{"id":934,"date":"2012-04-11T08:49:42","date_gmt":"2012-04-11T08:49:42","guid":{"rendered":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/site\/?p=934"},"modified":"2026-03-21T15:41:26","modified_gmt":"2026-03-21T15:41:26","slug":"ii-domingo-de-pascoa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/ii-domingo-de-pascoa\/","title":{"rendered":"II Domingo da P\u00e1scoa B"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" alignright size-full wp-image-472\" src=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Tome03a.jpg\" alt=\"Tome03a\" width=\"300\" height=\"248\" style=\"margin: 0px 0px 0px 8px; float: right;\" srcset=\"https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Tome03a.jpg 537w, https:\/\/paroquiaqueijas.net\/portal\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/Tome03a-300x247.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><br \/>\nA liturgia deste domingo apresenta-nos a comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus: a Igreja. A sua miss&atilde;o consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>A <span style=\"text-decoration: underline;\">primeira leitura<\/span> mostra a Comunidade crist&atilde; de Jerusal&eacute;m. &Eacute; um dos sum&aacute;rios dos Actos dos Ap&oacute;stolos. S. Lucas descreve uma comunidade ideal como modelo &agrave; Igreja e &agrave;s igrejas de todas as &eacute;pocas: &eacute; uma comunidade formada por pessoas diversas, mas que vivem a mesma f&eacute; &#8220;num s&oacute; cora&ccedil;&atilde;o e numa s&oacute; alma&#8221;. Da ades&atilde;o a Jesus resulta, obrigatoriamente, a comunh&atilde;o e a uni&atilde;o de todos os &#8220;irm&atilde;os&#8221; da comunidade. &Eacute; uma comunidade que partilha os bens. Da comunh&atilde;o com Cristo e dos crist&atilde;os entre si, resultam implica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas: a ren&uacute;ncia a qualquer tipo de ego&iacute;smo, de auto-sufici&ecirc;ncia e uma abertura de cora&ccedil;&atilde;o para a partilha, para o dom, para o amor. &#8220;Tudo entre eles era posto em comum, entre eles ningu&eacute;m passava necessidade&#8221;. Uma comunidade que testemunha o Senhor Ressuscitado. Viver de acordo com os valores de Jesus &eacute; a melhor forma de anunciar e de testemunhar que Jesus est&aacute; vivo.<\/span><\/p>\n<p>A <span style=\"text-decoration: underline;\">segunda leitura<\/span> recorda aos membros da comunidade crist&atilde; os crit&eacute;rios que definem a vida crist&atilde; aut&ecirc;ntica: o verdadeiro crente &eacute; aquele que ama Deus, que adere a Jesus Cristo e &agrave; proposta de salva&ccedil;&atilde;o que, atrav&eacute;s d&#8217;Ele, o Pai faz aos homens e que vive no amor aos irm&atilde;os. Quem vive desta forma, vence o mundo e passa a integrar a fam&iacute;lia de Deus.<\/span><\/p>\n<p>No <span style=\"text-decoration: underline;\">Evangelho<\/span> sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado &eacute; o centro da comunidade crist&atilde;; &eacute; &agrave; volta d&#8217;Ele que a comunidade se estrutura e &eacute; d&#8217;Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as persegui&ccedil;&otilde;es. Por outro lado, &eacute; na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus est&aacute; vivo.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>LEITURA &ndash; Act 4,32-35<\/span><br \/><strong>Leitura dos Actos dos Ap&oacute;stolos<\/span><\/strong><br \/>\nA multid&atilde;o dos que haviam abra&ccedil;ado a f&eacute;<br \/>tinha um s&oacute; cora&ccedil;&atilde;o e uma s&oacute; alma;<br \/>ningu&eacute;m chamava seu ao que lhe pertencia,<br \/>mas tudo entre eles era comum.<br \/>Os Ap&oacute;stolos davam testemunho da ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor Jesus<br \/>com grande poder<br \/>e gozavam todos de grande simpatia.<br \/>N&atilde;o havia entre eles qualquer necessitado,<br \/>porque todos os que possu&iacute;am terras ou casas<br \/>vendiam-nas e traziam o produto das vendas,<br \/>que depunham aos p&eacute;s dos Ap&oacute;stolos.<br \/>Distribu&iacute;a-se ent&atilde;o a cada um conforme a sua necessidade.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>SALMO RESPONSORIAL<\/strong> &ndash; Salmo 117 (118)<\/span><br \/>Refr&atilde;o: Dai gra&ccedil;as ao Senhor, porque Ele &eacute; bom,<\/span><br \/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; porque &eacute; eterna a sua miseric&oacute;rdia.<\/span><br \/>\nDiga a casa de Israel:<br \/>&eacute; eterna a sua miseric&oacute;rdia.<br \/>Diga a casa de Aar&atilde;o:<br \/>&eacute; eterna a sua miseric&oacute;rdia.<br \/>Digam os que temem o Senhor:<br \/>&eacute; eterna a sua miseric&oacute;rdia.<\/span><\/p>\n<p>A m&atilde;o do Senhor fez prod&iacute;gios,<br \/>A m&atilde;o do Senhor foi magn&iacute;fica.<br \/>N&atilde;o morrerei, mas hei-de viver,<br \/>para anunciar as obras do Senhor.<br \/>Com dureza me castigou o Senhor,<br \/>mas n&atilde;o me deixou morrer.<\/span><\/p>\n<p>A pedra que os construtores rejeitaram<br \/>tornou-se pedra angular.<br \/>Tudo isto veio do Senhor:<br \/>&eacute; admir&aacute;vel aos nossos olhos.<br \/>Este &eacute; o dia que o Senhor fez:<br \/>exultemos e cantemos de alegria.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>LEITURA II &ndash; 1 Jo 5,1-6<\/span><br \/><strong>Leitura da Primeira Ep&iacute;stola de S&atilde;o Jo&atilde;o<\/span><\/strong><br \/>\nCar&iacute;ssimos:<br \/>Quem acredita que Jesus &eacute; o Messias,<br \/>nasceu de Deus,<br \/>e quem ama Aquele que gerou<br \/>ama tamb&eacute;m Aquele que nasceu d&#8217;Ele.<br \/>N&oacute;s sabemos que amamos os filhos de Deus<br \/>quando amamos a Deus e cumprimos os seus mandamentos,<br \/>porque o amor de Deus<br \/>consiste em guardar os seus mandamentos.<br \/>E os seus mandamentos n&atilde;o s&atilde;o pesados,<br \/>porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo.<br \/>Esta &eacute; a vit&oacute;ria que vence o mundo: a nossa f&eacute;.<br \/>Quem &eacute; o vencedor do mundo<br \/>sen&atilde;o aquele que acredita que Jesus &eacute; o Filho de Deus?<br \/>Este &eacute; o que veio pela &aacute;gua e pelo sangue: Jesus Cristo;<br \/>n&atilde;o s&oacute; com a &aacute;gua, mas com a &aacute;gua e o sangue.<br \/>&Eacute; o Esp&iacute;rito que d&aacute; testemunho,<br \/>porque o Esp&iacute;rito &eacute; a verdade.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p>EVANGELHO &ndash; Jo 20,19-31<\/span><br \/><strong>Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S&atilde;o Jo&atilde;o<\/span><\/strong><br \/>\nNa tarde daquele dia, o primeiro da semana,<br \/>estando fechadas as portas da casa<br \/>onde os disc&iacute;pulos se encontravam,<br \/>com medo dos judeus,<br \/>veio Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes:<br \/>&laquo;A paz esteja convosco&raquo;.<br \/>Dito isto, mostrou-lhes as m&atilde;os e o lado.<br \/>Os disc&iacute;pulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor.<br \/>Jesus disse-lhes de novo:<br \/>&laquo;A paz esteja convosco.<br \/>Assim como o Pai Me enviou, tamb&eacute;m Eu vos envio a v&oacute;s&raquo;.<br \/>Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes:<br \/>&laquo;Recebei o Esp&iacute;rito Santo:<br \/>&agrave;queles a quem perdoardes os pecados ser-lhe-&atilde;o perdoados;<br \/>e &agrave;queles a quem os retiverdes ser&atilde;o retidos&raquo;.<br \/>Tom&eacute;, um dos Doze, chamado D&iacute;dimo,<br \/>n&atilde;o estava com eles quando veio Jesus.<br \/>Disseram-lhe os outros disc&iacute;pulos:<br \/>&laquo;Vimos o Senhor&raquo;.<br \/>Mas ele respondeu-lhes:<br \/>&laquo;Se n&atilde;o vir nas suas m&atilde;os o sinal dos cravos,<br \/>se n&atilde;o meter o dedo no lugar dos cravos e a m&atilde;o no seu lado,<br \/>n&atilde;o acreditarei&raquo;.<br \/>Oito dias depois,<br \/>estavam os disc&iacute;pulos outra vez em casa,<br \/>e Tom&eacute; com eles.<br \/>Veio Jesus, estando as portas fechadas,<br \/>apresentou-Se no meio deles e disse:<br \/>&laquo;A paz esteja convosco&raquo;.<br \/>Depois disse a Tom&eacute;:<br \/>&laquo;P&otilde;e aqui o teu dedo e v&ecirc; as minhas m&atilde;os;<br \/>aproxima a tua m&atilde;o e mete-a no meu lado;<br \/>e n&atilde;o sejas incr&eacute;dulo, mas crente&raquo;.<br \/>Tom&eacute; respondeu-Lhe:<br \/>&laquo;Meu Senhor e meu Deus!&raquo;<br \/>Disse-lhe Jesus:<br \/>&laquo;Porque Me viste acreditaste:<br \/>felizes os que acreditam sem terem visto&raquo;.<br \/>Muitos outros milagres fez Jesus na presen&ccedil;a dos seus disc&iacute;pulos,<br \/>que n&atilde;o est&atilde;o escritos neste livro.<br \/>Estes, por&eacute;m, foram escritos<br \/>para acreditardes que Jesus &eacute; o Messias, o Filho de Deus,<br \/>e para que, acreditando, tenhais a vida em seu nome.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Resson&acirc;ncias<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O Evangelho deste Domingo apresenta-nos dois encontros da nova Comunidade com o Cristo Ressuscitado, no cen&aacute;culo. &Eacute; uma catequese sobre a presen&ccedil;a de Jesus, que continua vivo e ressuscitado, acompanhando a sua Igreja: Os Ap&oacute;stolos est&atilde;o reunidos, mas &#8220;trancados&#8221; e dominados pela incredulidade, pela tristeza e pelo medo. Tom&eacute; incr&eacute;dulo na promessa de Cristo e na palavra dos colegas &eacute; exemplo dos que n&atilde;o valorizam o testemunho comunit&aacute;rio e dos que querem ser crist&atilde;os sem Igreja.<\/span><\/p>\n<p>Hoje, ainda h&aacute; muitos que vivem de &#8220;portas trancadas&#8221;. Dominados pelo medo e pela inseguran&ccedil;a, aguardam por melhores dias de justi&ccedil;a e de paz. O Ressuscitado derruba as trancas e restaura a paz e a alegria: &#8220;A Paz esteja convosco&#8221; (3x). Hoje, Ele torna-nos tamb&eacute;m protagonistas da Paz, que &eacute; conquistada e constru&iacute;da pelo empenho de todos.<\/span><\/p>\n<p>No primeiro dia da semana, ap&oacute;s a Morte e Ressurrei&ccedil;&atilde;o. Com esse primeiro dia, come&ccedil;a o &#8220;Dia do Senhor&#8221;, o DOMINGO. O que significa para ti o Domingo? &Eacute; de facto o &#8220;Dia do Senhor&#8221;?<br \/>&#8211; Jesus est&aacute; no centro da Comunidade, onde todos v&atilde;o beber essa vida que lhes permite vencer o medo e a hostilidade do mundo. &Eacute; a videira ao redor da qual se enxertam os ramos&#8230;<br \/>&#8211; Confia a Miss&atilde;o: &#8220;Como o Pai me enviou, tamb&eacute;m eu vos envio a v&oacute;s.&#8221; Continua acreditando neles e, apesar de tudo, conta com eles. Na miss&atilde;o, apesar de tudo, Ele conta tamb&eacute;m connosco.<br \/>&#8211; Inicia uma nova Cria&ccedil;&atilde;o: &#8220;Jesus soprou sobre eles&#8221;, como Deus na cria&ccedil;&atilde;o do homem (Gen 2,7) e acrescenta: &#8220;Recebei o Esp&iacute;rito Santo&#8221;. Com o dom do Esp&iacute;rito Santo, o Senhor ressuscitado inicia um mundo novo e com o envio dos disc&iacute;pulos inaugura-se um novo Israel, que cr&ecirc; em Cristo e testemunha a verdade da Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<br \/>&#8211; Institui a Penit&ecirc;ncia: &#8220;&Agrave;queles a quem perdoardes os pecados ser-lhe-&atilde;o perdoados; e &agrave;queles a quem os retiverdes ser&atilde;o retidos&raquo;. Uma vez perdoados, s&atilde;o enviados a perdoar em nome de Deus. &Eacute; um Sacramento tipicamente Pascal: nascido num clima de alegria e de vit&oacute;ria.<\/span><\/p>\n<p>Como se chega &agrave; f&eacute; em Cristo Ressuscitado? A Comunidade &eacute; o lugar natural onde se manifesta e irradia o amor de Jesus. Longe da comunidade, Tom&eacute; n&atilde;o acreditou na palavra de Jesus, nem dos colegas. A sua f&eacute; reacende-se, quando no &#8220;Dia do Senhor&#8221; voltou &agrave; Comunidade e faz um belo acto de f&eacute;: &#8220;Meu Senhor e meu Deus!&#8221; E Cristo acrescenta: &#8220;Felizes os que acreditam sem terem visto.&#8221;<br \/>Tom&eacute; representa aqueles que vivem afastados da comunidade, sem perceberem os sinais de vida que nela se manifestam.<\/span><\/p>\n<p>Este epis&oacute;dio &eacute; uma alus&atilde;o clara ao Domingo. Lembra as celebra&ccedil;&otilde;es dominicais da comunidade primitiva e a nossa experi&ecirc;ncia pascal que se renova em cada Domingo. A experi&ecirc;ncia de Tom&eacute; &eacute; poss&iacute;vel para os homens de todos os tempos.<br \/>O que significa para ti a Eucaristia Dominical?<\/span><\/p>\n<p>A DIVINA MISERIC&Oacute;RDIA, que hoje celebramos &eacute; garantia e for&ccedil;a para o desempenho de nossa miss&atilde;o. Santo Domingo!<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Viver Unidos<\/strong><\/span><\/p>\n<p>O p&aacute;roco de uma igreja reparou que um dos seus mais ass&iacute;duos fi&eacute;is desertava, v&aacute;rias semanas seguidas, &agrave; missa dominical. Uma noite decidiu visit&aacute;-lo. Encontrou-o sozinho em casa, sentado junto &agrave; lareira. Depois dos cumprimentos habituais, sentaram-se os dois em sil&ecirc;ncio. Ent&atilde;o o padre, tirou uma brasa da lareira, colocou-a isolada no pavimento e ficou a olhar. Pouco a pouco aquele carv&atilde;o, separado do braseiro, foi-se apagando. Ent&atilde;o o paroquiano tomou a palavra:<\/span><\/p>\n<p>&#8211; Obrigado, Reverendo, por esta li&ccedil;&atilde;o. No pr&oacute;ximo Domingo, l&aacute; estarei com a comunidade porque n&atilde;o quero que a minha vida espiritual se apague lentamente como esta brasa.<\/span><\/p>\n<p>&Agrave;s vezes, um gesto vale mais que mil palavras bem como um est&iacute;mulo &eacute; mais eficaz que uma dura repreens&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p>A mensagem deste segundo Domingo da P&aacute;scoa &eacute; um convite &agrave; vida comunit&aacute;ria sem a qual &eacute;-nos dif&iacute;cil viver. A comunidade primitiva tinha um s&oacute; cora&ccedil;&atilde;o e uma s&oacute; alma. Tom&eacute;, isolado do grupo dos Disc&iacute;pulos, definhava na sua f&eacute;. O amor n&atilde;o &eacute; um simples sentimento na comunh&atilde;o dos mesmos ideais. &Eacute; uma for&ccedil;a que entusiasma. A comunidade dos crentes era assim um sinal muito claro de Jesus Ressuscitado que prometeu estar presente no meio dos que acreditam nele.<\/span><\/p>\n<p>Pe. Jos&eacute; David Quintal Vieira, scj<\/p>\n<div style=\"text-align: right;\">\n<hr \/>\n<p><strong>Homilia do Papa Jo&atilde;o Paulo II, <br \/>por ocasi&atilde;o da canoniza&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Maria Faustina Kowalska<\/span><\/span><\/strong><br \/>\n<span style=\"font-size: 8pt;\">(30 de Abril de 2000, Domingo da Miseric&oacute;rdia)<\/span><br \/>\n<strong>1<\/strong>. &#8220;Louvai o Senhor, porque Ele &eacute; bom, porque &eacute; eterno o Seu amor&#8221; (Sl 118, 1). Assim canta a Igreja na Oitava de P&aacute;scoa, como que recolhendo dos l&aacute;bios de Cristo estas palavras do Salmo, dos l&aacute;bios de Cristo ressuscitado, que no Cen&aacute;culo traz o grande an&uacute;ncio da miseric&oacute;rdia divina e confia aos ap&oacute;stolos o seu minist&eacute;rio: &#8220;A paz seja convosco! Assim como o Pai Me enviou, tamb&eacute;m Eu vos envio a v&oacute;s&#8230; Recebei o Esp&iacute;rito Santo. &Agrave;queles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-&atilde;o perdoados; &agrave;queles a quem os retiverdes, ser-lhes-&atilde;o retidos&#8221; (Jo 20, 21-23).<\/span><\/p>\n<p>Antes de pronunciar estas palavras, Jesus mostra as m&atilde;os e o lado. Isto &eacute;, indica as feridas da Paix&atilde;o, sobretudo a chaga do cora&ccedil;&atilde;o, fonte onde nasce a grande onda de miseric&oacute;rdia que inunda a humanidade. Daquele Cora&ccedil;&atilde;o a Irm&atilde; Faustina Kowalska, a Beata a quem de agora em diante chamaremos Santa, ver&aacute; partir dois fachos de luz que iluminam o mundo: &#8220;Os dois raios, explicou-lhe certa vez o pr&oacute;prio Jesus representam o sangue e a &aacute;gua&#8221; (Di&aacute;rio, Libreria Editrice Vaticana, p&aacute;g. 132).<\/span><\/p>\n<p><strong>2<\/strong>. Sangue e &aacute;gua! O pensamento corre rumo ao testemunho do evangelista Jo&atilde;o que, quando um soldado no Calv&aacute;rio atingiu com a lan&ccedil;a o lado de Cristo, v&ecirc; jorrar dali &#8220;sangue e &aacute;gua&#8221; (cf. Jo 19, 34). E se o sangue evoca o sacrif&iacute;cio da cruz e o dom eucar&iacute;stico, a &aacute;gua, na simbologia joanina, recorda n&atilde;o s&oacute; o baptismo, mas tamb&eacute;m o dom do Esp&iacute;rito Santo (cf. Jo 3, 5; 4, 14; 7, 37-39).<\/span><\/p>\n<p>A miseric&oacute;rdia divina atinge os homens atrav&eacute;s do Cora&ccedil;&atilde;o de Cristo crucificado: &#8220;Minha filha, dize que sou o Amor e a Miseric&oacute;rdia em pessoa&#8221;, pedir&aacute; Jesus &agrave; Irm&atilde; Faustina (Di&aacute;rio, p&aacute;g. 374). Cristo derrama esta miseric&oacute;rdia sobre a humanidade mediante o envio do Esp&iacute;rito que, na Trindade, &eacute; a Pessoa-Amor. E porventura n&atilde;o &eacute; a miseric&oacute;rdia o &#8220;segundo nome&#8221; do amor (cf. Dives in misericordia, 7), cultuado no seu aspecto mais profundo e terno, na sua atitude de cuidar de toda a necessidade, sobretudo na sua imensa capacidade de perd&atilde;o?<\/span><\/p>\n<p>&Eacute; deveras grande a minha alegria, ao propor hoje &agrave; Igreja inteira, como dom de Deus para o nosso tempo, a vida e o testemunho da Irm&atilde; Faustina Kowalska. Pela divina Provid&ecirc;ncia a vida desta humilde filha da Pol&oacute;nia esteve completamente ligada &agrave; hist&oacute;ria do s&eacute;culo XX, que h&aacute; pouco deix&aacute;mos atr&aacute;s. De facto, foi entre a primeira e a segunda guerra mundial que Cristo lhe confiou a sua mensagem de miseric&oacute;rdia. Aqueles que recordam, que foram testemunhas e participantes nos eventos daqueles anos e nos horr&iacute;veis sofrimentos que da&iacute; derivaram para milh&otilde;es de homens, bem sabem que a mensagem da miseric&oacute;rdia &eacute; necess&aacute;ria.<\/span><\/p>\n<p>Jesus disse &agrave; Irm&atilde; Faustina: &#8220;A humanidade n&atilde;o encontrar&aacute; paz, enquanto n&atilde;o se voltar com confian&ccedil;a para a miseric&oacute;rdia divina&#8221; (Di&aacute;rio, p&aacute;g. 132). Atrav&eacute;s da obra da religiosa polaca, esta mensagem esteve sempre unida ao s&eacute;culo XX, &uacute;ltimo do segundo mil&eacute;nio e ponte para o terceiro. N&atilde;o &eacute; uma mensagem nova, mas pode-se considerar um dom de especial ilumina&ccedil;&atilde;o, que nos ajuda a reviver de maneira mais intensa o Evangelho da P&aacute;scoa, para o oferecer como um raio de luz aos homens e &agrave;s mulheres do nosso tempo.<\/span><\/p>\n<p><strong>3<\/strong>. O que nos trar&atilde;o os anos que est&atilde;o diante de n&oacute;s? Como ser&aacute; o futuro do homem sobre a terra? A n&oacute;s n&atilde;o &eacute; dado sab&ecirc;-lo. Contudo, &eacute; certo que ao lado de novos progressos n&atilde;o faltar&atilde;o, infelizmente, experi&ecirc;ncias dolorosas. Mas a luz da miseric&oacute;rdia divina, que o Senhor quis como que entregar de novo ao mundo atrav&eacute;s do carisma da Irm&atilde; Faustina, iluminar&aacute; o caminho dos homens do terceiro mil&eacute;nio.<\/span><\/p>\n<p>Assim como os Ap&oacute;stolos outrora, &eacute; necess&aacute;rio por&eacute;m que tamb&eacute;m a humanidade de hoje acolha no cen&aacute;culo da hist&oacute;ria Cristo ressuscitado, que mostra as feridas da sua crucifix&atilde;o e repete: A paz seja convosco! &Eacute; preciso que a humanidade se deixe atingir e penetrar pelo Esp&iacute;rito que Cristo ressuscitado lhe d&aacute;. &Eacute; o Esp&iacute;rito que cura as feridas do cora&ccedil;&atilde;o, abate as barreiras que nos separam de Deus e nos dividem entre n&oacute;s, restitui ao mesmo tempo a alegria do amor do Pai e a da unidade fraterna.<\/span><\/p>\n<p><strong>4<\/strong>. &Eacute; importante, ent&atilde;o, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de P&aacute;scoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomar&aacute; o nome de &#8220;Domingo da Divina Miseric&oacute;rdia&#8221;. Nas diversas leituras, a liturgia parece tra&ccedil;ar o caminho da miseric&oacute;rdia que, enquanto reconstr&oacute;i a rela&ccedil;&atilde;o de cada um com Deus, suscita tamb&eacute;m entre os homens novas rela&ccedil;&otilde;es de solidariedade fraterna. Cristo ensinou-nos que &#8220;o homem n&atilde;o s&oacute; recebe e experimenta a miseric&oacute;rdia de Deus, mas &eacute; tamb&eacute;m chamado a &#8220;ter miseric&oacute;rdia&#8221; para com os demais. &#8220;Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcan&ccedil;ar&atilde;o miseric&oacute;rdia&#8221; (Mt 5, 7)&#8221; (Dives in misericordia, 14). Depois, Ele indicou-nos as m&uacute;ltiplas vias da miseric&oacute;rdia, que n&atilde;o s&oacute; perdoa os pecados, mas vai tamb&eacute;m ao encontro de todas as necessidades dos homens. Jesus inclinou-se sobre toda a mis&eacute;ria humana, material e espiritual.<\/span><\/p>\n<p>A sua mensagem de miseric&oacute;rdia continua a alcan&ccedil;ar-nos atrav&eacute;s do gesto das suas m&atilde;os estendidas rumo ao homem que sofre. Foi assim que O viu e testemunhou aos homens de todos os continentes a Irm&atilde; Faustina que, escondida no convento de Lagiewniki em Crac&oacute;via, fez da sua exist&ecirc;ncia um c&acirc;ntico &agrave; miseric&oacute;rdia: Misericordias Domini in aeternum cantabo.<\/span><\/p>\n<p><strong>5<\/strong>. A canoniza&ccedil;&atilde;o da Irm&atilde; Faustina tem uma eloqu&ecirc;ncia particular: mediante este acto quero hoje transmitir esta mensagem ao novo mil&eacute;nio. Transmito-a a todos os homens para que aprendam a conhecer sempre melhor o verdadeiro rosto de Deus e o genu&iacute;no rosto dos irm&atilde;os.<\/span><\/p>\n<p>Amor a Deus e amor aos irm&atilde;os s&atilde;o de facto insepar&aacute;veis, como nos recordou a primeira Carta de Jo&atilde;o: &#8220;Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e guardamos os Seus mandamentos&#8221; (5, 2). O Ap&oacute;stolo recorda-nos nisto a verdade do amor, indicando-nos na observ&acirc;ncia dos mandamentos a medida e o crit&eacute;rio.<\/span><\/p>\n<p>Com efeito, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil amar com um amor profundo, feito de aut&ecirc;ntico dom de si. Aprende-se este amor na escola de Deus, no calor da sua caridade. Ao fixarmos o olhar n&#8217;Ele, ao sintonizarmo-nos com o seu cora&ccedil;&atilde;o de Pai, tornamo-nos capazes de olhar os irm&atilde;os com olhos novos, em atitude de gratuidade e partilha, de generosidade e perd&atilde;o. Tudo isto &eacute; miseric&oacute;rdia!<\/span><\/p>\n<p>Na medida em que a humanidade souber aprender o segredo deste olhar misericordioso, manifesta-se como perspectiva realiz&aacute;vel o quadro ideal, proposto na primeira leitura: &#8220;A multid&atilde;o dos que haviam abra&ccedil;ado a f&eacute; tinha um s&oacute; cora&ccedil;&atilde;o e uma s&oacute; alma. Ningu&eacute;m chamava seu ao que lhe pertencia mas, entre eles, tudo era comum&#8221; (Act 4, 32). Aqui a miseric&oacute;rdia do cora&ccedil;&atilde;o tornou-se tamb&eacute;m estilo de rela&ccedil;&otilde;es, projecto de comunidade, partilha de bens. Aqui floresceram as &#8220;obras da miseric&oacute;rdia&#8221;, espirituais e corporais. Aqui a miseric&oacute;rdia tornou-se um concreto fazer-se &#8220;pr&oacute;ximo&#8221; dos irm&atilde;os mais indigentes.<\/span><\/p>\n<p><strong>6<\/strong>. A Irm&atilde; Faustina Kowalska deixou escrito no seu Di&aacute;rio: &#8220;Sinto uma tristeza profunda, quando observo os sofrimentos do pr&oacute;ximo. Todas as dores do pr&oacute;ximo se repercutem no meu cora&ccedil;&atilde;o; trago no meu cora&ccedil;&atilde;o as suas ang&uacute;stias, de tal modo que me abatem tamb&eacute;m fisicamente.<\/span><\/p>\n<p>Desejaria que todos os sofrimentos ca&iacute;ssem sobre mim, para dar al&iacute;vio ao pr&oacute;ximo&#8221; (p&aacute;g. 365). Eis a que ponto de partilha conduz o amor, quando &eacute; medido segundo o amor de Deus!<\/span><\/p>\n<p>&Eacute; neste amor que a humanidade de hoje se deve inspirar, para enfrentar a crise de sentido, os desafios das mais diversas necessidades, sobretudo a exig&ecirc;ncia de salvaguardar a dignidade de cada pessoa humana. A mensagem de miseric&oacute;rdia divina &eacute; assim, implicitamente, tamb&eacute;m uma mensagem sobre o valor de todo o homem. Toda a pessoa &eacute; preciosa aos olhos de Deus; Cristo deu a vida por cada um; o Pai d&aacute; o seu Esp&iacute;rito a todos, oferecendo-lhes o acesso &agrave; Sua intimidade.<\/span><\/p>\n<p><strong>7<\/strong>. Esta mensagem consoladora dirige-se sobretudo a quem, afligido por uma prova&ccedil;&atilde;o particularmente dura ou esmagado pelo peso dos pecados cometidos, perdeu toda a confian&ccedil;a na vida e se sente tentado a ceder ao desespero. Apresenta-se-lhe o rosto suave de Cristo, chegando-lhe aqueles raios que partem do seu Cora&ccedil;&atilde;o e iluminam, aquecem e indicam o caminho, e infundem esperan&ccedil;a. Quantas almas j&aacute; foram consoladas pela invoca&ccedil;&atilde;o &#8220;Jesus, confio em Ti&#8221;, que a Provid&ecirc;ncia sugeriu atrav&eacute;s da Irm&atilde; Faustina! Este simples acto de abandono a Jesus dissipa as nuvens mais densas e faz chegar um raio de luz &agrave; vida de cada um.<\/span><\/p>\n<p>&#8220;Jezu ufam tobie!&#8221;<br \/><strong>8<\/strong>. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Sl 88 [89], 2). &Agrave; voz de Maria Sant&iacute;ssima, &#8220;M&atilde;e da miseric&oacute;rdia&#8221;, &agrave; voz desta nova Santa, que na Jerusal&eacute;m celeste canta a miseric&oacute;rdia juntamente com todos os amigos de Deus, unamos tamb&eacute;m n&oacute;s, Igreja peregrinante, a nossa voz.<\/span><\/p>\n<p>E tu, Faustina, dom de Deus ao nosso tempo, d&aacute;diva da terra da Pol&oacute;nia &agrave; Igreja inteira, obt&eacute;m-nos a gra&ccedil;a de perceber a profundidade da miseric&oacute;rdia divina, ajuda-nos a torn&aacute;-la experi&ecirc;ncia viva e a testemunh&aacute;-la aos irm&atilde;os! A tua mensagem de luz e de esperan&ccedil;a se difunda no mundo inteiro, leve &agrave; convers&atilde;o os pecadores, amenize as rivalidades e os &oacute;dios, abra os homens e as na&ccedil;&otilde;es &agrave; pr&aacute;tica da fraternidade. Hoje, ao fixarmos contigo o olhar no rosto de Cristo ressuscitado, fazemos nossa a tua s&uacute;plica de confiante abandono e dizemos com firme esperan&ccedil;a:<\/span><\/p>\n<p>Jesus Cristo, confio em Ti!<\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\">30 de Abril de 2000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A liturgia deste domingo apresenta-nos a comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus: a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":472,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-934","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liturgia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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