{"id":836,"date":"2012-02-09T13:09:41","date_gmt":"2012-02-09T13:09:41","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=836"},"modified":"2026-03-21T15:41:40","modified_gmt":"2026-03-21T15:41:40","slug":"vi-domingo-do-tempo-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/vi-domingo-do-tempo-comum\/","title":{"rendered":"VI Domingo do Tempo Comum &#8211; B"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-832\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/JC_lepra1.jpg\" alt=\"JC_lepra1\" width=\"300\" height=\"230\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/JC_lepra1.jpg 460w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/JC_lepra1-300x230.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/span>S&atilde;o Marcos, ao longo do seu Evangelho, vai mostrando &#8220;Quem &eacute; Jesus&#8221;. N&atilde;o se preocupa tanto com defini&ccedil;&otilde;es abstratas, de que n&oacute;s somos mestres, mas apresenta-nos Jesus a ir ao encontro das pessoas e a cur&aacute;-las.<\/span><br \/>\nA partir dos seus gestos, podemos descobrir quem Ele &eacute;: liberta o homem possu&iacute;do por um esp&iacute;rito mau (4.&ordm; Domingo); Estende a m&atilde;o &agrave; sogra de Pedro, cura-a e ajuda a levantar-se (5.&ordm; Domingo); hoje, ao sarar um leproso, apresenta-nos a sua atitude para com os marginalizados e exclu&iacute;dos.<\/span><\/p>\n<p>A <span style=\"text-decoration: underline;\">primeira leitura<\/span> apresenta-nos a legisla&ccedil;&atilde;o que definia a forma de tratar com os leprosos. Impressiona como, a partir de uma imagem deturpada de Deus, os homens s&atilde;o capazes de inventar mecanismos de discrimina&ccedil;&atilde;o e de rejei&ccedil;&atilde;o em nome de Deus.<\/span><\/p>\n<p>O <span style=\"text-decoration: underline;\">Evangelho<\/span> diz-nos que, em Jesus, Deus desce ao encontro dos seus filhos v&iacute;timas da rejei&ccedil;&atilde;o e da exclus&atilde;o, compadece-Se da sua mis&eacute;ria, estende-lhes a m&atilde;o com amor, liberta-os dos seus sofrimentos, convida-os a integrar a comunidade do &#8220;Reino&#8221;. Deus n&atilde;o pactua com a discrimina&ccedil;&atilde;o e denuncia como contr&aacute;rios aos seus projectos todos os mecanismos de opress&atilde;o dos irm&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p>A <span style=\"text-decoration: underline;\">segunda leitura<\/span> convida os crist&atilde;os a terem como prioridade a gl&oacute;ria de Deus e o servi&ccedil;o dos irm&atilde;os. O exemplo supremo deve ser o de Cristo, que viveu na obedi&ecirc;ncia incondicional aos projectos do Pai e fez da sua vida um dom de amor, ao servi&ccedil;o da liberta&ccedil;&atilde;o dos homens.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>LEITURA I &ndash; Lev 13,1-2.44-46<\/span><br \/>Leitura do Livro do Lev&iacute;tico<\/span><br \/>\nO Senhor falou a Mois&eacute;s e a Aar&atilde;o, dizendo:<br \/>&laquo;Quando um homem tiver na sua pele<br \/>algum tumor, impigem ou mancha esbranqui&ccedil;ada,<br \/>que possa transformar-se em chaga de lepra,<br \/>devem lev&aacute;-lo ao sacerdote Aar&atilde;o<br \/>ou a algum dos sacerdotes, seus filhos.<br \/>O leproso com a doen&ccedil;a declarada<br \/>usar&aacute; vestu&aacute;rio andrajoso e o cabelo em desalinho,<br \/>cobrir&aacute; o rosto at&eacute; ao bigode e gritar&aacute;:<br \/>&#8216;Impuro, impuro!&#8217;<br \/>Todo o tempo que lhe durar a lepra,<br \/>deve considerar-se impuro<br \/>e, sendo impuro, dever&aacute; morar &agrave; parte,<br \/>fora do acampamento&raquo;.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>SALMO RESPONSORIAL &ndash; Salmo 31 (32)<\/span><br \/>Refr&atilde;o: Sois o meu ref&uacute;gio, Senhor; dai-me a alegria da vossa salva&ccedil;&atilde;o.<\/span><br \/>\nFeliz daquele a quem foi perdoada a culpa<br \/>e absolvido o pecado.<br \/>Feliz o homem a quem o Senhor n&atilde;o acusa de iniquidade<br \/>e em cujo esp&iacute;rito n&atilde;o h&aacute; engano.<\/span><\/p>\n<p>Confessei-vos o meu pecado<br \/>e n&atilde;o escondi a minha culpa.<br \/>Disse: Vou confessar ao Senhor a minha falta<br \/>e logo me perdoastes a culpa do pecado.<\/span><\/p>\n<p>V&oacute;s sois o meu ref&uacute;gio, defendei-me dos perigos,<br \/>fazei que &agrave; minha volta s&oacute; haja hinos de vit&oacute;ria.<br \/>Alegrai-vos, justos, e regozijai-vos no Senhor,<br \/>exultai, v&oacute;s todos os que sois rectos de cora&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>LEITURA II &ndash; 1 Cor 10,31-11,1<\/span><br \/>Leitura da Primeira Ep&iacute;stola do ap&oacute;stolo S&atilde;o Paulo aos Cor&iacute;ntios<\/span><br \/>\nIrm&atilde;os:<br \/>Quer comais, quer bebais, ou fa&ccedil;ais qualquer coisa,<br \/>fazei tudo para gl&oacute;ria de Deus.<br \/>Portai-vos de modo que n&atilde;o deis esc&acirc;ndalo<br \/>nem aos judeus, nem aos gregos, nem &agrave; Igreja de Deus.<br \/>Fazei como eu, que em tudo procuro agradar a toda a gente,<br \/>n&atilde;o buscando o pr&oacute;prio interesse, mas o de todos,<br \/>para que possam salvar-se.<br \/>Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>EVANGELHO &ndash; Mc 1,40-45<\/span><br \/>Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S&atilde;o Marcos<\/span><\/p>\n<p>Naquele tempo,<br \/>veio ter com Jesus um leproso.<br \/>Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe:<br \/>&laquo;Se quiseres, podes curar-me&raquo;.<br \/>Jesus, compadecido, estendeu a m&atilde;o, tocou-lhe e disse:<br \/>&laquo;Quero: fica limpo&raquo;.<br \/>No mesmo instante o deixou a lepra<br \/>e ele ficou limpo.<br \/>Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem:<br \/>&laquo;N&atilde;o digas nada a ningu&eacute;m,<br \/>mas vai mostrar-te ao sacerdote<br \/>e oferece pela tua cura o que Mois&eacute;s ordenou,<br \/>para lhes servir de testemunho&raquo;.<br \/>Ele, por&eacute;m, logo que partiu,<br \/>come&ccedil;ou a apregoar e a divulgar o que acontecera,<br \/>e assim, Jesus j&aacute; n&atilde;o podia entrar abertamente<br \/>em nenhuma cidade.<br \/>Ficava fora, em lugares desertos,<br \/>e vinham ter com Ele de toda a parte.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Resson&acirc;ncias<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Um humilde leproso aproxima-se de Jesus e,<img decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-833\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/JC_lepra5.png\" alt=\"JC_lepra5\" width=\"175\" height=\"226\" style=\"margin: 0px 0px 0px 1px; float: right;\" \/> de joelhos, suplica: &laquo;Se quiseres, podes curar-me&raquo;. Jesus &#8220;compadecido&#8221;, &#8220;estendeu a m&atilde;o, tocou-lhe&#8221; e restitui-lhe a sa&uacute;de: &#8220;Quero: fica limpo.&#8221;<br \/>Ao acolher desta forma o leproso, Jesus transgredia a lei judaica que proibia tocar nestes &#8220;impuros&#8221;. Mas logo de seguida manda-o apresentar-se ao Sacerdote, a quem cabia a decis&atilde;o de reconhecer ou n&atilde;o a cura. A caridade est&aacute; acima da Lei&#8230; Cristo n&atilde;o vinha suprimir a lei, mas aperfei&ccedil;o&aacute;-la.<br \/>O Leproso, ao experimentar o poder salvador de Jesus, torna-se numa testemunha do amor e da bondade do Senhor.<\/span><\/p>\n<p>Deus n&atilde;o exclui ningu&eacute;m. Todos s&atilde;o chamados a integrar a fam&iacute;lia dos filhos de Deus.O Leproso n&atilde;o &eacute; um marginal, um pecador condenado, um homem indigno, mas um filho amado a quem Deus quer oferecer tamb&eacute;m a Salva&ccedil;&atilde;o e a vida.<br \/>O caminho do leproso deve ser o caminho de todo disc&iacute;pulo: vir a Jesus, aceitar a pr&oacute;pria limita&ccedil;&atilde;o humana, experimentar a miseric&oacute;rdia e o poder libertador do Senhor e, finalmente, tornar-se testemunha das grandes obras de Deus.<br \/>Infelizmente, em certos pa&iacute;ses, ainda h&aacute; gente a morrer de lepra. Mas n&atilde;o haver&aacute; outras lepras mais violentas nas nossas comunidades? N&atilde;o haver&aacute;, nas nossas rela&ccedil;&otilde;es, exclu&iacute;dos, mantidos &#8220;fora do acampamento&#8221;, rejeitados, como se fossem leprosos?<\/span><\/p>\n<p>Jesus n&atilde;o teve repugn&acirc;ncia dos leprosos, pelo contr&aacute;rio, aproximou-se deles, porque viu neles filhos de Deus. Qual &eacute; a nossa atitude? Os nossos preconceitos e legalismos n&atilde;o estar&atilde;o a criar marginaliza&ccedil;&atilde;o e exclus&atilde;o?<br \/>Jesus sentiu &#8220;compaix&atilde;o&#8221;. O que sentimos n&oacute;s<img decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-834\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/JC_lepra2.jpg\" alt=\"JC_lepra2\" width=\"175\" height=\"259\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" \/> diante do sofrimento, da injusti&ccedil;a, da mis&eacute;ria de um irm&atilde;o? &#8220;Estendemos a m&atilde;o&#8221; ou apenas lamentamos: &#8220;Coitado!&#8221;?<br \/>A cura da lepra era um sinal dos tempos messi&acirc;nicos. No Antigo Testamento, s&oacute; dois grandes profetas tinham curar esta doen&ccedil;a: Mois&eacute;s (a sua irm&atilde; Maria) e Eliseu (Naaman, o S&iacute;rio). Os fariseus n&atilde;o reconhecem esse tempo; por&eacute;m o leproso, agora curado, testemunha-o com grande entusiasmo e alegria.<\/span><\/p>\n<p>O encontro com Jesus transformou totalmente a vida do leproso. Contagiado pelo Amor, o leproso regressa &agrave; cidade gritando a sua cura, sem ningu&eacute;m o conseguir calar. E, por sua vez, semeia vida &agrave; sua volta. Semeia a experi&ecirc;ncia de Cristo! O castigado torna-se fonte de admira&ccedil;&atilde;o e de Evangelho.<\/span><br \/>Aquela m&atilde;o que toca a lepra daquele homem pode ainda hoje tocar as chagas de todos. Jesus sofre de um amor que lhe devora a vida! Sagrado cont&aacute;gio de um amor sem medidas!<\/span><\/p>\n<p>Talvez n&atilde;o sejamos capazes de milagres como o jovem de Nazar&eacute;, mas somos capazes de compaix&atilde;o, do arder por dentro, do inventar gestos e palavras que aliviam a solid&atilde;o e a lepra, e se tornam milagre da car&iacute;cia de Deus. No fim, Deus n&atilde;o perguntar&aacute; sobre as nossas m&atilde;os imaculadas ou puras, mas questionar&aacute; sobre as lepras que as nossas m&atilde;os tiverem tocado, sobre as chagas e pobrezas por elas curadas. S&oacute; assim, caros amigos e amigas, se realiza o Evangelho!<\/span><br \/>Estejamos atentos aos clamores dos &#8220;leprosos&#8221; de hoje; os que pertencem &agrave;s in&uacute;meras categorias de marginalizados e exclu&iacute;dos da nossa sociedade, afastados do conv&iacute;vio humano pela discrimina&ccedil;&atilde;o e pelo preconceito.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em>Obrigado, Senhor,<br \/>porque Jesus, Teu Filho, ao curar os leprosos<br \/>mostrou-nos que o amor n&atilde;o marginaliza ningu&eacute;m,<br \/>mas regenera a pessoa e restabelece a sua dignidade.<br \/>Cada cura de Cristo fala do seu seu cora&ccedil;&atilde;o compassivo <br \/>e confirma a vinda do Teu amor e do Teu Reino.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><em>D&aacute;-nos um cora&ccedil;&atilde;o sens&iacute;vel ao bem dos irm&atilde;os <br \/>para sabermos dialogar contigo na f&eacute;.<br \/>D&aacute;-nos disponibilidade para escutar a Tua Palavra, <br \/>sem nos fecharmos no mon&oacute;logo egoc&ecirc;ntrico <br \/>e est&eacute;ril da nossa seguran&ccedil;a.<br \/>Concede-nos o dom da fortaleza <br \/>para superarmos as nossas crises e dificuldades da f&eacute;<br \/>e podermos sempre acreditar em ti.<br \/>Amen<\/span><\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Estender a m&atilde;o<\/strong><\/span><\/p>\n<p>N&atilde;o sei quem &eacute; o autor desta hist&oacute;ria. Apenas sei que este po&ccedil;o pode ser a lepra de outrora, a droga de hoje ou os males de sempre.<\/span><\/p>\n<p>Certo homem caiu num po&ccedil;o e n&atilde;o conseguiu sair de l&aacute;.<\/span><\/p>\n<p>Uma pessoa subjectiva passou e disse:<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-835\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/Poco.jpg\" alt=\"Poco\" width=\"200\" height=\"138\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/Poco.jpg 390w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/Poco-300x207.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><br \/>&mdash; Sinto muito que estejas a&iacute;, no fundo do po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Uma pessoa objectiva, olhando-o declarou:<br \/>&mdash; Estava-se mesmo a ver que algu&eacute;m havia de cair neste po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Um fariseu exclamou:<br \/>&mdash; S&oacute; pessoas m&aacute;s &eacute; que caem em po&ccedil;os.<\/span><\/p>\n<p>Um cientista p&ocirc;s-se a calcular a press&atilde;o necess&aacute;ria para tirar o homem de dentro do po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Um ge&oacute;logo espreitando para dentro sugeriu:<br \/>&mdash; A&iacute; dentro podes apreciar as rochas do po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Um gabarola proclamou:<br \/>&mdash; Isso n&atilde;o &eacute; nada, havias de ver o meu po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Um psic&oacute;logo aconselhou:<br \/>&mdash; Tudo o que tens a fazer &eacute; convencer-te que n&atilde;o est&aacute;s num po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>O optimista advertiu:<br \/>&mdash; Podia ser bem pior.<\/span><\/p>\n<p>O rep&oacute;rter quis logo o exclusivo da hist&oacute;ria do homem que caiu no po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>O moralista disse:<br \/>&mdash; Se me tivesses escutado, n&atilde;o estarias agora nesse po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p>Um pregador retorquiu:<br \/>&mdash; O teu po&ccedil;o &eacute; apenas um estado de esp&iacute;rito.<\/span><\/p>\n<p>Por fim, passou Jesus. Vendo o homem, estendeu-lhe a m&atilde;o e tirou-o para fora do po&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Pe. Jos&eacute; David Quintal Vieira, scj<\/p>\n<hr \/>\n<div style=\"padding-left: 30px;\">Senhor, Jesus,<\/span><br \/>aproximo-me de Ti e, de joelhos por terra, suplico: cura-me!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left; padding-left: 30px;\">Carrego comigo a lepra da hist&oacute;ria <\/span><br \/>e n&atilde;o sei amar nem me deixar conduzir pelo teu Esp&iacute;rito.<\/span><br \/>Transporto em mim a corros&atilde;o do pecado <\/span><br \/>que desgasta a imagem de Ti em mim.<\/span><\/p>\n<div style=\"padding-left: 30px;\">\nCom um sorriso, <\/span><br \/>estendes-me a m&atilde;o da miseric&oacute;rdia que me acolhe<\/span><br \/>e d&aacute;s-me o abra&ccedil;o do perd&atilde;o que me limpa e me faz homem novo.<\/span><\/p>\n<p>Senhor, Jesus,<\/span><br \/>n&atilde;o consigo esconder o amor que me tens,<\/span><br \/>n&atilde;o consigo calar a gra&ccedil;a que me habita. <\/span><\/p>\n<p>&Eacute;s t&atilde;o bom, Senhor!<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong> Raul Follereau <\/span><\/strong>(1903-1977), <strong>o Ap&oacute;stolo dos Leprosos<\/strong><\/span><\/span><br \/>\nRaul Follereau nasceu em Nevers, na Fan&ccedil;a. Licenciado na Sorbona, literato e jornalista de m&eacute;rito, abastado, cheio de energias, casado com Madeleine, tornou-se o &#8220;Ap&oacute;stolo dos leprosos&#8221;. A mudan&ccedil;a de rumo deu-se em 1935, durante uma expedi&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica &agrave; Africa, com a mulher. &#8220;De repente, emergiram do meio da vegeta&ccedil;&atilde;o alguns rostos atemorizados, depois uns corpos esquel&eacute;ticos. Gritei-lhes para se aproximarem. Mas alguns fugiram; outros, mais corajosos, ficaram onde estavam, sem deixarem de nos fixar com o seu olhar triste. Perguntei ao guia: &#8220;Quem s&atilde;o?&#8221; &#8220;Leprosos&#8221;. &#8220;E porque est&atilde;o aqui?&#8221; &#8220;Porque s&atilde;o leprosos&#8221;. &#8220;J&aacute; sei; mas n&atilde;o estariam melhor na aldeia? Que fizeram eles para serem escorra&ccedil;ados?&#8221; &#8220;S&atilde;o leprosos &#8220;, insistiu o guia, reticente e teimoso. &#8220;Mas, pelo menos s&atilde;o tratados?&#8221; O interlocutor, agastado por ter de repetir sempre a mesma resposta, encolheu os ombros e deu meia volta. Foi nesse dia que vim a saber que existia um crime imperdo&aacute;vel, ligado a n&atilde;o sei que castigo, um crime sem apelo e sem amnistia: a lepra. E foi naquele dia que me decidi a n&atilde;o defender outra causa, por toda a vida, sen&atilde;o a de milh&otilde;es de homens, os quais a nossa ignor&acirc;ncia, a nossa vileza tornaram leprosos, condenados para sempre &agrave; solid&atilde;o e ao desespero&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>Hitler e a ocupa&ccedil;&atilde;o da Fran&ccedil;a obrigaram-no a deter-se algum tempo. Depois, durante 5 anos, percorre a Europa em busca de aux&iacute;lios; e durante outros 3 faz 200 mil quil&oacute;metros por toda a Africa, Asia e ilhas do Oceano &Iacute;ndico, para ver. &#8220;No vig&eacute;simo s&eacute;culo do Cristianismo, encontrei leprosos nas pris&otilde;es, nos manic&oacute;mios, nos cemit&eacute;rios&#8221;. Dirigiu-se a Eisenhower e a Krutchev: &#8220;Com o pre&ccedil;o de dois bombardeiros poder-se-iam curar todos os leprosos do mundo. D&ecirc;em-mos!&#8221; N&atilde;o obteve resposta. Raul e Madeleine, 40 anos de vida entregues &agrave; luta contra a lepra: mais de dois milh&otilde;es de quil&oacute;metros percorridos, mais de 150 milh&otilde;es de escudos recolhidos, um bili&atilde;o de leprosos curados. E um Testamento: &#8220;O tesouro que vos deixo &eacute; o bem que n&atilde;o consegui fazer, que quereria ter feito e v&oacute;s ireis fazer depois de mim. Que este testemunho vos possa pelo menos a ajudar a amar. &Eacute; a &uacute;ltima ambi&ccedil;&atilde;o da minha vida. Quanto mais ela se aproxima do fim, mais sinto o dever de vos dizer que s&oacute; amando salvaremos a Humanidade, e de vos repetir que a maior desgra&ccedil;a que vos pode acontecer &eacute; n&atilde;o serdes &uacute;teis a ningu&eacute;m e a vossa vida n&atilde;o servir para nada. Amar ou desaparecer&#8221;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><strong>Senhor, Ensina-nos a pensar nos outros<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Senhor, ensina-nos<\/span><br \/>a n&atilde;o nos amarmos a n&oacute;s mesmos,<\/span><br \/>a n&atilde;o amarmos somente os nossos,<\/span><br \/>a n&atilde;o amarmos s&oacute; aqueles de quem gostamos.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Senhor, ensina-nos a pensar nos outros<\/span><br \/>e a amar, antes de mais,<\/span><br \/>aqueles que ningu&eacute;m ama.<br \/>Senhor, faz-nos sofrer com o sofrimento dos outros.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">D&aacute;-nos a gra&ccedil;a de compreender<\/span><br \/>que em cada instante da nossa vida,<\/span><br \/>da nossa vida feliz e por Ti protegida,<\/span><br \/>h&aacute; milh&otilde;es de seres humanos<\/span><br \/>que tamb&eacute;m s&atilde;o teus filhos e nossos irm&atilde;os,<\/span><br \/>mas que morrem de fome<\/span><br \/>sem terem merecido morrer de fome,<\/span><br \/>que morrem de frio,<\/span><br \/>sem terem merecido morrer de frio.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Senhor, tem piedade dos leprosos<\/span><br \/>a quem tantas vezes sorriste<\/span><br \/>quando estavas nesta terra;<\/span><br \/>dos milh&otilde;es de leprosos<\/span><br \/>que estendem para a Tua miseric&oacute;rdia<\/span><br \/>as m&atilde;os sem dedos,<\/span><br \/>os bra&ccedil;os sem m&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">E perdoa-nos de os termos, <\/span><br \/>por vergonha ou por medo, abandonado.<br \/>Senhor, n&atilde;o consintas mais<\/span><br \/>que sejamos felizes sozinhos.<\/span><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\">Faz-nos sentir a ang&uacute;stia<\/span><br \/>da mis&eacute;ria universal,<\/span><br \/>e liberta-nos a n&oacute;s mesmos.<\/span><br \/>Am&eacute;m!<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><span style=\"font-size: 8pt;\">Raoul Follereau, in <em>A &uacute;nica verdade &eacute; amar.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 8pt;\"><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&atilde;o Marcos, ao longo do seu Evangelho, vai mostrando &#8220;Quem &eacute; Jesus&#8221;. 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