{"id":485,"date":"2011-06-11T14:49:54","date_gmt":"2011-06-11T14:49:54","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=485"},"modified":"2026-03-21T15:41:43","modified_gmt":"2026-03-21T15:41:43","slug":"reavivai-o-dom-que-recebestes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/reavivai-o-dom-que-recebestes\/","title":{"rendered":"Reavivai o dom que recebestes"},"content":{"rendered":"<p><strong>Reavivai o dom que recebestes<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Todo o crist\u00e3o \u00e9 chamado \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da santidade<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Talvez que a maior novidade do Vaticano II foi ter declarado que todo o crist\u00e3o \u00e9 chamado \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da santidade: \u00abTodos os fi\u00e9is, seja qual for o seu estado ou classe, s\u00e3o chamados \u00e0 plenitude da vida crist\u00e3 e \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da caridade.\u00bb E o Conc\u00edlio recorre a S. Paulo para fundamentar esta afirma\u00e7\u00e3o: <em>\u00abBendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo que do alto do C\u00e9u nos aben\u00e7oou com todas as b\u00ean\u00e7\u00e3o espirituais em Cristo. Foi assim que Ele nos escolheu em Cristo, antes da cria\u00e7\u00e3o do mundo, para sermos santos e irrepreens\u00edveis na sua presen\u00e7a no amor.\u00bb J\u00e1 o pr\u00f3prio Cristo tinha levantado a fasquia at\u00e9 ao ponto mais alto: \u00abSede perfeitos como o vosso Pai do C\u00e9u \u00e9 perfeito.\u00bb<\/em><\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Antes do Conc\u00edlio, os caminhos da perfei\u00e7\u00e3o eram em geral reservados aos consagrados: Papas, bispos, padres, religiosos. Eram os chamados \u00abestados de perfei\u00e7\u00e3o\u00bb. E, de facto, em geral os santos canonizados pertenciam todos a estas categorias de pessoas: ou eram Papas, bispos e padres, ou religiosos. Os leigos e leigas que tinham sido canonizados, s\u00f3 o foram, n\u00e3o tanto pelo matrim\u00f3nio, mas apesar do matrim\u00f3nio. Em geral, eram vi\u00favos ou vi\u00favas, portanto, depois de terem deixado o casamento ou, ent\u00e3o, por terem entrado na vida religiosas: S. Nuno \u00c1lvares Pereira, a rainha Santa Isabel, a princesa Santa Joana, etc.<\/span><\/p>\n<p>Ora aconteceu que, em 1994, Jo\u00e3o Paulo II beatificou a doutora Gianna Beretta Molla, que canonizou em 2004, que era uma mulher casada, m\u00e9dica, m\u00e3e de quatro filhos e que tinha falecido por se ter recusado a provocar um aborto: se o n\u00e3o provocasse morria ela. E deixou que Deus decidisse. Esta foi a credencial para ser proclamada santa. Abriu-se assim um novo espa\u00e7o para os santos: os santos leigos, ou seja, para a voca\u00e7\u00e3o de todo o crist\u00e3o \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da santidade.<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-484\" style=\"margin: 26px 0px 0px 8px; float: right;\" alt=\"Esp038\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/06\/Esp038.jpg\" height=\"328\" width=\"217\" \/><\/span><\/p>\n<p>E isto porqu\u00ea? Porque todos os crist\u00e3os recebem o Esp\u00edrito Santo. O primeiro grande momento da presen\u00e7a do Esp\u00edrito Santo na vida do crist\u00e3o acontece no Baptismo. O Baptismo \u00e9 o grande Pentecostes de cada crist\u00e3o. Pelo Baptismo n\u00f3s tornamo-nos da fam\u00edlia da Sant\u00edssima Trindade, filhos de Deus, e, como no seio de Maria, s\u00f3 o Esp\u00edrito Santo pode fazer esta filia\u00e7\u00e3o. No Baptismo, todos recebemos o Esp\u00edrito Santo em plenitude, tanto o leigo, como o padre, o bispo ou o Papa. Todos s\u00e3o chamados \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da santidade. N\u00e3o se recebe o Esp\u00edrito Santo, mais ou menos; a conta gotas. Uma h\u00f3stia n\u00e3o est\u00e1 mais ou menos consagrada. Cristo n\u00e3o est\u00e1 mais numa part\u00edcula que noutra. Est\u00e1 todo em cada uma. Mas os efeitos da comunh\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o iguais em todos. O Esp\u00edrito Santo est\u00e1 todo em cada crist\u00e3o, como Cristo est\u00e1 todo em cada h\u00f3stia consagrada, seja ela grande ou pequena. Diz S. Jo\u00e3o, no di\u00e1logo com Nicodemos: <em>\u00abDeus n\u00e3o d\u00e1 o seu Esp\u00edrito por medida. O Pai ama o Filho e entregou-lhe tudo nas suas m\u00e3os. Quem acredita no Filho tem a vida eterna\u00bb <\/em>(Jo 3, 33-36).<\/span><\/p>\n<p>Por isso, como nos ensina o cardeal Suenens, ap\u00f3s o Baptismo, o Esp\u00edrito Santo n\u00e3o est\u00e1 mais para vir. Ele est\u00e1 radicalmente presente no ponto de partida da vida crist\u00e3, mesmo se a tomada de consci\u00eancia desta presen\u00e7a s\u00f3 acontece mais tarde, quando a crian\u00e7a tornada adulta, rectificar as exig\u00eancias dessa presen\u00e7a. O Esp\u00edrito j\u00e1 est\u00e1 nele: ele \u00e9 efectivamente morada da Sant\u00edssima Trindade. Por isso, a santidade n\u00e3o \u00e9 uma escalada em direc\u00e7\u00e3o a um p\u00f3lo long\u00ednquo, inacess\u00edvel. A santidade crist\u00e3 \u00e9-nos dada inicialmente, na sua plenitude, no dia do nosso Baptismo. O baptizado torna-se o ber\u00e7o, o cen\u00e1culo da Sant\u00edssima Trindade. Segue-se da\u00ed que, rigorosamente falando, precisamos n\u00e3o de nos tornarmos santos, mas de deixar que a santidade de Deus nos envolva. Pelo Baptismo, recebemos o Esp\u00edrito de santidade; o que \u00e9 preciso \u00e9 desenvolver as suas riquezas latentes.<\/span><\/p>\n<p>No decurso da nossa vida crist\u00e3, cada sacramento alargar\u00e1 o raio de ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito que j\u00e1 est\u00e1 em n\u00f3s. Cada sacramento \u00e9 um curso de \u00e1gua que brota da fonte baptismal. \u00c9 uma fonte com \u00e1gua sempre a nascer. O nosso baptismo \u00e9 uma fonte da Sant\u00edssima Trindade, sempre a jorrar. N\u00f3s dizemos que imprime \u00abcar\u00e1cter\u00bb, quer dizer: \u00e9 um sacramento permanente, sempre em actividade. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio nem tem sentido baptizar-se uma segunda vez.<\/span><\/p>\n<p>Quando recebemos o sacramento da Confirma\u00e7\u00e3o, o bispo diz: \u00abVais receber o Esp\u00edrito Santo.\u00bb Ele poderia acrescentar: \u00abVais receber o Esp\u00edrito Santo que j\u00e1 o tens.\u00bb Trata-se n\u00e3o de receber um suplemento do Esp\u00edrito Santo, mas de uma confirma\u00e7\u00e3o desta presen\u00e7a, de confirmar e de assumir esta presen\u00e7a. Pelo Baptismo recebe-se o Esp\u00edrito Santo todo. O Esp\u00edrito Santo n\u00e3o se recebe aos bocadinhos, por esmola. O Esp\u00edrito Santo entrega-se todo. Ele \u00e9 o grande dom do Pai.<\/span><\/p>\n<p>Na liturgia do Pentecostes s\u00e3o numerosas as ora\u00e7\u00f5es em que se pede ao Pai que envie o seu Esp\u00edrito, como se Ele ainda n\u00e3o tivesse sido enviado. N\u00e3o \u00e9 pedir que o Esp\u00edrito Santo venha, \u00e9 pedir que n\u00f3s o deixemos actuar na nossa vida. A fome faz sentir a necessidade do p\u00e3o. Se n\u00e3o se tem fome, podemos morrer \u00e0 m\u00edngua com a dispensa cheia. O Esp\u00edrito permanece em n\u00f3s: somos n\u00f3s que sob a ac\u00e7\u00e3o conjugada da gra\u00e7a e da nossa liberdade lhe damos uma nova possibilidade de ac\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>Quando a ac\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito se intensifica em n\u00f3s, n\u00e3o \u00e9 o Esp\u00edrito que acorda e volta, como um vulc\u00e3o que de vez em quando entra em erup\u00e7\u00e3o, depois de um longo sono; n\u00f3s \u00e9 que despertamos diante da sua presen\u00e7a, e sob o impulso da sua gra\u00e7a, por uma f\u00e9 acrescida, nos abrimos a uma esperan\u00e7a renovada, uma caridade mais viva.<\/span><\/p>\n<p>Diz-nos o Livro dos Reis que habitualmente o Esp\u00edrito Santo entra na nossa vida como uma brisa suave, de que mal nos apercebemos, como aconteceu com Elias. Elias esperava a vinda do Senhor com grande alarido, como um terramoto ou como um inc\u00eandio, ou como um temporal, como contavam as teofanias do Antigo Testamento. E Ele veio como uma brisa suave, de qual mal se d\u00e1 conta. Libermann diz que devemos ser como uma leve pena ao sopro do Esp\u00edrito.<\/span><\/p>\n<p>Esta presen\u00e7a do Esp\u00edrito Santo manifesta-se na vida da comunidade e na vida pessoal de cada um. Na vida de comunidade, pelos seus dons e carismas, e, na vida pessoal de cada um, pelos seus frutos.<\/span><\/p>\n<p><strong>Os dons do Esp\u00edrito Santo<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O Esp\u00edrito Santo \u00e9 Algu\u00e9m que est\u00e1 continuamente na Igreja, que n\u00e3o interv\u00e9m s\u00f3 nos momentos mais importantes da vida da Igreja ou das pessoas, que n\u00e3o se revela s\u00f3 em manifesta\u00e7\u00f5es extraordin\u00e1rias, mas que habita nas pessoas de forma permanente. A Igreja \u00e9 como um templo onde mora o Esp\u00edrito Santo. <em>\u00abFomos baptizados num s\u00f3 Esp\u00edrito para sermos um s\u00f3 corpo\u00bb <\/em>(1Cor 12,13). \u00c9 Ele que constr\u00f3i assim uma morada pelo Esp\u00edrito. <em>\u00abJ\u00e1 n\u00e3o sois estrangeiros nem imigrantes, mas concidad\u00e3os dos santos, membros da casa de Deus, edificados sobre o alicerce dos Ap\u00f3stolos e dos Profetas, tendo por pedra angular o pr\u00f3prio Cristo Jesus. E nele que toda constru\u00e7\u00e3o, bem ajustada, cresce para formar um templo santo no Senhor. \u00c9 nele que tamb\u00e9m v\u00f3s sois integrados na constru\u00e7\u00e3o para formardes uma habita\u00e7\u00e3o de Deus pelo Esp\u00edrito\u00bb<\/em> (Ef 2, 19-22). A comunidade \u00e9 o templo do Esp\u00edrito Santo. <em>\u00abN\u00e3o sabeis que sois templos de Deus e que o Esp\u00edrito Santo mora em v\u00f3s?\u00bb<\/em> (1Cor 3,16; 6,19; 1Cor 6, 16).<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 aqui que entram os dons e os carismas de que fala S. Paulo e que s\u00e3o os elos por onde passa a comunh\u00e3o, ou seja, o Esp\u00edrito Santo: o dom de governar, de ensinar, de anunciar o Reino, de discernir, de curar, de profetizar.<\/span><\/p>\n<p>Quanto a estes dons do Esp\u00edrito Santo, \u00e9 preciso concentrar a nossa aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o nos dons mas no Doador. O grande dom \u00e9 o Esp\u00edrito Santo. \u00abOs dons e carismas n\u00e3o s\u00e3o mais que o brilho do Esp\u00edrito Santo, que \u00e9 o dom por excel\u00eancia, o dom que encerra todos os dons. N\u00e3o podemos separar o Esp\u00edrito Santo dos seus dons como n\u00e3o podemos separar o carinho ou a ternura de um Pai ou de uma m\u00e3e do pr\u00f3prio pai ou da pr\u00f3pria m\u00e3e. Deus suscita n\u00e3o s\u00f3 a f\u00e9, os carismas, mas concede ainda o dom por excel\u00eancia, o pr\u00f3prio Esp\u00edrito Santo.\u00bb O Esp\u00edrito Santo n\u00e3o d\u00e1 esmolas, d\u00e1-se a si mesmo. Os dons s\u00e3o fruto desta presen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p>Os dons do Esp\u00edrito Santo s\u00e3o para o doador o que os raios de sol s\u00e3o para o Sol: n\u00e3o se identificam com Ele, mas n\u00e3o existem sem Ele.<\/span><\/p>\n<p>O valor de uma comunidade crist\u00e3 depende n\u00e3o de quem a evangeliza mas do Esp\u00edrito Santo que nela habita. Este Esp\u00edrito \u00e9 comunicado a todos os membros da comunidade, embora para uma miss\u00e3o diferente. Um semeia, outro rega, outro monda, outro colhe. Mas todos s\u00e3o baptizados no mesmo Esp\u00edrito. Este Esp\u00edrito revela-se em cada um com servi\u00e7os, carismas e actividades diferentes, pois que \u00e9 desta colabora\u00e7\u00e3o de todos que se faz a comunidade. Uns t\u00eam o dom de governar, outros de ensinar, outros de profetizar, outros de curar. \u00c9 como num corpo vivo, onde cada membro tem uma fun\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria. Esta fun\u00e7\u00e3o \u00e9 um dom do Esp\u00edrito que \u00e9 o mesmo em todos. E, por isso, esta diversidade em vez de dividir, une. Ela, est\u00e1 unida pela raiz: dela nasce algo de novo, um corpo novo, que \u00e9 a comunidade crist\u00e3. Num corpo vivo h\u00e1 membros para respirar, membros para alimentar, membros para mover, membros para pensar, membros para amar, etc. Quem \u00e9 que pensa dispensar algum destes membros?<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 por estes carismas e dons que se v\u00ea se o Esp\u00edrito Santo est\u00e1 vivo nas comunidades. O Esp\u00edrito Santo desperta em cada um os dons e as qualidades que s\u00e3o necess\u00e1rias para edificar a comunidade crist\u00e3. Todos conhecemos pessoas, umas mais dotadas para dirigir a comunidade, outras para animar a liturgia e, outros para colabora\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria ou para visitar doentes ou para acolher os que chegam de fora. Outros para ajudar quem precisa. S\u00e3o dons que o Esp\u00edrito Santo distribui por todos, pois todos s\u00e3o necess\u00e1rios para construir uma Igreja viva. \u00c9 como na constru\u00e7\u00e3o de uma casa: \u00e9 preciso um arquitecto, um engenheiro, um mestre-de-obras ou pedreiros, pintores, estocadores, electricistas, canalizadores, sem falar nos que fabricam o cimento, as tintas, os azulejos, etc. Na constru\u00e7\u00e3o da Igreja \u00e9 a mesma coisa.<\/span><\/p>\n<p>Os carismas, em geral, s\u00e3o qualidades que as pessoas t\u00eam e que o Esp\u00edrito do Senhor consagra com a sua gra\u00e7a. Eles s\u00e3o sopros de Deus e esse sopro \u00e9 a caridade que \u00e9 a maneira de ser de Deus. Eles s\u00e3o ordenados para o crescimento da comunh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><strong>Os frutos do Esp\u00edrito Santo<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Quanto \u00e0 presen\u00e7a do Esp\u00edrito Santo em cada um, s\u00e3o os seus frutos que revelam, na nossa vida, o verdadeiro rosto do Esp\u00edrito Santo. S. Paulo fala destes frutos v\u00e1rias vezes, ao longo das suas cartas. Ele multiplica os textos para mostrar que, de facto, o Esp\u00edrito Santo tem a sua morada no cora\u00e7\u00e3o de cada um. Temos efectivamente v\u00e1rias listas dos frutos do Esp\u00edrito Santo. Nenhuma delas \u00e9 conclusiva. S. Paulo semeia os frutos do Esp\u00edrito Santo, pelas diversas comunidades, conforme a situa\u00e7\u00e3o em que cada uma vive. Mas \u00e9 claro, estas listas s\u00e3o listas abertas. As listas valem como exemplo e n\u00e3o pretendem ser exaustivas. O que os caracteriza a todos \u00e9 que s\u00e3o o oposto ao esp\u00edrito do mal.<\/span><\/p>\n<p>Aos G\u00e1latas, S. Paulo apresenta a lista mais completa. \u00c9 quando fala da justifica\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 que Paulo desenvolve a luta entre a carne e o esp\u00edrito, mostrando os frutos tanto da carne como os do Esp\u00edrito (Gl 5,16-17 e 23-25; Rm 7,5-6). E, entre os frutos do Esp\u00edrito, o amor ocupa o primeiro lugar.<\/span><\/p>\n<p>O grande fruto do Esp\u00edrito \u00e9 o amor. O amor \u00e9 mais que primeiro, numa enumera\u00e7\u00e3o simples: ele \u00e9 o princ\u00edpio gerador e englobante de todos os outros frutos, porque Deus \u00e9 amor e o amor de Deus chama-se Esp\u00edrito Santo. <em>\u00abQuem ama cumpre toda a Lei\u00bb<\/em> (Rm 13,8). \u00c9 o amor que faz a santidade do crist\u00e3o. O amor de que se fala aqui \u00e9 aquele que \u00abDeus espalhou nos nossos cora\u00e7\u00f5es pelo Esp\u00edrito que nos foi dado\u00bb, comunica\u00e7\u00e3o da santidade de Deus (Rm 5,5). \u00c9 este Esp\u00edrito que nos faz filhos de Deus. <em>\u00abAma e faz o que quiseres\u00bb<\/em>, repetia Santo Agostinho.<\/span><\/p>\n<p>Todos os outros frutos, a paz, a alegria, a paci\u00eancia, a amabilidade, a bondade, a fidelidade, a mod\u00e9stia, o dom\u00ednio de si mesmo (Gl 5,2) s\u00e3o frutos do amor.<\/span><\/p>\n<p>Estes frutos s\u00e3o resultado de uma colabora\u00e7\u00e3o entre a gra\u00e7a e a liberdade.<br \/>Os frutos distinguem-se dos dons do Esp\u00edrito Santo, pois os dons s\u00e3o diferentes segundo as pessoas, os frutos s\u00e3o id\u00eanticos para todos. Nem todos, na Igreja, podem ser ap\u00f3stolos, profetas ou doutores, mas todos podem colher os fruto do Esp\u00edrito Santo. Os frutos do Esp\u00edrito Santo: t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o estreita com Cristo: <em>\u00abO que permanece em mim dar\u00e1 muito fruto\u00bb<\/em>, diz o Senhor (Jo 15,5). Ou seja: revelam o rosto de Cristo. A ora\u00e7\u00e3o do crist\u00e3o n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o a incorpora\u00e7\u00e3o na atitude orante de Cristo diante do Pai; quando um crist\u00e3o sofre \u00e9 Cristo que entra em agonia e, quando se alegra, \u00e9 a manh\u00e3 da P\u00e1scoa de Cristo Ressuscitado que vem ao seu encontro.<\/span><\/p>\n<p>Estes frutos s\u00e3o certas qualidades que vemos nas pessoas e que nos fazem descobrir a presen\u00e7a do Esp\u00edrito Santo nelas. A alegria, a paz, a bondade, de tal ou e tal pessoa s\u00e3o frutos do Esp\u00edrito Santo. Quase podemos dizer que cada santo revela uma manifesta\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. O carisma dos fundadores dos Institutos religiosos n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es desse Esp\u00edrito. S. Francisco e a bem-aventuran\u00e7a da pobreza, S. Lu\u00eds de Gonzaga e a pureza do cora\u00e7\u00e3o, Santa Teresa e a contempla\u00e7\u00e3o, S. Vicente de Paulo e a caridade, S. Jo\u00e3o de Deus e a hospitalidade, Teresa de Calcut\u00e1 e os esquecidos das ruas, Cl\u00e1udio Poullart des Places e os mais abandonados das sarjetas, Libermann e os escravos, etc. \u00c9 nos santos que se revela o rosto do Esp\u00edrito Santo. S\u00e3o eles que lavam a hist\u00f3ria. O Esp\u00edrito Santo \u00e9, de facto, algu\u00e9m que vive misturado connosco que se confunde com os nossos irm\u00e3os.<\/span><\/p>\n<p>A caridade e o amor \u2013 todos os gestos de caridade e amor, todas as provas de ternura e afecto, quando neles n\u00e3o h\u00e1 ego\u00edsmo nem interesse, s\u00e3o obra do Esp\u00edrito Santo. A fam\u00edlia \u00e9 o primeiro cen\u00e1culo do Pentecostes.<br \/>A paz e todos os gestos de reconcilia\u00e7\u00e3o, de perd\u00e3o, de miseric\u00f3rdia e acolhimento, tudo o que \u00e9 bem-aventuran\u00e7a do Reino de Deus. O Esp\u00edrito Santo acompanha a hist\u00f3ria dos homens. A hist\u00f3ria \u00e9 outro cen\u00e1culo do Pentecostes.<br \/>A alegria e todos os gestos de partilha e de festa, de solidariedade e fraternidade, de unidade e comunh\u00e3o, de louvor e ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as. O Esp\u00edrito Santo desperta nas pessoas o louvor da Sant\u00edssima Trindade.<\/span><\/p>\n<p>A bondade e tudo o que \u00e9 dar as m\u00e3os, compreender, ajudar, acolher, servir, acudir, partilhar.<br \/>A paci\u00eancia e tudo o que \u00e9 respeito pelo outro, dar-lhe o tempo a que ele tem direito, respeitar os seus valores e o seu ritmo, s\u00e3o sinais de que o Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 l\u00e1.<br \/>Vivemos hoje no mundo das novas tecnologias; nas comunica\u00e7\u00f5es, na inform\u00e1tica, na gen\u00e9tica, nas t\u00e9cnicas, na rob\u00f3tica.<br \/>H\u00e1 hoje m\u00e1quinas para tudo: para cozer, para lavar a roupa, para enviar mensagens, para marcar os itiner\u00e1rios, para fazer carros, etc., s\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 m\u00e1quinas para amar, m\u00e1quinas para consolar os tristes, m\u00e1quinas para fazer companhia, m\u00e1quinas para fazer justi\u00e7a&#8230; sen\u00e3o o amor. N\u00e3o h\u00e1 <em>chips<\/em> que substituam o Esp\u00edrito Santo.<\/span><\/p>\n<p>Constroem-se hoje pontes que unem todas as dist\u00e2ncias, todos os continentes, todos os espa\u00e7os, que vencem todos os abismos. S\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 pontes para perdoar, para unir dois cora\u00e7\u00f5es desavindos, para lavar as nossas faltas e fazer do homem velho uma pessoa nova&#8230; a n\u00e3o ser o amor.<\/span><br \/>Somos capazes de ir \u00e0 Lua e saber tudo dos planetas, conhecer todos os segredos das c\u00e9lulas, mas n\u00e3o sabemos nada sobre o nosso vizinho, sobre quem encontramos todos os dias no autocarro, sobre a vida de quem nos estende a m\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>\u00c9 o Esp\u00edrito Santo que lava a hist\u00f3ria e faz dela o jardim, onde Deus vem ter connosco todos os dias, pela brisa da tarde.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 8pt;\">A. Torres Neiva, &#8220;Reavivai o dom que recebestes&#8221;, in <em>Vida Consagrada<\/em>, 326 [2009], pp. 284-290.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reavivai o dom que recebestes Todo o crist\u00e3o \u00e9 chamado \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o da santidade Talvez que a maior novidade do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":484,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":["post-485","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-espirito-santo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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