Recordamos hoje um ano da partida para Pai do Papa Francisco.
A data desperta em nós um profundo sentimento de saudade e gratidão por aquele que, ao longo do seu pontificado, se tornou para muitos um verdadeiro amigo espiritual — uma presença próxima, simples e inspiradora. A sua partida faz emergir, com ainda maior nitidez, a força do seu testemunho. Vêm‑nos à memória as palavras luminosas de Kahlil Gibran:
“Quando vos separardes dos amigos não vos entristeçais: porque aquilo que de melhor amais neles poderá revelar‑se durante a sua ausência, como uma montanha que quando é vista da planície aparece mais nítida”. (Kahlil Gibran, in O Profeta)
O Papa Francisco deixou-nos um legado pastoral marcado pela simplicidade, pela misericórdia e por uma incansável proximidade aos mais frágeis. A sua visão de uma Igreja em saída – capaz de escutar, acolher e curar –, marcada pela alegria do Evangelho e pela conversão pastoral, permanece como bússola segura para a ação evangelizadora das comunidades cristãs em todo o mundo.
Hoje, ao evocarmos a sua partida, renovamos também o compromisso de manter viva a sua herança espiritual: uma herança feita de gestos concretos, palavras que despertam a consciência e um amor que não conhece fronteiras.
Obrigado, Papa Francisco, pelo testemunho e pela luz que irradiou do seu pontificado que continua a orientar o caminho da Igreja.
Pe. Alexandre Santos

