&oacute;prio Jesus no templo devia reavivar na consci&ecirc;ncia do &laquo;suposto o pai&raquo; aquilo que numa noite, doze anos antes, ele tinha ouvido: &laquo;Jos&eacute; &#8230; n&atilde;o temas receber contigo Maria, tua esposa, <i>pois o que nela se gerou &eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo<\/i>&raquo;. J&aacute; desde ent&atilde;o ele sabia que era deposit&aacute;rio do mist&eacute;rio de Deus; e <i>Jesus<\/i>, com doze anos de idade, <i>evocou exactamente este mist&eacute;rio<\/i>: &laquo;Devo encontrar-me na casa de meu Pai&raquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>A susten&ccedil;&atilde;o e a educa&ccedil;&atilde;o de Jesus em Nazar&eacute;<\/span><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>16<\/span><\/b>. O crescimento de Jesus &laquo;em sabedoria, em estatura e em gra&ccedil;a&raquo; (<i>Lc <\/i>2, 52), deu-se no &acirc;mbito da Sagrada Fam&iacute;lia, sob o olhar de S&atilde;o Jos&eacute;, que tinha a alta fun&ccedil;&atilde;o de o &laquo;criar&raquo;; ou seja, de alimentar, vestir e instruir Jesus na Lei e num of&iacute;cio, em conformidade com os deveres estabelecidos para o pai.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">No Sacrif&iacute;cio eucar&iacute;stico a Igreja venera &laquo;a mem&oacute;ria da gloriosa sempre Virgem Maria&#8230; e tamb&eacute;m a de S&atilde;o Jos&eacute;&raquo;,<sup>29<\/sup> porque foi quem &laquo;sustentou Aquele que os fi&eacute;is deviam comer como P&atilde;o de vida eterna&raquo;.<sup>30<\/sup> <\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Por sua parte, Jesus &laquo;era-lhes submisso&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 51), correspondendo com o respeito &agrave;s aten&ccedil;&otilde;es dos seus &laquo;pais&raquo;. Dessa forma quis santificar os deveres da fam&iacute;lia e do trabalho, que ele pr&oacute;prio executava ao lado de Jos&eacute;.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>III. O HOMEM JUSTO &ndash; O ESPOSO<\/b>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>17<\/span><\/b>. No decorrer da sua vida, que foi uma peregrina&ccedil;&atilde;o na f&eacute;, Jos&eacute;, como Maria, permaneceu fiel at&eacute; ao fim ao chamamento de Deus. A vida de Maria foi o cumprimento at&eacute; &agrave;s &uacute;ltimas consequ&ecirc;ncias daquele primeiro <i>fiat (fa&ccedil;a-se)<\/i> pronunciado no momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o; ao passo que Jos&eacute; &#8211; como j&aacute; foi dito &ndash; n&atilde;o proferiu palavra alguma, aquando da sua &laquo;anuncia&ccedil;&atilde;o&raquo;: &laquo;fez como o anjo do Senhor lhe ordenara&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 24). E este <i>primeiro &laquo;fez&raquo; tornou-se o princ&iacute;pio da &laquo;caminhada de Jos&eacute;&raquo;.<\/i> Ao longo desta caminhada, os Evangelhos n&atilde;o registam palavra alguma que ele tenha dito. Mas esse <i>sil&ecirc;ncio de Jos&eacute;<\/i> tem uma especial eloqu&ecirc;ncia: gra&ccedil;as a tal atitude, pode captar-se perfeitamente a verdade contida no ju&iacute;zo que dele nos d&aacute; o Evangelho: o &laquo;justo&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 19).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">&eacute; necess&aacute;rio saber ler bem esta verdade, porque nela est&aacute; contido <i>um dos mais importantes testemunhos acerca do homem e da sua voca&ccedil;&atilde;o<\/i>. No decurso das gera&ccedil;&otilde;es a Igreja l&ecirc;, de maneira cada vez mais atenta e mais c&ocirc;nscia este testemunho, como que tirando do tesouro desta ins&iacute;gne figura &laquo;coisas novas e coisas velhas&raquo; (<i>Mt<\/i> 13, 52).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>18<\/span><\/b>. O homem &laquo;justo&raquo; de Nazar&eacute; possui sobretudo as caracter&iacute;sticas bem n&iacute;tidas do esposo. O Evangelista fala de Maria como de &laquo;uma virgem desposada com um homem &#8230; chamado Jos&eacute;&raquo; (<i>Lc<\/i> 1, 27). Antes de come&ccedil;ar a realizar-se &laquo;o mist&eacute;rio escondido desde todos os s&eacute;culos em Deus&raquo; (<i>Ef <\/i>3, 9), os Evangelhos p&otilde;em diante de n&oacute;s a <i>imagem do esposo e da esposa<\/i>. Segundo o costume do povo hebraico, o matrim&oacute;nio constava de duas fases: primeiro, era celebrado o matrim&oacute;nio legal (verdadeiro matrim&oacute;nio); e depois, s&oacute; passado um certo per&iacute;odo, &eacute; que o esposo introduzia a esposa na pr&oacute;pria casa. Antes de viver junto com Maria, portanto, Jos&eacute; j&aacute; era o seu &laquo;esposo&raquo;; <i>Maria, por&eacute;m, conservava no seu &iacute;ntimo o desejo de fazer o dom total de si mesma exclusivamente a Deus<\/i>. Poder-se-ia perguntar de que modo este desejo se conciliava com as &laquo;n&uacute;pcias&raquo;. A resposta vem-nos somente do desenrolar dos acontecimentos salv&iacute;ficos, isto &eacute;, da ac&ccedil;&atilde;o especial do pr&oacute;prio Deus. Desde o momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o, Maria sabe que <i>deve realizar-se<\/i> o seu <i>desejo virginal<\/i>, de entregar-se a Deus de modo exclusivo e total, precisamente <i>tornando-se m&atilde;e do Filho de Deus<\/i>. A maternidade por obra do Esp&iacute;rito Santo &eacute; a forma de doa&ccedil;&atilde;o que o pr&oacute;prio Deus espera da Virgem, &laquo;desposada&raquo; com Jos&eacute;. E Maria pronuncia o seu <i>fiat (fa&ccedil;a-se).<\/i><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O facto de ela ser &laquo;desposada&raquo; com Jos&eacute; <i>est&aacute; inclu&iacute;do no mesmo des&iacute;gnio de Deus<\/i>. Isso &eacute; indicado por ambos os Evangelistas citados, mas de maneira particular por S&atilde;o Mateus. S&atilde;o muito significativas as palavras ditas a Jos&eacute;: &laquo;N&atilde;o temas receber contigo Maria, <i>tua esposa<\/i>, pois o que nela se gerou &eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 20). Elas explicam o mist&eacute;rio da esposa de Jos&eacute;: Maria &eacute; virgem na sua maternidade. Nela &laquo;o Filho do Alt&iacute;ssimo&raquo; assume um corpo humano e torna-se &laquo;o Filho do homem&raquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><i>Dirigindo-se<\/span><\/i> a Jos&eacute; com as palavras do anjo, Deus dirige-se a ele <i>como sendo esposo da Virgem de Nazar&eacute;<\/i>. Aquilo que nela se realizou por obra do Esp&iacute;rito Santo exprime ao mesmo tempo uma confirma&ccedil;&atilde;o <i>especial do v&iacute;nculo esponsal<\/i>, que j&aacute; existia antes entre Jos&eacute; e Maria. O mensageiro diz claramente a Jos&eacute;: &laquo;N&atilde;o temas receber contigo, Maria, <i>tua esposa<\/i>&raquo;. Por conseguinte, aquilo que tinha acontecido anteriormente &ndash; os seus esponsais com Maria &ndash; tinha acontecido por vontade de Deus e, portanto, devia ser conservado. Na sua maternidade divina, Maria deve continuar a viver como &laquo;uma virgem, esposa de um esposo&raquo; (cf. <i>Lc<\/i> 1, 27).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>19<\/span><\/b>. Nas palavras da &laquo;anuncia&ccedil;&atilde;o&raquo; nocturna, <i>Jos&eacute; escuta<\/i> n&atilde;o apenas a verdade divina acerca da inef&aacute;vel voca&ccedil;&atilde;o da sua esposa, mas <i>ouve novamente<\/i> tamb&eacute;m a <i>verdade acerca da pr&oacute;pria voca&ccedil;&atilde;o<\/i>. Este homem &laquo;justo&raquo;, que, segundo o esp&iacute;rito das mais nobres tradi&ccedil;&otilde;es do povo eleito, amava a Virgem de Nazar&eacute; e a ela se encontrava ligado por amor esponsal, &eacute; novamente chamado por Deus para este amor.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">&laquo;Jos&eacute; fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu consigo a sua esposa&raquo;; o que se gerou nela &laquo;&eacute; obra do Esp&iacute;rito Santo&raquo;. Ora, de tais express&otilde;es, n&atilde;o se impor&aacute; porventura deduzir que tamb&eacute;m o seu <i>amor de homem tinha sido regenerado pelo Esp&iacute;rito Santo?<\/i> N&atilde;o se impor&aacute; porventura pensar que o amor de Deus, que foi derramado no cora&ccedil;&atilde;o humano pelo Esp&iacute;rito Santo (cf.<i> Rom<\/i> 5, 5), forma do modo mais perfeito todo o amor humano? Ele forma tamb&eacute;m &mdash; e de maneira absolutamente singular &mdash; o amor esponsal dos c&ocirc;njuges, nele dando profundidade a tudo aquilo que seja humanamente digno e belo e tenha as marcas da exclusiva entrega, da alian&ccedil;a das pessoas e da comunh&atilde;o aut&ecirc;ntica, a exemplo de Mist&eacute;rio trinit&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">&laquo;Jos&eacute; &#8230; recebeu consigo a sua esposa, a qual, <i>sem que ele a conhecesse<\/i>, deu &agrave; luz um filho&raquo; (<i>Mt<\/i> 1, 24-25). Estas palavras indicam ainda outra proximidade esponsal. A profundeza desta proximidade, a intensidade espiritual da uni&atilde;o e do contacto entre pessoas &ndash; do homem e da mulher &ndash; prov&ecirc;m em &uacute;ltima an&aacute;lise do Esp&iacute;rito que d&aacute; a vida (cf. <i>Jo<\/i> 6, 63). <i>Jos&eacute;, obediente ao Esp&iacute;rito, encontra precisamente nele a fonte do amor<\/i>, do seu amor esponsal de homem; e este amor foi maior do que aquele &laquo;homem justo&raquo; poderia esperar, segundo a medida do pr&oacute;prio cora&ccedil;&atilde;o humano.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>20<\/span><\/b>. Na Liturgia, Maria &eacute; celebrada como tendo estado &laquo;unida a Jos&eacute;, homem justo, por um v&iacute;nculo de amor esponsal e virginal&raquo;.<sup>31<\/sup> Trata-se, de facto , de dois amores que , <i>conjuntamente<\/i>, representam o mist&eacute;rio da Igreja, virgem e esposa, a qual tem no matrim&oacute;nio de Maria e Jos&eacute; o seu s&iacute;mbolo. &laquo;A virgindade e o celibato por amor do Reino de Deus n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o se contrap&otilde;em &agrave; dignidade do matrim&oacute;nio, mas pressup&otilde;em-na e confirmam-na. O matrim&oacute;nio e a virgindade s&atilde;o os dois modos de exprimir e de viver o &uacute;nico Mist&eacute;rio da Alian&ccedil;a de Deus com o seu povo&raquo;,<sup>32<\/sup> que &eacute; comunh&atilde;o de amor entre Deus e os homens.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Mediante o sacrif&iacute;cio total de si pr&oacute;prio, Jos&eacute; exprime o seu amor generoso para com a M&atilde;e de Deus, fazendo-lhe &laquo;dom esponsal de si&raquo;. Muito embora decidido a afastar-se, para n&atilde;o ser obst&aacute;culo ao plano de Deus que nela estava a realizar-se, por ordem expressa do anjo ele manteve-a consigo e respeitou a sua condi&ccedil;&atilde;o de pertencer exclusivamente a Deus.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Por outro lado, foi do matrim&oacute;nio com Maria que advieram para Jos&eacute; a sua dignidade singular e os seus direitos em rela&ccedil;&atilde;o a Jesus. &laquo;&eacute; certo que a dignidade da M&atilde;e de Deus assenta t&atilde;o alto, que nada pode haver de mais sublime; mas, por isso mesmo que entre a Sant&iacute;ssima Virgem a Jos&eacute; foi estreitado o v&iacute;nculo conjugal, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que ele se <i>aproximou como ningu&eacute;m<\/i> dessa alt&iacute;ssima dignidade, em virtude da qual a M&atilde;e de Deus ocupa lugar eminente, a grande dist&acirc;ncia de todas as criaturas. Uma vez que o casamento &eacute; a comunidade e a amizade m&aacute;xima a que, por sua natureza, anda ligada a comunh&atilde;o de bens, segue-se que, se Deus quis dar Jos&eacute; como esposo &agrave; Virgem, deu-lo n&atilde;o apenas como companheiro na vida, testemunha da sua virgindade e garante da sua honestidade, mas tamb&eacute;m para que ele <i>participasse<\/i>, mediante o pacto conjugal, na sua excelsa grandeza.<sup>33<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>21<\/span><\/b>. <i>Um tal v&iacute;nculo de caridade constituiu a vida da Sagrada Fam&iacute;lia<\/i>; primeiro, na pobreza de Bel&eacute;m, depois, durante o ex&iacute;lio no Egipto e, em seguida, quando ela morava em Nazar&eacute;. A Igreja rodeia de profunda venera&ccedil;&atilde;o esta Fam&iacute;lia, apresentando-a como modelo para todas as fam&iacute;lias. A Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;, directamente inserida no mist&eacute;rio da Incarna&ccedil;&atilde;o, constitui ela pr&oacute;pria um mist&eacute;rio particular. E ao mesmo tempo &ndash; como na Incarna&ccedil;&atilde;o &ndash; &eacute; a este mist&eacute;rio que pertence a verdadeira paternidade: <i>a forma humana da fam&iacute;lia do Filho de Deus, verdadeira fam&iacute;lia humana<\/i>, formada pelo mist&eacute;rio divino. <i>Nela, Jos&eacute; &eacute; o pai<\/i>: a <i>sua paternidade<\/i>, por&eacute;m, n&atilde;o &eacute; s&oacute; &laquo;aparente&raquo;, ou apenas &laquo;substitutiva&raquo;; mas <i>est&aacute; dotada plenamente da autenticidade da paternidade humana,<\/i> da autenticidade da miss&atilde;o paterna na fam&iacute;lia. Nisto est&aacute; contida uma consequ&ecirc;ncia da uni&atilde;o hipost&aacute;tica: humanidade assumida na unidade da Pessoa divina do Verbo-Filho, Jesus Cristo. Juntamente com a assun&ccedil;&atilde;o da humanidade, em Cristo <i>foi tamb&eacute;m &laquo;assumido&raquo; tudo aquilo que &eacute; humano e, em particular, a fam&iacute;lia<\/i>, primeira dimens&atilde;o da sua exist&ecirc;ncia na terra. Neste contexto foi &laquo;assumida&raquo; tamb&eacute;m a paternidade humana de Jos&eacute;.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Com base neste princ&iacute;pio, adquirem o seu significado profundo as palavras dirigidas por Maria a Jesus, no templo, quando ele tinha doze anos: &laquo;Teu pai e eu &#8230; and&aacute;vamos &agrave; tua procura&raquo;. N&atilde;o se trata de uma frase convencional: as palavras da M&atilde;e de Jesus indicam toda a realidade da Incarna&ccedil;&atilde;o, que pertence ao mist&eacute;rio da Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;. Jos&eacute;, que desde o princ&iacute;pio aceitou, mediante &laquo;a obedi&ecirc;ncia da f&eacute;&raquo;, a sua paternidade humana em rela&ccedil;&atilde;o a Jesus, seguindo a luz do Esp&iacute;rito Santo que por meio da f&eacute; se doa ao homem, por certo ia descobrindo cada vez mais amplamente <i>o dom inef&aacute;vel desta sua paternidade<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>IV. O TRABALHO EXPRESS&Atilde;O DO AMOR<\/b>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>22<\/span><\/b>. <i>A express&atilde;o quotidiana deste amor na vida da Fam&iacute;lia de Nazar&eacute; &eacute; o trabalho<\/i>. O texto evang&eacute;lico especifica o tipo de trabalho, mediante o qual Jos&eacute; procurava garantir a sustenta&ccedil;&atilde;o da Fam&iacute;lia: o trabalho de <i>carpinteiro<\/i>. Esta simples palavra envolve toda a extens&atilde;o da vida de Jos&eacute;. Para Jesus este per&iacute;odo abrange os anos da vida oculta, de que fala o Evangelista, a seguir ao epis&oacute;dio que sucedeu no templo: &laquo;Depois, desceu com eles para Nazar&eacute; e era-lhes submisso&raquo; (<i>Lc<\/i> 2, 51). Esta &laquo;<i>submiss&atilde;o<\/i>, ou seja, a obedi&ecirc;ncia de Jesus na casa de Nazar&eacute; &eacute; <i>entendida<\/i> tamb&eacute;m <i>como participa&ccedil;&atilde;o no trabalho de Jos&eacute;<\/i>. Aquele que era designado como o &laquo;filho do carpinteiro&raquo;, tinha aprendido o of&iacute;cio de seu &laquo;pai&raquo; putativo. Se a Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;, na ordem da salva&ccedil;&atilde;o e da santidade, &eacute; exemplo e modelo para as fam&iacute;lias humanas, &eacute;-o analogamente <i>tamb&eacute;m o trabalho de Jesus ao lado de Jos&eacute; carpinteiro<\/i>. Na nossa &eacute;poca, a Igreja p&ocirc;s em realce isto mesmo, tamb&eacute;m com a mem&oacute;ria lit&uacute;rgica de S&atilde;o Jos&eacute; Oper&aacute;rio, fixada no primeiro de Maio. <i>O trabalho humano<\/i>, em particular o trabalho manual, <i>tem no Evangelho uma acentua&ccedil;&atilde;o especial<\/i>. Juntamente com a humanidade do Filho de Deus ele foi acolhido no mist&eacute;rio da Incarna&ccedil;&atilde;o, como tamb&eacute;m <i>foi redimido de maneira particular<\/i>. Gra&ccedil;as ao seu banco de trabalho, junto do qual exercitava o pr&oacute;prio of&iacute;cio juntamente com Jesus, Jos&eacute; aproximou o trabalho humano do mist&eacute;rio da Reden&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>23<\/span><\/b>. No crescimento humano de Jesus &laquo;em sabedoria, em estatura e em gra&ccedil;a&raquo; teve uma parte not&aacute;vel <i>a virtude da laboriosidade<\/i>, dado que &laquo;o trabalho &eacute; um bem do homem&raquo;, que &laquo;transforma a natureza&raquo; e torna o homem, &laquo;em certo sentido, mais homem&raquo;.<sup>34<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">A import&acirc;ncia do trabalho na vida do homem exige que se conhe&ccedil;am e assimilem todos os seus conte&uacute;dos, &laquo;para ajudar os demais homens a aproximarem-se atrav&eacute;s dele de Deus, Criador e Redentor, e a participarem nos seus des&iacute;gnios salv&iacute;ficos quanto ao homem e quanto ao mundo; e ainda, a aprofundarem na sua vida e amizade com Cristo, tendo, mediante a f&eacute; vivida, uma participa&ccedil;&atilde;o no seu tr&iacute;plice m&uacute;nus: de Sacerdote, de Profeta e de Rei&raquo;.<sup>35<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>24<\/span><\/b>. Trata-se, em &uacute;ltima an&aacute;lise, da santifica&ccedil;&atilde;o da vida quotidiana, no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o pr&oacute;prio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo access&iacute;vel a todos: S&atilde;o Jos&eacute; &eacute; o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; &#8230; &eacute; a prova de que para ser bons e aut&ecirc;nticos seguidores de Cristo n&atilde;o se necessitam &laquo;grandes coisas&raquo;, mas requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e aut&ecirc;nticas&raquo;.<sup>36<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>V. O PRIMADO DA VIDA INTERIOR<\/b>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>25<\/span><\/b>. Tamb&eacute;m quanto ao trabalho de carpinteiro na casa de Nazar&eacute; se estende o mesmo clima de sil&ecirc;ncio, que acompanha tudo aquilo que se refere &agrave; figura de Jos&eacute;. Trata-se, contudo, de um <i>sil&ecirc;ncio que desvenda de maneira especial o perfil interior desta figura<\/i>. Os Evangelhos falam exclusivamente daquilo que Jos&eacute; &laquo;fez&raquo;; no entanto, permitem-nos auscultar nas suas &laquo;ac&ccedil;&otilde;es&raquo;, envolvidas pelo sil&ecirc;ncio, um clima de <i>profunda contempla&ccedil;&atilde;o<\/i>. Jos&eacute; estava quotidianamente em contacto com o mist&eacute;rio &laquo;escondido desde todos os s&eacute;culos&raquo;, que &laquo;estabeleceu a sua morada&raquo; sob o tecto da sua casa. Isto explica, por exemplo, a raz&atilde;o por que Santa Teresa de Jesus, a grande reformadora do Carmelo contemplativo, se tornou promotora da renova&ccedil;&atilde;o do culto de S&atilde;o Jos&eacute; na cristiandade ocidental.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>26<\/span><\/b>. O sacrif&iacute;cio total, que Jos&eacute; fez da sua exist&ecirc;ncia inteira, &agrave;s exig&ecirc;ncias da vinda do Messias &agrave; sua pr&oacute;pria casa, encontra a motiva&ccedil;&atilde;o adequada na &laquo;sua insond&aacute;vel vida interior, da qual lhe prov&ecirc;m ordens e consola&ccedil;&otilde;es singular&iacute;ssimas; dela lhe decorrem tamb&eacute;m a l&oacute;gica e a for&ccedil;a, pr&oacute;pria das almas simples e l&iacute;mpidas, das grandes decis&otilde;es, como foi a de colocar imediatamente &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios divinos a pr&oacute;pria liberdade, a sua leg&iacute;tima voca&ccedil;&atilde;o humana e a felicidade conjugal, aceitando a condi&ccedil;&atilde;o, a responsabilidade e o peso da fam&iacute;lia e renunciando, por um incompar&aacute;vel amor virg&iacute;neo, ao natural amor conjugal que constitui e alimenta a mesma fam&iacute;lia&raquo;.<sup>37<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Esta submiss&atilde;o a Deus, que &eacute; prontid&atilde;o de vontade para se dedicar &agrave;s coisas que dizem respeito ao seu servi&ccedil;o, n&atilde;o &eacute; mais do que o <i>exerc&iacute;cio da devo&ccedil;&atilde;o<\/i>, que constitui uma das express&otilde;es da virtude da religi&atilde;o.<sup> 38<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>27<\/span><\/b>. A comunh&atilde;o de vida entre Jos&eacute; e Jesus leva-nos a considerar ainda o mist&eacute;rio da Incarna&ccedil;&atilde;o precisamente sob o aspecto da humanidade de Cristo, instrumento eficaz da divindade para a santifica&ccedil;&atilde;o dos homens: &laquo;Por for&ccedil;a da divindade, as ac&ccedil;&otilde;es humanas de Cristo foram salutares para n&oacute;s, produzindo em n&oacute;s a gra&ccedil;a, quer em raz&atilde;o do m&eacute;rito, quer por uma certa efic&aacute;cia&raquo;.<sup>39<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Entre estas ac&ccedil;&otilde;es os Evangelistas privilegiam aquelas que dizem respeito ao mist&eacute;rio pascal; mas n&atilde;o deixam de frisar bem a import&acirc;ncia do contacto f&iacute;sico com Jesus em ordem &agrave;s curas de enfermidades (cf., por exemplo, <i>Mc<\/i> 1, 41) e a influ&ecirc;ncia por ele exercida sobre Jo&atilde;o Baptista, quando ambos estavam ainda no seio materno (cf. <i>Lc<\/i> 1, 41-44).<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O testemunho apost&oacute;lico n&atilde;o transcurou &ndash; como j&aacute; se viu &ndash; a narra&ccedil;&atilde;o do nascimento de Jesus, da circuncis&atilde;o, da apresenta&ccedil;&atilde;o no templo, da fuga para o Egipto e da vida oculta em Nazar&eacute;, por motivo do &laquo;mist&eacute;rio&raquo; de gra&ccedil;a contido em tais &laquo;gestos&raquo;, todos eles salv&iacute;ficos, porque todos participavam da mesma fonte de amor: a divindade de Cristo. Se este amor se irradiava, atrav&eacute;s da sua humanidade, sobre todos os homens, certamente eram por ele beneficiados, em primeiro lugar, aqueles que a vontade divina tinha posto na sua maior intimidade: Maria, sua M&atilde;e, e Jos&eacute;, seu pai putativo.<sup>40<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Uma vez que o amor &laquo;paterno&raquo; de Jos&eacute; n&atilde;o podia deixar de influir sobre o amor &laquo;filial&raquo; de Jesus e, vice-versa, o amor &laquo;filial&raquo; de Jesus n&atilde;o podia deixar de influir sobre o amor &laquo;paterno&raquo; de Jos&eacute;, como chegar a conhecer as profundezas desta singular&iacute;ssima rela&ccedil;&atilde;o? Justamente, pois, as almas mais sens&iacute;veis aos impulsos do amor divino v&ecirc;em em Jos&eacute; um exemplo luminoso de vida interior.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Mais ainda, a aparente tens&atilde;o entre a vida activa e a vida contemplativa tem em Jos&eacute; uma supera&ccedil;&atilde;o ideal, poss&iacute;vel para quem possui a perfei&ccedil;&atilde;o da caridade. Atendo-nos &agrave; conhecida distin&ccedil;&atilde;o entre o amor da verdade (<i>caritas veritatis<\/i>) e as exig&ecirc;ncias do amor (<i>necessitat caritatis<\/i>), podemos dizer que Jos&eacute; fez a experi&ecirc;ncia quer do <i>amor da verdade<\/i>, ou seja, do puro amor de contempla&ccedil;&atilde;o da Verdade divina que irradiava da humanidade de Cristo, quer das <i>exig&ecirc;ncias do amor<\/i>, ou seja, do amor igualmente puro do servi&ccedil;o, requerido pela protec&ccedil;&atilde;o e pelo desenvolvimento dessa mesma humanidade.<sup> 41<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: center;\"><b>VI. PATRONO DA IGREJA DO NOSSO TEMPO<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>28<\/span><\/b>. Em tempos dif&iacute;ceis para a Igreja, Pio IX, desejando confi&aacute;-la &agrave; especial protec&ccedil;&atilde;o do Santo Patriarca Jos&eacute;, declarou-o &laquo;Patrono da Igreja cat&oacute;lica&raquo;.<sup>42<\/sup> Esse Sumo Pont&iacute;fice sabia que n&atilde;o estava a levar a efeito um gesto peregrino, porque, em virtude da excelsa dignidade concedida por Deus a este seu servo fidel&iacute;ssimo, &laquo;a Igreja, depois da Virgem Sant&iacute;ssima, esposa dele, teve sempre em grande honra e cumulou de louvores o Bem-aventurado Jos&eacute; e, no meio das ang&uacute;stias, de prefer&ecirc;ncia foi a ele que recorreu&raquo;.<sup>43<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Quais s&atilde;o os motivos de t&atilde;o grande confian&ccedil;a? O Papa Le&atilde;o XIII exp&otilde;e-nos assim: &laquo;As raz&otilde;es pelas quais o Bem-aventurado Jos&eacute; deve ser considerado especial Patrono da Igreja, e a Igreja, por sua vez, deve esperar muit&iacute;ssimo da sua protec&ccedil;&atilde;o e do seu patroc&iacute;nio, prov&ecirc;m principalmente do facto de ele ser esposo de Maria e pai putativo de Jesus (&#8230;). Jos&eacute; foi a seu tempo leg&iacute;timo e natural guardi&atilde;o, chefe e defensor da divina Fam&iacute;lia (&#8230;). &Eacute; algo conveniente e sumamente digno para o Bem-aventurado Jos&eacute;, portanto, que, de modo an&aacute;logo &agrave;quele com que outrora costumava socorrer santamente, em todo e qualquer acontecimento, a Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;, tamb&eacute;m agora cubra e defenda com o seu celeste patroc&iacute;nio a Igreja de Cristo&raquo;.<sup>44<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>29<\/span><\/b>. Este patroc&iacute;nio deve ser invocado e continua sempre a ser necess&aacute;rio &agrave; Igreja, n&atilde;o apenas para a defender dos perigos, que continuamente se levantam, mas tamb&eacute;m e sobretudo para a confortar no seu renovado empenho de evangeliza&ccedil;&atilde;o do mundo e de levar por diante a nova evangeliza&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses e na&ccedil;&otilde;es &laquo;onde &ndash; como eu escrevia na Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica <i><a href=\"http:\/\/www.vatican.va\/holy_father\/john_paul_ii\/apost_exhortations\/documents\/hf_jp-ii_exh_30121988_christifideles-laici_po.html\"><span style=\"color: black;\">Christifideles laici<\/span><\/a><\/i> &ndash; a religi&atilde;o e a vida crist&atilde; foram em tempos t&atilde;o pr&oacute;speras&raquo;, mas &laquo;se encontram hoje submetidas a dura prova&ccedil;&atilde;o&raquo;.<sup>45<\/sup> Para levar o primeiro an&uacute;ncio de Cristo ou para voltar a apresent&aacute;-lo onde ele foi transcurado ou esquecido, a Igreja precisa de uma particular &laquo;for&ccedil;a do Alto&raquo; (cf. <i>Lc<\/i> 24, 49), que &eacute; dom do Esp&iacute;rito do Senhor, certamente, mas n&atilde;o anda disjunta da intercess&atilde;o e do exemplo dos seus Santos.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>30<\/span><\/b>. Al&eacute;m da confian&ccedil;a na protec&ccedil;&atilde;o segura de Jos&eacute;, a Igreja tem confian&ccedil;a no seu exemplo insigne, um exemplo que transcende cada um dos estados de vida e se prop&otilde;e a toda a comunidade crist&atilde;, sejam quais forem a condi&ccedil;&atilde;o e as tarefas de cada um dos fi&eacute;is.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Como se diz na constitui&ccedil;&atilde;o do Conc&iacute;lio Vaticano II sobre a Divina Revela&ccedil;&atilde;o, a atitude fundamental de toda a Igreja deve ser de &laquo;religiosa escuta da palavra de Deus&raquo;;<sup>46<\/sup> ou seja, de absoluta disponibilidade para se p&ocirc;r fielmente ao servi&ccedil;o da vontade salv&iacute;fica de Deus, revelada em Jesus. Logo no princ&iacute;pio da Reden&ccedil;&atilde;o humana, n&oacute;s encontramos o modelo da obedi&ecirc;ncia encarnado, depois de Maria, precisamente em Jos&eacute;, aquele que, se distingue pela execu&ccedil;&atilde;o fiel das ordens de Deus.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O Papa Paulo VI exortava a invocar o seu patroc&iacute;nio, &laquo;como a Igreja, nestes &uacute;ltimos tempos, tem o costume de fazer, para si mesma, antes de mais nada, para uma espont&acirc;nea reflex&atilde;o teol&oacute;gica sobre o con&uacute;bio da ac&ccedil;&atilde;o divina com a ac&ccedil;&atilde;o humana na grande economia da Reden&ccedil;&atilde;o, no qual, a primeira, a ac&ccedil;&atilde;o divina, &eacute; s&oacute; por si totalmente suficiente, mas a segunda, a ac&ccedil;&atilde;o humana, a nossa, embora n&atilde;o seja capaz de fazer coisa alguma sozinha (cf. <i>Jo<\/i> 15, 5), nunca est&aacute; dispensada de uma humilde, mas condicional e nobilitante colabora&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, a Igreja invoca-o como protector, por um desejo profundo e actual&iacute;ssimo de rejuvenescer a sua exist&ecirc;ncia secular, com aut&ecirc;nticas virtudes evang&eacute;licas, como as que refulgem em S&atilde;o Jos&eacute;&raquo;.<sup>47<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>31<\/span><\/b>. A Igreja transforma estas exig&ecirc;ncias em ora&ccedil;&atilde;o. Recordando que Deus confiou os in&iacute;cios da nossa Reden&ccedil;&atilde;o &agrave; guarda desvelada de S&atilde;o Jos&eacute;, suplica-lhe: que lhe conceda colaborar fielmente na obra da salva&ccedil;&atilde;o; e que lhe d&ecirc; a mesma fidelidade e pureza de cora&ccedil;&atilde;o que animaram Jos&eacute; no servi&ccedil;o do Verbo Incarnado; e, ainda, a gra&ccedil;a de caminhar diante do mesmo Deus pelas vias da santidade e da justi&ccedil;a, amparados pelo exemplo e pela intercess&atilde;o de S&atilde;o Jos&eacute;.<sup> 48<\/sup><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">H&aacute; cem anos, exactamente, o Papa Le&atilde;o XIII exortava o mundo cat&oacute;lico a rezar para obter a protec&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Jos&eacute;, Patrono de toda a Igreja. A Carta Enc&iacute;clica <i>Quamquam pluries<\/i> fazia apelo para aquele &laquo;amor paterno&raquo; que Jos&eacute; &laquo;dedicava ao Menino Jesus&raquo; e recomendava-lhe, a ele &laquo;pr&oacute;vido guarda da divina Fam&iacute;lia, a preciosa heran&ccedil;a que Jesus Cristo adquiriu com o pr&oacute;prio sangue&raquo;. Desde ent&atilde;o, <i>a Igreja<\/i> &ndash; como foi recordado mais acima &ndash; <i>implora a protec&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Jos&eacute;<\/i>, &laquo;em virtude daquele v&iacute;nculo de caridade que o uniu &agrave; imaculada Virgem M&atilde;e de Deus&raquo;, e recomenda-lhe todas as suas solicitudes, tamb&eacute;m pelo que se refere &agrave;s amea&ccedil;as que incumbem sobre a fam&iacute;lia humana.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Nos dias de <i>hoje<\/i>, temos ainda <i>numerosos motivos para rezar da mesma maneira<\/i>: &laquo;Afastai de n&oacute;s, &oacute; pai amant&iacute;ssimo, esta peste de erros e de v&iacute;cios&#8230;, assisti-nos prop&iacute;cio, do c&eacute;u, nesta luta contra o poder das trevas&#8230;; e assim como outrora livrastes da morte a vida amea&ccedil;ada do Menino Jesus, assim hoje defendei a santa Igreja de Deus das ciladas do inimigo e de todas as adversidades&raquo;.<sup>49<\/sup> Hoje ainda temos <i>motivos que perduram para recomendar todos e cada um dos homens a S&atilde;o Jos&eacute;<\/i>.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\"><b>32<\/span><\/b>. Desejo vivamente que esta evoca&ccedil;&atilde;o da figura de S&atilde;o Jos&eacute; renove tamb&eacute;m em n&oacute;s o ritmo da ora&ccedil;&atilde;o que, h&aacute; um s&eacute;culo atr&aacute;s, o meu Predecessor estabeleceu que lhe fosse elevada. &Eacute; fora de d&uacute;vida, efectivamente, que esta ora&ccedil;&atilde;o e <i>a pr&oacute;pria figura de S&atilde;o Jos&eacute; se revestem de actualidade renovada para a Igreja do nosso tempo<\/i>, em rela&ccedil;&atilde;o com o novo Mil&eacute;nio crist&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O <i>Conc&iacute;lio Vaticano II procurou sensibilizar-nos novamente<\/i> a todos para &laquo;as grandes coisas de Deus&raquo; e <i>para aquela &laquo;economia da salva&ccedil;&atilde;o&raquo;<\/i> de que S&atilde;o Jos&eacute; foi particularmente ministro. Recomendando-nos, pois, &agrave; protec&ccedil;&atilde;o daquele a quem o pr&oacute;prio Deus &laquo;confiou a guarda dos seus tesouros mais preciosos e maiores&raquo;,<sup>50<\/sup> <i>aprendamos com ele, ao mesmo tempo, a servir a &laquo;economia da salva&ccedil;&atilde;o&raquo;.<\/i> Que S&atilde;o Jos&eacute; se torne para todos um mestre singular no servi&ccedil;o da <i>miss&atilde;o salv&iacute;fica de Cristo<\/i>, que, na Igreja, compete a cada um e a todos: aos esposos e aos pais, &agrave;queles que vivem do trabalho das pr&oacute;prias m&atilde;os e de todo e qualquer outro trabalho, &agrave;s pessoas chamadas para a vida contemplativa e &agrave;s que s&atilde;o chamadas ao apostolado.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">O <i>homem justo<\/i>, que trazia em si o patrim&oacute;nio da Antiga Alian&ccedil;a, foi tamb&eacute;m <i>introduzido no &laquo;princ&iacute;pio&raquo; da nova e eterna Alian&ccedil;a em Jesus Cristo<\/i>. Que ele nos indique os caminhos desta Alian&ccedil;a salv&iacute;fica no limiar do pr&oacute;ximo Mil&eacute;nio, durante o qual deve perdurar e desenvolver-se ulteriormente a &laquo;plenitude dos tempos&raquo; pr&oacute;pria do mist&eacute;rio inef&aacute;vel da Incarna&ccedil;&atilde;o do Verbo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt; text-align: justify;\">Que S&atilde;o Jos&eacute; obtenha para a Igreja e para o mundo, assim como para um de n&oacute;s, a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do Pai e do Filho e do Esp&iacute;rito Santo.<\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 14pt;\"><i>Vaticano, 15 de Agosto &ndash; solenidade da Assun&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora &ndash; no ano de 1989, und&eacute;cimo ano de Pontificado.<\/span><\/i> JO&Atilde;O PAULO II<\/span> &nbsp;<\/span><b> <br \/><\/span><\/b><\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"line-height: 14pt;\"><b>Notas<\/span><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref1\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">1<\/span><\/a>) Cf. S. Ireneu, <i>Adversus Haereses<\/i>, IV, 23, 1: <i>S. Ch.<\/i> 100\/72, pp. 692-694. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref2\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">2<\/span><\/a>) Le&atilde;o XIII, Carta Enc. <i>Quamquam pluries<\/i> (15 de Agosto de 1889): <i>Leonis XIII P. M. Acta<\/i>, IX (1890), pp. 175-182. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref3\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">3<\/span><\/a>) Sacror. Rituum Congreg., Decr. <i>Quemadmodum Deus<\/i> (8 de Dezembro de 1870): <i>Pii IX P. M. Acta<\/i>, pars I, Vol. V, p. 282; Pio IX, Carta Apost. <i>Inclytum Partiarcham <\/i>(7 de Julho de 1871), <i>l.c.<\/i>, pp. 331-335.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref4\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">4<\/span><\/a>) Cf. S. Jo&atilde;o Cris&oacute;stomo, <i>In Matth. Hom<\/i>., V, 3: <i>PG<\/i> 57, 57-58. Os Doutores da Igreja e os Sumos Pont&iacute;fices, tamb&eacute;m baseando-se na identidade do nome, indicaram em Jos&eacute; do Egipto o prot&oacute;tipo de Jos&eacute; de Nazar&eacute;, na medida em que se teriam esbo&ccedil;ado no primeiro as fun&ccedil;&otilde;es e a grandeza do segundo, de ser guardi&atilde;o dos mais preciosos tesouros de Deus Pai, o Verbo Incarnado e a sua Sant&iacute;ssima M&atilde;e: cf., por exemplo, S. Bernardo, <i>Super missus est<\/i>, <i>Hom<\/i>. II, 16: <i>S. Bernardi Opera<\/i>, Ed. Cist., IV, 33-34; Le&atilde;o XIII, Carta Enc. <i>Quamquam pluries<\/i> (15 de Agosto de 1889): <i>l.c<\/i>., p. 179.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref5\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">5<\/span><\/a>) Const. dogm. sobre a Igreja <i>Lumen gentium<\/i>, n. 58. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref6\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">6<\/span><\/a>) Cf. <i>ibid<\/i>., n. 63.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref7\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">7<\/span><\/a>) Const. dogm. sobre a Divina Revela&ccedil;&atilde;o <i>Dei Verbum<\/i>, n. 5.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref8\"><span lang=\"EN-US\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">8<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) <i>Ibid<\/i>., n. 2. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref9\"><span lang=\"EN-US\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">9<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. Conc. Ecum. <\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">Vaticano II, Const. dogm. sobre a Igreja <i>Lumen gentium<\/i>, n. 63.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref10\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">10<\/span><\/a>) Conc. Ecum. Vaticano II, Const. dogm. sobre a Divina Revela&ccedil;&atilde;o <i>Dei Verbum,<\/i> n. 2. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref11\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">11<\/span><\/a>) S. Congr. dos Ritos, Decr. <i>Novis hisce temporibus<\/i> (13 de Novembro de 1962): <i>AAS<\/i> 54 (1962), p. 873.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref12\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">12<\/span><\/a>) S. Agostinho, <i>Sermo<\/i> 51, 10, 16: <i>PL<\/i> 38, 342. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref13\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">13<\/span><\/a>) S. Agostinho, <i>De nuptiis et concupiscentia<\/i>, I, 11, 12: <i>PL<\/i> 44, 421; cf. <i>De consensu evangelistarum<\/i>, II, 1, 2: <i>PL<\/i> 34, 1071; <i>Contra Faustum<\/i>, III, 2: <i>PL<\/i> 42, 214. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref14\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">14<\/span><\/a>) S. Agostinho, <i>De nuptiis et concupiscentia<\/i>, I, 11, 13: <i>PL<\/i> 44, 421; cf. <i>Contra Julianum<\/i>, V, 12, 46: <i>PL<\/i> 44, 810. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref15\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">15<\/span><\/a>) Cf. S. Agostinho, <i>Contra Faustum<\/i>, XXIII, 8: <i>PL<\/i> 42, 470-471; <i>De consensu evangelistarum,<\/i> II, 1, 3: <i>PL<\/i> 34, 1072; <i>Sermo<\/i> 51, 13, 21: <i>PL<\/i> 38, 344-345; S. Tom&aacute;s de Aquino, <i>Summa Theol<\/i>., III, q. 29, a. 2 in conclus.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref16\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">16<\/span><\/a>) Cf. as <i>Alocu&ccedil;&otilde;es<\/i> de 9 e 16 de Janeiro e de 20 de Fevereiro de 1980: <i>Insegnamenti<\/i>, III\/1 (1980), pp. 88-92; 148-152; e 428-431. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref17\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">17<\/span><\/a>) Paulo VI, <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> ao Movimento &laquo; Equipes Notre-Dame &raquo; (4 de Maio de 1970), n. 7: <i>AAS<\/i> 62 (1970), p. 431; uma exalta&ccedil;&atilde;o an&aacute;loga da Fam&iacute;lia de Nazar&eacute;, como exemplar absoluto da comunidade dom&eacute;stica, encontra-se, por exemplo, em Le&atilde;o XIII, Carta Apost. <i>Neminem fugit <\/i>(14 de Junho de 1892): <i>Leonis XIII Acta<\/i>, XII (1892), pp. 149-150; Bento XV, Motu Proprio <i>Bonum sane<\/i> (25 de Julho de 1920): <i>AAS<\/i> 12 (1920), pp. 313-317.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref18\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">18<\/span><\/a>) Exort. Apost. <i>Familiaris consortio<\/i> (22 de Novembro de 1981), n. 17: <i>AAS<\/i> 74 (1982), p. 100.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref19\"><span lang=\"EN-US\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">19<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) <i>Ibid<\/i>., n. 49: <i>l.c.<\/i>, p. 140; cf. Conc. <\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">Ecum. Vaticano II, Const. dogm. sobre a Igreja <i>Lumen gentium<\/i>, n. 11; Decr. sobre o Apostolado dos leigos <i>Apostolicam actuositatem<\/i>, n. 11. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref20\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">20<\/span><\/a>) Exort. Apost.<i> Familiaris consortio<\/i> (22 de Novembro de 1981), n. 85: <i>AAS<\/i> 74 (1982), pp. 189-190. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref21\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">21<\/span><\/a>) Cf. S. Jo&atilde;o Cris&oacute;stomo, <i>In Matth. Hom.<\/i>, V, 3: PG 57, 57-58.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref22\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">22<\/span><\/a>) Paulo VI, <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> (19 de Mar&ccedil;o de 1966): <i>Insegnamenti<\/i>, IV (1966), p. 110. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref23\"><span lang=\"IT\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">23<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. <i>Missale Romanum<\/i>, <i>Collecta<\/i> in &laquo; Sollemnitate S. Joseph Sponsi B.M.V.&raquo;. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref24\"><span lang=\"IT\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">24<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. <i>Ibid<\/i>., <i>Praefatio<\/i> in o Sollemnitate S. Joseph Sponsi B. M. V. &raquo;. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref25\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">25<\/span><\/a>) Carta Enc. <i>Quamquam Pluries <\/i>(15 de Agosto de 1889): <i>l.c<\/i>., p. 178. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref26\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">26<\/span><\/a>) Pio XII, <i>Radiomensagem<\/i> aos estudantes das escolas cat&oacute;licas dos Estados Unidos da Am&eacute;rica (19 de Fevereiro de 1958): <i>AAS<\/i> 50 (1958), p. 174.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref27\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">27<\/span><\/a>) Origenes, <i>Hom. XIII in Lucam<\/i>, 7:<i> S. Ch.<\/i> 87, pp. 214-215.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref28\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">28<\/span><\/a>) Origenes, <i>Hom. XIII in Lucam<\/i>, 6: <i>S. Ch.<\/i> 87, pp. 195-197.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref29\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">29<\/span><\/a>) Cf. <i>Missale Romanum, Prex Eucaristica<\/i>, 1. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref30\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">30<\/span><\/a>) Sacror. Rituum Congreg., Decr. <i>Quemadmodum Deus <\/i>(8 de Dezembro de 1870): <i>l.c<\/i>., p. 282.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref31\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">31<\/span><\/a>) <i>Collectio Missarum de Beata Maria Virgine<\/i>, I, &laquo; Sancta Maria de Nazareth &raquo;, <i>Praefatio<\/i>. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref32\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">32<\/span><\/a>) Exort. Apost. <i>Familiaris consortio<\/i> (22 de Novembro de 1981), n. 16: <i>AAS<\/i> 74 (1982), p. 98.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref33\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">33<\/span><\/a>) Le&atilde;o XIII, Carta Enc. <i>Quamquam pluries <\/i>(15 de Agosto de 1889):<i> l.c<\/i>., pp. 177-178. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref34\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">34<\/span><\/a>) Cf. Carta Enc. <i>Laborem exercens<\/i> (14 de Setembro de 1981), n. 9: <i>AAS<\/i> 73 (1981), pp. 599-600. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref35\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">35<\/span><\/a>) <i>Ibid<\/i>., n. 24:<i> l.c.<\/i>, p. 638. Os Sumos Pont&iacute;fices, nos tempos mais recentes, t&ecirc;m apresentado constantemente S. Jos&eacute; como &laquo; modelo &raquo; dos oper&aacute;rios e dos trabalhadores em geral, cf., por exemplo, Le&atilde;o XIII, Carta Enc. <i>Quamquam pluries <\/i>(15 de Agosto de 1889): <i>l.c.<\/i>, p. 180; Bento XV, Motu proprio <i>Bonum sane<\/i> (25 de Julho de 1920): l.c., pp. 314-316; Pio XII, <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> (11 de Mar&ccedil;o de 1945), n. 4: <i>AAS<\/i> 37 (1945), p. 72; <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> (1 de Maio de 1955): <i>AAS<\/i> 47 (1955), p. 406; Jo&atilde;o XXIII, <i>Radiomensagem<\/i> (1 de Maio de 1960): <i>AAS<\/i> 52 (1960), p. 398. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref36\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">36<\/span><\/a>) Paulo VI, <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> (19 de Mar&ccedil;o de 1969): <i>Insegnamenti<\/i>, VII (1969), p. 1268.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref37\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">37<\/span><\/a>) <i>Ibid<\/i>., <i>1.c<\/i>., p. 1267. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref38\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">38<\/span><\/a>) Cf. S. Tom&aacute;s de Aquino, <i>Summa Theol.<\/i>, II-II ae, q. 82, a. 3, ad 2. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref39\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">39<\/span><\/a>) <i>Ibid<\/i>., III, q. 8, a. 1, ad 1.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref40\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">40<\/span><\/a>) Pio XII, Carta Enc. <i>Haurietis aquas<\/i> (15 de Maio de 1956), III: <i>AAS<\/i> 48 (1956), pp. 329-330.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref41\"><span lang=\"ES-TRAD\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">41<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. S. Tom&aacute;s de Aquino, <i>Summa Theol.<\/i>, II-II ae, q. 182, a. 1, ad 3.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref42\"><span lang=\"ES-TRAD\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">42<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. Sacror. <\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">Rituum Congreg., Decr. <i>Quemadmodum Deus<\/i> (8 de Dezembro de 1870): <i>l.c<\/i>., p. 283. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref43\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">43<\/span><\/a>) <i>Ibid<\/i>.,<i> l.c.<\/i>, pp. 282-283.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref44\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">44<\/span><\/a>) Le&atilde;o XIII, Carta Enc. <i>Quamquam pluries<\/i> (15 de Agosto de 1889): <i>l.c.<\/i>, pp. 177-179. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref45\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">45<\/span><\/a>) Cf. Exort. Apost. p&oacute;s-sinodal <i>Christifideles laici<\/i> (30 de Dezembro de 1988), n. 34: <i>AAS<\/i> 81 (1989), p. 456.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref46\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">46<\/span><\/a>) Const. dogm. sobre a Divina Revela&ccedil;&atilde;o <i>Dei Verbum<\/i>, n. 1.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref47\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">47<\/span><\/a>) Paulo, <i>Alocu&ccedil;&atilde;o<\/i> (19 de Mar&ccedil;o de 1969): <i>Insegnamenti<\/i>, VII (1969), p. 1269. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref48\"><span lang=\"IT\" style=\"color: black; text-decoration: none;\">48<\/span><\/a><\/span><span style=\"font-size: 8pt;\">) Cf. <i>Missale Romanum, Collecta<\/i>; <i>Super oblata<\/i> in &laquo; Sollemnitate S. Joseph Sponsi B.M.V. &raquo;; e <i>Post commun<\/i>. in &laquo;Missa Votiva S. Joseph &raquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref49\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">49<\/span><\/a>) Cf. Le&atilde;o XIII, &laquo; Oratio ad Sanctum Josephum &raquo;, contida imediatamente a seguir ao texto da Carta Enc. <i>Quamquam pluries<\/i> (15 de Agosto de 1889): <i>Leonis XIII P.M. Acta, IX<\/i> (1890), p. 183. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 6pt 16.8pt; text-indent: -16.8pt; line-height: 14pt;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">(<\/span><span style=\"font-size: 8pt;\"><a href=\"#fnref50\"><span style=\"color: black; text-decoration: none;\">50<\/span><\/a>) Sacror. Rituum. 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